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Menor marcapasso do mundo para recém-nascidos é implantado sem cirurgia; menor que grão de arroz

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Abril vai chegar com tudo e já no dia 13 vai ter Lua Rosa. - Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Pesquisadores desenvolveram o menor marcapasso do mundo, menor do que um grão de arroz. E ele pode ser implantado sem cirurgia e de forma nada invasiva. Usando uma simples seringa é possível colocar o pequeno sistema no peito da pessoa.

A criação é de engenheiros da Universidade Northwestern, nos EUA, e o artigo científico detalhando a experiência foi publicado na revista Nature.

O minimarcapasso pode funcionar com corações de todos os tamanhos. Ele é indicado para os pequenos e frágeis de recém-nascidos com defeitos cardíacos congênitos, mas pode também ser implantado em adultos, sem cirurgia.

Sem fio

O pequeno marcapasso é implantável para manter uma frequência cardíaca estável, seja porque o marcapasso cardíaco natural do coração fornece um batimento cardíaco inadequado ou irregular, ou porque há um bloqueio no sistema de condução elétrica do coração.

O dispositivo funciona sem fio e é pareado a um sistema colocado do lado de fora que aciona uma luz quando o batimento cardíaco está irregular e, assim, de forma automática ativa o marcapasso.

Esses pulsos curtos de luz, que penetram na pele, no esterno e nos músculos do paciente, controlam o ritmo.

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Resultados positivos

Os componentes do menor marcapasso do mundo são biocompatíveis, então eles se dissolvem naturalmente nos biofluidos do corpo, ignorando a necessidade de extração cirúrgica.

O artigo destaca que é um dispositivo eficiente, inclusive, em corações humanos de doadores de órgãos falecidos.

As cirurgias cardíacas envolvendo a implantação de marcapasso, atualmente, exigem que os médicos instalem internamente os eletrodos no músculo cardíaco, fazendo incisões (cortes) e suturas (costuras).

Os fios dos eletrodos saem da frente do peito do paciente e se conectam a uma caixa de marcapasso externa que fornece uma corrente para controlar o ritmo cardíaco.

Agora tudo poderá ser diferente. Vai ciência!

Ele é tão pequeno que cabe na ponta do dedo. - Foto: Universidade Northwestern Ele é tão pequeno que cabe na ponta do dedo. – Foto: Universidade Northwestern Menor do que um grão de arroz, o pequeno marcapasso é indicado, principalmente, para bebês recém-nascidos com problemas cardíacos. À base de biofluidos, não exige cirurgia e pode ser implantado de forma nada invasiva. Foto: Universidade de Northwestern Menor do que um grão de arroz, o pequeno marcapasso é indicado, principalmente, para bebês recém-nascidos com problemas cardíacos. – Foto: Universidade de Northwestern O menor marcapasso é indicado para recém-nascidos, mas pode também ser implantados em adultos. Tão pequeno que basta uma seringa para injetá-lo. Foto: Freepik O menor marcapasso do mundo é indicado para recém-nascidos, mas pode também ser implantados em adultos sem cirurgia. – Foto: Freepik

Olhe o vídeo feito pela universidade americana:



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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