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Militar Alemão enfrenta uma enorme escassez de soldados – DW – 11/11/2025
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Um relatório oficial sobre o estado do Alemão Os militares pintaram uma imagem sombria na terça -feira, com 28% das posições entre as fileiras mais baixas alistadas não preenchidas no final de 2024.
Os números eram um pouco melhores em camadas de serviço mais altas, mas o Bundeswehr ainda estava faltando quase 20% dos oficiais comissionados necessários, segundo o documento.
“Ao mesmo tempo, o Bundeswehr continua envelhecendo”, disse o comissário de defesa Eva Högl. “Enquanto a idade média era de 32,4 anos no final de 2019, cresceu para 34 anos até o final de 2024”.
Bundeswehr não conseguiu lidar com a revivência do recrutamento
Atualmente, existem 181.000 soldados nas forças armadas da Alemanha. Mas o país está no meio de um empurre para atualizar e expandir massivamente seus militares, incluindo aumentar o número de soldados. Alguns pediram restaurar O recrutamento geral para os homens que foi suspenso em 2011.
Mas o comissário Högl disse que simplesmente reviver esse sistema “não era uma boa ideia”.
“Isso seria demais para o Bundeswehr lidar”, disse ela a repórteres enquanto apresentava seu relatório em Berlim, observando que atualmente não havia instalações e instrutores disponíveis o suficiente.
A Alemanha considera aumentar os gastos com defesa
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O que Högl propôs?
O antigo sistema de recrutamento foi gerenciado por mais de 50 escritórios distritais militares, que foram fechados.
Em seu relatório, Högl apontou que agora “não havia mais uma imagem abrangente” da qual as faixas etárias estavam “sujeitas a serviço militar obrigatório e sua disposição e capacidade de executar”.
Högl, em vez disso, pediu um novo e aprimorado sistema de recrutamento ser considerado pelo parlamento que entra. Sob a visão de Högl, homens e mulheres jovens seriam obrigados a fazer um “ano social” – para alguns, isso significaria ser um soldado, enquanto outros serviriam de uma maneira diferente, como alívio de desastres.
Merz diz ‘o que for necessário’ é o novo mantra de defesa
A Alemanha lançou um esforço de rearmamento em larga escala desde que A Rússia lançou sua invasão em grande escala da Ucrânia Em fevereiro de 2022. Nos últimos meses, a mudança de política de Berlim na política de defesa se tornou mais urgente em meio a sinais caóticos vindos do aliado mais importante da Alemanha, os EUA.
O Conservador CDU/CSU Bloc e o SPD de esquerda, que devem formar o próximo governo da Alemanha, agora são Empurrando uma reforma fiscal que aumentaria drasticamente os gastos em infraestrutura e defesa.
“Dada a ameaça à nossa liberdade e à paz em nosso continente, o mantra para nossa defesa tem que ser: o que for necessário”, de acordo com o líder da CDU Friedrich Merzo homem com maior probabilidade de se tornar o próximo chanceler da Alemanha.
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Na terça -feira, Högl disse que “muito foi melhorado e muito foi alcançado” desde a mudança inicial em 2022, mas enfatizou que muitos desafios permanecem.
“Posso dizer novamente este ano que o Bundeswehr ainda tem muito pouco de tudo”.
Editado por: Natalie Muller
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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9 horas atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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