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Magritte é leiloada por US$ 121 milhões na Christie’s em Nova York

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Pintura da série “O Império das Luzes” (1957), de René Magritte, apresentada na casa de leilões Christie's, em Nova York, em 8 de novembro de 2024.

René Magritte (1898-1967) entrou para o seleto clube de artistas cujo trabalho ultrapassou os 100 milhões de dólares, juntando-se a Picasso, Klimt, Basquiat e Leonard da Vinci.

Em Nova Iorque, pouco antes das 20h00 de terça-feira, 19 de novembro, na sala de leilões da Christie’s, junto ao Rockefeller Center, foi vendido um exemplar da série “Império das Luzes” do pintor belga por 121 milhões de dólares (114 milhões de euros). e impostos incluídos, após dez minutos de luta entre os licitantes. Esta pintura é um jogo de sombra e luz, que representa a imagem paradoxal de uma casa à noite, iluminada apenas por um poste de luz, sob um céu azul diurno.

Esta obra de 1957 veio da coleção da designer de interiores romena Mica Ertegun. Morreu no final de 2023 aos 97 anos, ela havia formado com o marido, Ahmet Ertegun (1923-2026), fundador da Atlantic Records e magnata da música nos Estados Unidos há décadas. A pintura, adquirida em 1968, ficou durante anos na sala de estar de Nova York, local de festas e recepções, em estado absolutamente impecável.

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Nesta centenário da publicação de Manifesto do surrealismo por André Bretono surrealismo vende bem. Outras pinturas de Magritte que não faziam parte da coleção “Mica” encontraram compradores – outra cópia da série “Império das Luzes” por US$ 16 milhões, excluindo impostos e taxas, uma versão do “Busca pelo absoluto” por 7 milhões de dólares e a tela Caçadores à beira da noitepara 8 milhões, porém na faixa inferior da estimativa. “As pessoas entendem melhor o surrealismo hoje em dia”disse Daniella Luxembourg, negociante de arte israelense radicado em Londres e Nova York, cuja galeria está organizando uma grande exposição Magritte na primavera de 2025, à agência Bloomberg.

Boas notícias para vendas e casas de leilão

Guillaume Cerutti, diretor administrativo da Christie’s, ficou encantado após a venda: “É um recorde absoluto para um Magritte. São 40 milhões (os dólares) mais do que uma venda semelhante há alguns anos. » Em 2022, uma versão menor de “The Empire of Lights” foi vendido por US$ 79 milhões na Sotheby’s de Londres. O sucesso da venda em Nova Iorque nunca esteve em dúvida: foi garantido por um terceiro no valor de 95 milhões de dólares, segundo a Bloomberg. No entanto, o número alcançado é uma boa notícia.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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