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Mãe abandonada é ameaçada de despejo. Filho com paralisia está internado; ajude na vaquinha

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Depois de 40 dias de angústia, essa mãe brasileira finalmente pegou o filho, impedido de voltar de Portugal, pelo pai, o ex-marido, que levou o menino para lá. - Foto: Arquivo pessoal

Ajude na vaquinha da Joana, mãe que foi abandonada pelo marido e está sendo ameaçada despejo, junto com o filho Cauã, que tem paralisia e foi internado. A família mora em Fortaleza (CE). – Foto: arquivo pessoal

A Joana é uma mãe abandonada pelo marido, que está sendo ameaçada de despejo e só tem até o dia 20 para sair dessa uma situação complicada. Enquanto cuida do filho Cauã, que tem paralisia e está internado, o proprietário pediu a casa onde ela mora com a família. Desesperada, Joana fez um vídeo pedindo ajuda nas redes sociais.

A família é de Fortaleza (CE) e passa por muitas dificuldades. Joana não consegue trabalhar porque precisa cuidar do Cauã e da mãe, Eridan, que também é doente e totalmente dependente dela. Sem rede de apoio, ela só tem os dois filhos mais novos, Ariela, de 13 anos e o Alcides, de 10 anos, para ajudá-la.

“Nossa família está prestes a voltar para a rua. Eu tô aqui internada com o Cauã há 15 dias e não sei o que fazer”, contou a mãe em um vídeo. O Só Vaquinha Boa está com uma campanha aberta para a família e não podemos largar a mão da Joana nesse momento delicado. Vamos ajudar!

Vida de dificuldades

Joana abriu mão de tudo para cuidar das duas pessoas mais importantes da sua vida: o filho Cauan, de 20 anos, e a mãe Eridan, de 86.

Cauan tem microcefalia e paralisia cerebral, depende de sonda 24 horas por dia e precisa da mãe para tudo. Já dona Eridan enfrenta um quadro grave de saúde, com câncer de útero, endometriose, Alzheimer, Parkinson e sequelas de cinco AVCs.

Assim como o neto, ela também usa sonda e depende completamente da filha.

Sem poder trabalhar para cuidar dos dois, Joana contava com o benefício do filho para sobreviver. Mas ele foi cortado devido a uma pendência burocrática: a assinatura do pai de Cauan, que sumiu no mundo e não responde às tentativas de contato.

Sem esse dinheiro, Joana passou a depender da ajuda de amigos e grupos solidários, mas as dificuldades aumentaram. Com o aluguel atrasado, ela recebeu a ordem de despejo.

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Filhos sofrem bullying

Ao ver a mãe passando por tantas dificuldades, Ariela e Alcides, de 10, acabaram deixando de lado a infância para ajudar em casa. Por causa disso, os irmãos passaram a sofrer bullying na escola.

Quando faltam as coisas em casa, Joana pede ajuda na internet e em grupos de apoio. Infelizmente, essas situações têm gerado comentários maldosos entre colegas, que chamam a mãe de “pedinte” e zombam das crianças por precisarem ajudar em casa.

“A vida não é fácil. Eu sou sozinha, não tenho amparo e nem família para me ajudar. Eu só tenho meus filhos e minha mãe nesse mundo. Eu digo que não é vergonhoso pedir, mas isso abala eles [sic] e me deixa ainda mais triste”, disse Joana.

Família pode ser despejada

Joana está no hospital com o filho e, sem condições de fazer bicos ou pedir ajuda, ela acabou atrasando um mês do aluguel da casa. O proprietário do imóvel não reconheceu a falta de pagamento devido as dificuldades e ameaçou a família de despejo.

A mãe está em desespero porque até pouco tempo eles foram parar na rua porque não tinham onde morar. Agora a gente pode mudar essa reaalidade e ajudar a Joana a quitar esse aluguel. Vamos nessa?

Doe pelo Pix:

familia-joana@sovaquinhaboa.com.br

ou pelo cartão de crédito no site do Só Vaquinha Boa, clicando aqui.

Assista ao vídeo de Joana, a mãe abandonada ameaçada de despejo, e ajude também: 

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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