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Miriam Leitão, eleita para a Academia Brasileira de Letras, é a 12ª mulher da história na ABL

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A tradicional Parada do Orgulho LGBT+, na Avenida Paulista, em São Paulo, será no dia 22 junho e vai homenagear idoso desbravadores. - Foto: ONG Dois Terços

A jornalista e escritora Míriam Leitão é eleita para a Academia Brasileira Letras (ABL) com 20 dos 34 votos presentes. É a 12ª mulher e vai ocupar a cadeira. Na imagem, com um dos seus 16 livros e ao lado de Gilberto Gil, também imortal. – Foto: @miriamleitao7

Jornalista e escritora, ela se consagrou em todos os ramos da comunicação: nos veículos impressos, na rádio e na TV. Autora de 16 livros, inclusive para crianças, Míriam Leitão, de 72 anos, é a mais nova imortal da Academia Brasileira de Letras. É a 12ª mulher na ABL e vai ocupar a cadeira de número 7, antes ocupada pelo cineasta Cacá Diegues, que morreu em fevereiro.

Míriam Leitão obteve 20 dos 34 votos, vencendo outros 15 candidatos, como Cristovam Buarque, Tom Farias, Ruy da Penha Lôbo, Antônio Hélio da Silva, Rodrigo Cabrera Gonzales, Daniel Henrique Pereira, Angelos D’Arachosia, José Gildo Pereira Borges e Tamara Ribeiro de Oliveira, entre outros.

“Essa cadeira 7 é premiada, é cheia de gente importante. Eu chego humilde. Hoje amanheci cantando: ‘Eu vim de lá, eu vim de lá pequenininho”, afirmou a imortal em entrevista à Globonews, citando o samba “Eu vim de lá”, de Dona Ivone Lara.

Longa trajetória dedicada às letras

Com mais de 50 anos de profissão, Míriam Leitão trabalhou na Gazeta Mercantil, no Jornal do Brasil e, desde 1991, está no Grupo Globo, atuando como colunista, comentarista e apresentadora.

Além de uma vasta carreira como jornalista, a imortal é autora de 16 livros publicados de diversos gêneros literários: não ficção, crônica, romance e livros infantis.

Como escritora, é autora de livros de não ficção, mas também romance, crônicas e destinado às crianças. Em 2024, venceu o Prêmio Intelectual do Ano – Troféu Juca Pato com o livro de não-ficção “Amazônia na encruzilhada: o poder da destruição e o tempo das possibilidades”.

E sobreviveu para contar a história terrível que viveu em 1972, quando estava grávida e foi presa e torturada física e psicologicamente pela ditadura militar brasileira. O motivo da prisão? Era militante do Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

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Muitas celebrações e muitos aplausos

O escritor Ruy Castro destacou a relevância da produção literária e jornalística de Míriam Leitão.

“Míriam Leitão é uma praticamente de letras, profissional da palavra e na sua condição de colunista de jornal importante, ela é uma militante da palavra em ação.”

O presidente da ABL, Merval Pereira, disse que nova imortal é atuante em diversos campos. Para Rosiska Darcy, comemorou a vitória da jornalista. “Essa eleição é sobretudo de uma mulher democrata, num pleito democrático.”

Míriam Leitão escreveu 16 livros, inclusive obras para crianças. Foto: miriamleitao7

Míriam Leitão escreveu 16 livros, inclusive obras para crianças. Foto: miriamleitao7



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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