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Mapeando o incêndio florestal de Hughes que está queimando as montanhas de Los Angeles | Notícias sobre a crise climática
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O novo incêndio florestal queimou mais de 3.750 hectares perto do Lago Castaic, cerca de 80 km (50 milhas) ao norte de Los Angeles.
Mais de 50.000 residentes no estado norte-americano da Califórnia foram alertados para evacuar suas casas depois que um incêndio florestal eclodiu nas montanhas ao norte de Los Angeles.
O Incêndio Hughes já queimou cerca de 3.750 hectares (9.266 acres) desde que eclodiu na quarta-feira e permanece completamente incontido.
Este último incêndio aumentou a pressão sobre os bombeiros regionais, que em grande parte conteram dois grandes incêndios florestais, os incêndios de Palisades e Eaton, na área metropolitana de Los Angeles. Mais de 4.000 bombeiros estão agora lutando contra o incêndio Hughes, de acordo com o chefe dos bombeiros do condado de Los Angeles, Anthony Marrone.
Onde está queimando o incêndio florestal de Hughes?
O incêndio Hughes está queimando perto do Lago Hughes Road, perto do Lago Castaic, um grande reservatório e área de recreação popular ao norte de Los Angeles.
A área fica a cerca de 64 km (40 milhas) dos incêndios em Eaton e Palisades, que duram há três semanas.
Estima-se que 18.600 pessoas vivam na comunidade local onde chamas ferozes devoraram árvores e arbustos nas encostas ao redor do Lago Castaic.
Qual é a situação dos incêndios em Palisades e Eaton?
De acordo com o Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia, há pelo menos três grandes incêndios ativos em todo o estado. Eles incluem:
- Fogo das Paliçadas – 9.489 hectares (23.448 acres) queimados, 70% contidos.
- Fogo Eaton – 5.674 hectares (14.021 acres) queimados, 95% contidos.
- Hughes Fogo – 3.750 hectares (9.266 acres) queimados, 0% contidos.
Quatro incêndios menores, incluindo os chamados Lilac, Clay, Sepulveda e Center, também queimaram dezenas de hectares de terras em todo o estado.
Contenção significa criar uma barreira ao redor do fogo para impedir que ele se espalhe. No entanto, isso não significa que o fogo esteja completamente sob controle ou seguro.
O que está motivando esses últimos incêndios?
Tal como os incêndios em Palisades e Eaton, ventos fortes através dos vales montanhosos, combinados com temperaturas quentes e baixa humidade, provocaram o incêndio Hughes.
A Califórnia enfrenta frequentemente condições excepcionais de seca. As secas esgotam as árvores, a grama e a umidade do solo, tornando a paisagem altamente inflamável.
Os incêndios florestais de inverno, antes raros, tornaram-se mais comuns. À medida que o clima aquece, a ideia de épocas específicas de incêndios florestais mudou para a realidade de incêndios florestais durante todo o ano.
Grandes partes da Califórnia enfrentam atualmente níveis anormalmente secos, com áreas no leste do estado enfrentando níveis severos e extremos de seca.
Os reservatórios de água atingiram níveis criticamente baixos, ameaçando tanto a agricultura como o abastecimento de água a milhões de residentes.

Quais são os ventos de Santa Ana?
Os ventos de Santa Ana são ventos fortes e secos que ocorrem no sul da Califórnia, normalmente nos meses de outono e inverno.
Estes ventos sopram das áreas desérticas interiores em direção à costa e são causados por sistemas de alta pressão sobre a Grande Bacia, uma área mais para o interior, atingindo velocidades de furacão de 160 km/h (100 mph).

Qual o tamanho dos incêndios florestais em Los Angeles?
Os incêndios em Los Angeles queimaram até agora pelo menos 16.425 hectares (40.587 acres) de terra. Isso é aproximadamente o mesmo tamanho de Washington, DC, cerca de metade do tamanho de Filadélfia, um oitavo do tamanho de Los Angeles, ou cerca de 30.000 campos de futebol.
A Califórnia normalmente sofre milhares de incêndios florestais todos os anos. Esses incêndios variam desde pequenos incêndios florestais até grandes incêndios destrutivos que queimam dezenas de milhares de hectares.

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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