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Menina com síndrome rara melhora o dia de médico que estava num dia ruim; vídeo

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Menina com síndrome rara melhora o dia de médico que estava num dia ruim; vídeo

A menina Lauany, que tem uma síndrome rara, é dona de um “poder” extraordinário: melhorar o dia do médico favorito dela, o Dr. Eduardo Castro, em Goiás. Os dois se entendem. Foto: @educastrojr

A menina Lauany, que tem uma síndrome rara, é dona de um “poder” extraordinário: melhorar o dia do médico favorito dela, o Dr. Eduardo Castro, em Minaçu, Goiás. E, ele retribui com o maior carinho. Os dois se entendem como poucos. O vídeo dos “amigos” é uma fofura.

De repente, pelas mãos do médico, a luva cirúrgica vira um bichinho. A menina batiza logo: “Pica-Pau”. E, sai com o “animal” recém-criado nas mãos, saltitante, depois de abraçar e beijar o médico querido.

Dr. Eduardo diz que a cada visita da Lauany que ganha é ele. “Confesso que estava chateado hoje, logo cedo, com pensamentos ruins, até que ela chegou pra consultar. Ela sempre muda meu dia… é impressionante!.”

O vídeo querido

No vídeo, o médico aparece sentado ao lado da menina em pé, ansiosa, para ver em que a luva se transformaria.

Dr. Eduardo enche a luva de ar, como se fosse um balão, e em seguida, desenha olhinhos e boca.

Pronto! A mágica está feita. “É carinho e respeito que fala, né?! Essa menina é incrível!”, reagiu o médico.

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Redes Sociais

Nas redes sociais, pacientes e não pacientes se derreteram com a sensibilidade do médico.

“Doutor, ainda vou até o senhor, usando chapéu, só pra ter a honra de te dar um abraço e tirar o chapéu para o senhor”, afirmou uma internauta, apelando para uma antiga expressão, que significa deferência e respeito.

Outro afirmou que são necessários mais profissionais, como ele. “Dr. Eduardo, nosso mundo precisa de mais profissionais como você — tão dedicado, humano e respeitoso com o próximo.”

Para uma seguidora, o abraço na menina no médico diz tudo. “Foi o melhor abraço o amor mais puro e verdadeiro existe nas crianças.”

Síndrome de Williams

A menina Lauany tem Síndrome de Williams ou Williams-Beuren. É uma desordem genética, que atinge o cromossomo 7.  Uma a cada 20 mil nascimentos é acometida.

As pessoas com esse diagnóstico têm olhinhos pequenos, nariz arrebitado e bochechas gordinhas. Apresentam deficiência intelectual, dificuldade de alimentação, atraso no desenvolvimento neuromotor e no crescimento e uma alteração cardíaca.

Porém, têm grande capacidade de socialização. “São sorridentes, muito amigáveis e naturalmente gostam de conversar”, disse.

“O intuito do vídeo é educativo, com informações sobre a Síndrome de Williams, e para apresentar essa doçura de pessoa incrível que é a Lauany.”

Mas o médico, Dr. Eduardo Castro, também!

Doce e simpática, Lauany, uma menina que tem uma síndrome rara, consegue transformar o dia do médico querido dela, o Dr. Eduardo Castro, em Goiás. Os dois se dão muito bem. Foto: @educastrojr

Doce e simpática, Lauany, uma menina que tem uma síndrome rara, consegue transformar o dia do médico querido dela, o Dr. Eduardo Castro, em Goiás. Os dois se dão muito bem. Foto: @educastrojr

Assista ao vídeo do médico e a menina com síndrome rara:





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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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