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POLÍTICA

Marcus Alexandre alfineta ex-petistas: “A dignidade da derrota é melhor que o oportunismo da vitória”

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O ex-prefeito ressaltou que mesmo com a derrota, prefere ficar com a dignidade e o resultado, que para ele, foi uma escolha do eleitor

Sumido desde o fim das eleições de 2018, o ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, esteve presente na festa de aniversário de 39 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), que ocorreu na noite da ultima quarta-feira (13). Na ocasião, Alexandre usou a palavra para agradecer aos companheiros presentes no evento e aproveitou a oportunidade para alfinetar os ex-petistas que estão se desfiliando do partido e migrando para o governo de Gladson Cameli.

O engenheiro pegou gancho no discurso do ex-secretário de Direitos Humanos de Tião Viana, Nilson Mourão, que disse que em anos anteriores as festas petistas lotavam de filiados e comissionados, porém, na ocasião, só compareceram cerca de 100 filados e simpatizantes. “Para bom entendedor, as palavras do Nilson bastam, mas eu aqui não podia deixar de fazer um agradecimento. Eu postei esses dias que a gratidão é a memória do coração e a gente não pode deixar de agradecer.

Marcus destacou ainda que enfrentou nas ultimas eleições, ele enfrentou uma das campanhas mais duras de sua vida, contudo, enalteceu o empenho de cada um que permaneceu até o final. “Eu quero agradecer porque eu fui mais um nesse time. Eu estou aqui como um soldado, mas nós lutamos e lutamos até o final. A dignidade da derrota é melhor que o oportunismo da vitória, do que acham que mudando de casa, vão crescer”, afirmou, numa clara mensagem às pessoas que saíram do partido e se acomodaram na atual gestão do governo.

O ex-prefeito ressaltou que mesmo com a derrota, prefere ficar com a dignidade e o resultado, que para ele, foi uma escolha do eleitor. “O eleitor foi quem tomou a decisão soberana e eu não venho aqui também para fazer avaliação porque eu seria injusto”, ponderou.

OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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POLÍTICA

Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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