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Mãe comemora 50 anos e faz festa com tema “Preta de Neve e os 7 Negões”; viralizou

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A Fernanda Cristina Pereira Neves zerou as redes sociais! A mãe comemorou os 50 anos com uma festa única, com o tema Preta de Neve e os 7 Negões”. A ideia surgiu do desejo de realizar o sonho de um aniversário que refletisse a identidade e a alegria dela.

Com a ajuda da filha, Evellyn Miranda, o clássico conto da Disney foi transformado em um baile funk animado e cheio de energia. Fernanda, que não teve festa de debutante aos 15 anos, viveu a comemoração dos sonhos.

A festa viralizou em 2024, fez um super sucesso nas redes sociais. Claro, que nesses Melhores de 2024 ela não poderia ficar de fora!

Mais que isso: a entrada dela foi triunfal: chegou sacudindo tudo por um longo corredor, sendo seguida pelos 7 ‘Negões’, cada um usando um colete igualzinho ao clássico da Disney.

“Foi uma sensação boa porque estava realizando um sonho, né? A festa que eu sempre quis fazer. A Branca de Neve na verdade é uma princesa e realizar aos 50 anos, nossa, tô muito feliz e mais feliz que todo mundo gostou”, afirmou Fernanda.

A escolha dos 7 Negões

Com a ajuda da filha, Fernanda escolheu o vestido e mandou fazer a fantasia dela e dos “7 Negões”em uma costureira do bairro.

“Gastei muito pouco porque o pano é de cetim e cetim e muito barato. E a costureira me cobrou baratinho pra fazer o meu vestido o colete dos meninos e o gorro”, contou.

Antes disso, foi ela mesma que escolheu quem seriam os parceiros da “Preta de Neve”, um mais bonito que o outro.

“Um é meu sobrinho e os outros seus são amigos dele kkkkk, que também são meus amigos. Na hora eles concordaram e foi a maior festa”, revelou Fernanda.

Ciúme do companheiro?

Ela garantiu que o “namorido” não ficou com ciúme dos bonitões dançando com a aniversariante da noite.

“Ele não teve ciúmes, não! Ele amou também. Na verdade todos os convidados amaram”, comemorou.

E para Fernanda, foi mais do que um sonho realizado.

“Não tive festa de 15 anos. Na verdade foi a primeira festa assim grande na minha vida! Todo ano faço um almoço churrasco, mas festa mesmo essa foi a primeira”, lembrou.

“Quero agradecer a todos que participaram desse dia tão especial, a cada mensagem que recebi, a todos que fizeram esse sonho acontecer e também aos meninos que toparam minhas doideiras”, disse a mulher.

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Improviso que deu certo

Nada de Dunga, Soneca, Dengosa ou Atchim, Fernanda queria mesmo era ter os 7 Negões na festa.

Eles inclusive ensaiaram passos de dança para arrasar na pista com a aniversariante, mas saiu tudo diferente.

“Ela ensaiou todos os passos com os meninos, mas é claro que na hora foi improviso, porque ninguém lembrava o que foi ensaiado”, brincou a filha, Evellyn.

E não é que ficou perfeito? A galera arrasou com o show de dança!

Só comentários positivos

Evellyn, a filha se encarregou da parte gastronômica da festa.

“Começou a loucura fazendo 800 doces, entre brownies e docinhos. A minha sorte é que minhas amigas foram lá pra casa e me ajudaram a enrolar tudo isso”.

Fernanda contou ao Só Notícia Boa que se emocionou muito, com a festa e com os comentários positivos que recebeu nas redes sociais, de artista, inclusive.

“Bombou! E só comentários maneiros, sabe? De ficar arrepiada, mandando cada vibração positiva pra gente. Eu falei, cara, esse mundo ainda tem jeito! Teve muitos que eu até chorei, de alegria sabe? Jojo Todynho comentou, Fred Nicácio, vários artistas curtiram, eu tô muito feliz mesmo e agradeço”,  disse.

Sobre fazer 50 anos, linda e plena, Fernanda disse: “o importante é você estar bem com você mesmo”.

Olha o show que foi a festa!

Fernanda virou a Preta de Neve e os 7 Negões são amigos da filha dela. – Foto: arquivo pessoal

Uma costureira fez as fantasias dos 7 Negões. - Foto: arquivo pessoal

Uma costureira fez as fantasias dos 7 Negões. – Foto: arquivo pessoal

Fernanda toda feliz com o resultado da festa de 50 anos tão sonhada. - Foto: arquivo pessoal

Fernanda toda feliz com o resultado da festa de 50 anos tão sonhada. – Foto: arquivo pessoal

A filha de Fernanda produziu a festa e os docinhos. - Foto: arquivo pessoal

A filha de Fernanda produziu a festa e os docinhos. – Foto: arquivo pessoal

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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