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Mantida condenação de ex-secretário por fornecer informações falsas ao Ministério Público

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Apelante prestou informações falsas sobre a inexistência de contratações irregulares no município de Epitaciolândia.

Membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) mantiveram a condenação do ex-secretário municipal de Administração de Epitaciolândia, A.M.R. de S., em função de ele ter prestado informações falsas para o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). O caso consta no Processo n°0800076-87.2014.8.01.0004.

O ex-gestor deverá pagar pecúnia no valor de R$ 1.874,00, além de prestar serviços à comunidade por uma hora, pelo período de um ano e dois meses, conforme estabeleceu a sentença do Juízo da Vara Única da Comarca de Epitaciolândia, em dezembro de 2017.

Conforme os autos, quando o MPAC, que estava investigando contratações irregulares na prefeitura do município, solicitou informações, o apelante respondeu que “não havia nos quadros da Administração Pública do Município pessoas contratadas por intermédio do processo simplificado, bem assim que não havia no quadro da Administração Pública pessoas contratadas, como prestadoras de serviço para as vagas constantes do edital do concurso”. Depois foi comprovado o contrário.

Apelo e decisão

O ex-secretário entrou com recurso, alegando que não teve dolo em sua conduta e pediu sua absolvição. Mas, a apelação foi negada no âmbito do 2º Grau da Justiça Acreana. Todos os desembargadores que participaram do julgamento, Samoel Evangelista (relator), Pedro Ranzi e Elcio Mendes, negaram provimento à apelação.

O relator do recurso, desembargador Samoel Evangelista, enfatizou em seu voto que “a prova oral constante nos autos não deixa dúvida de que o apelante emitiu documento com declarações falsas, com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante, caracterizando assim o dolo na sua conduta, devendo ser mantida a sua condenação pela prática do crime previsto no artigo 299, parágrafo único, do Código Penal”. Gecom TJAc.

Cruzeiro do Sul

Criança de dois anos é internada no Hospital do Juruá com meningite

Juruá em Tempo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Ao todo, neste ano, cinco casos de meningite foram registrados em Cruzeiro do Sul, e desses, dois confirmados foram a óbito.
A criança Alfredo N.S., de dois anos, residente no Seringal Pernambuco, em Ipixuna (AM), deu entrada na tarde de domingo, 23, no Hospital do Juruá em Cruzeiro do Sul (AC) com suspeita de meningite. O caso foi confirmado após exames realizados na unidade local. A meningite diagnosticada nesta criança foi a por Haemophilus Influenza do tipo B. Todos os cuidados estão sendo prestados ao menor, que se encontra internado em um dos leitos de isolamento.
Nos meses de março e abril de 2019, quatro outros casos da doença foram registrado em Cruzeiro do Sul, sendo que dois desses foram confirmados e outros dois descartados.
Os dois casos confirmados anteriormente tratam-se de duas crianças de Tarauacá que vieram a óbito. Todos os funcionários do hospital que tiveram contato com a criança estão sendo orientados a procurar a unidade para se medicar e prevenir da contaminação.
A Sesacre lançou um boletim epidemiológico, referente aos registros da última semana no estado. O caso de hoje ainda não é apresentado no boletim oficial da Secretaria.
INFORME EPIDEMIOLÓGICO – O Departamento de Vigilância em Saúde e a Área Técnica das Meningites, da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), elaborou um novo boletim epidemiológico das meningites. Em 2019, até a semana epidemiológica (SE) 24, atualizada nesta segunda-feira (24) no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foram notificados 29 casos suspeitos de meningites e confirmados sete casos (incidência de 0,8 casos por 100 mil habitantes). Por etiologia, estes casos confirmados foram: um caso de meningite viral, cinco casos de meningites não especificadas e um caso de meningite por Haemophilus . Quanto aos três óbitos, um ocorreu no município de Rio Branco (meningite não especificada), um no município de Tarauacá (meningite por Haemophilus) e outro em Senador Guiomard (meningite asséptica).
Diretoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Saúde do Acre
Trata se de uma criança que veio via TFD de Ipixuna é está na sala de isolamento do HJ COM suspeita de Meningite Bacteriana e que após feitos os exames foi confirmado

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CURIOSIDADES

Em Tarauacá, arraia gigante é captura por pescador e vira atração turística

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Neste domingo, 23, durante pescaria no Rio Tarauacá, um pescador que não quis se identificar, capturou uma imensa arraia que pesava mais de 50 quilos. 

A criatura foi levada às margens do Rio Tarauacá, onde se encontravam vários banhistas, e no local houve muita admiração e ao mesmo tempo medo, tendo em vista que o peixe se encontrava poucos metros de distância das areias onde famílias, crianças e idosos se encontravam. 

O pescador ouviu várias propostas de compra, porém informou que iria degustar o peixe com sua família, por ser considerado um ´pescado chique´.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O QUE É A ARRAIA

As arraias ou raias são peixes carnívoros, cartilaginosos, assim como os tubarões, e passam grande parte do tempo enterradas na areia. Possuem um ferrão serrilhado e pontudo na cauda, coberto por um muco venenoso. Esses animais figuram entre os animais venenosos que mais causam acidentes. Segundo o Instituto Butantã, elas lideram o ranking de ocorrências junto com picadas de jararacas e escorpiões.

Apesar de não serem consideradas ameaçadas de extinção, essas raias sofrem algumas pressões como a coleta para aquarismo, pesca, e perda e degradação de hábitat causados por atividades agrícolas, de mineração, usinas hidrelétricas, e desenvolvimento urbano.

Ferroada de arraia

O principal sintoma é dor imediata e intensa. Apesar de ser frequentemente limitada às regiões lesadas, a dor pode se disseminar rapidamente, atingindo máxima intensidade em < 90 min; na maioria dos casos, a dor diminui de maneira gradual em 6 a 48h, mas pode ocasionalmente durar dias ou semanas. São comuns síncope, fraqueza, náusea e ansiedade, podendo em parte ser decorrentes da vasodilatação periférica. São relatados casos de linfangite, vômitos, diarreia, sudorese, cãibras generalizadas, dor inguinal ou axilar e dificuldade respiratória.

Em geral, a ferida é denteada, sangra livremente e com frequência está contaminada com fragmentos da camada tegumentar. Com frequência, as bordas da ferida são descoradas, ocorrendo certa destruição tissular localizada. Geralmente, há algum edema. Feridas abertas são suscetíveis a infecções.

Tratamento

Irrigação ou debridamento

Lesões em extremidade devem ser irrigadas com água salgada para tentar remover fragmentos da espinha, tecido glandular e tegumento. A espinha deve ser removida no local somente se estiver superficialmente inserida e se não estiver penetrando no pescoço, tórax ou abdome ou criando uma lesão total de um membro. Hemorragia significativa deve ser estancada com pressão local. Imersão em água morna, embora recomendada por alguns especialistas, ainda não foi provada como sendo um tratamento precoce eficaz para lesões por arraias.

No departamento de emergência, a ferida deve ser reexaminada para verificar restos da camada e debridada; anestesia local é administrada, se necessário. Espinhas inseridas são tratadas como em outros corpos estranhos. Picadas no tronco dos pacientes precisam ser bem avaliadas para possíveis punturas nas vísceras. Nas manifestações sistêmicas, o tratamento é de suporte. Deve-se administrar profilaxia antitetânica (Profilaxia para tétano no tratamento de rotina de ferimentos) e recomenda-se elevar a extremidade lesada por vários dias. O uso de antibióticos e o fechamento cirúrgico da ferida podem ser necessários. 

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