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Mr. Miyagi é revivido com IA em Cobra Kai Temporada 6! Veja resultado

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A segunda parte da sexta temporada de Cobra Kai estreou na Netflix na sexta-feira (15), levando os jovens lutadores do Miyagi Do para o perigoso torneio Sekai Taikai em Barcelona. No entanto, os dramas da série continuam indo além das lutas e contaram com um retorno inesperado em seu último episódio. Saiba mais a seguir, no texto que possui leves spoilers da produção!

Utilizando inteligência artificial, a Netflix e a Sony reviveram o Senhor Miyagi, um dos principais nomes da franquia Karate Kid. O personagem interpretado era interpretado por Pat Morita, que faleceu em 2005, após viver o mestre de karatê em diversos filmes da franquia.

Enquanto o retorno do personagem é surpreendente por causa do falecimento do ator, Miyagi ainda é uma figura muito influente no universo de Cobra Kai. Por causa disso, os criadores da série resolveram trazê-lo de volta em uma cena no episódio final da parte 2 da sexta temporada.

@mateusmognon A sexta temporada de Cobra Kai ganhou novos episódios com uma homenagem polêmica para Pat Morita, ator falecido em 2005 que interpretava o icônico Sr Miyagi. O personagem de Karatê Kid foi revivido com o uso de inteligência artificial (IA) para uma cena da parte 2 da última temporada, que já está disponível na Netflix. Você pode ver a cobertura completa lá no site do @Minha Série ?? #Netflix #cobrakai #karatekid ? som original – Mateus Mognon

Como Miyagi retorna em Cobra Kai?

O retorno de Pat Morita ao papel com uso de inteligência artificial acontece em uma cena com Daniel Larusso, interpretado por Ralph Macchio. O atual sensei do Miyagi Do está sonhando que luta com uma versão jovem do seu mestre.

Em seguida, após perder a luta, Daniel-san começa a tomar diversos golpes da versão mais jovem de seu mestre. Isso faz com que o personagem comece a piscar e eventualmente veja a versão de Miyagi que conhecemos dos filmes. Confira a imagem abaixo:

Além de ter seu rosto recriado com inteligência artificial, o personagem também teve uma fala no episódio. No final da luta, Miyagi diz que escondeu detalhes de sua vida porque Daniel-san nunca esteve pronto para toda a verdade.

A cena acaba com Daniel Larusso acordando no hotel em Barcelona, com os créditos iniciais de Cobra Kai aparecendo logo em seguida. Depois, seguimos para as lutas finais do Sekai Taikai, mas com o personagem levando o peso da ausência de respostas sobre Miyagi.

Como o personagem retornou em Cobra Kai? Criadores explicam

Em entrevista ao Deadline, os criadores de Cobra Kai comentaram sobre a aparição de Miyagi no último episódio da parte 2 da sexta temporada. De acordo com o roteirista Jon Hurwitz, o retorno do personagem foi discutido com Ralph Macchio e planejado com cuidado, para não manchar o legado de Pat Morita.

“Isso era algo que estava para acontecer há muito tempo. Era algo que não tínhamos certeza se faríamos no programa”, explicou o roteirista. “Mas, como a tecnologia melhorou e estávamos em nossa temporada final, sentamos com Ralph e discutimos o que ele adoraria ver nesta temporada final”.

De acordo com Hurwitz, o andamento da história permitiu que tudo fosse feito de maneira natural. “A ideia de ele dividir o tempo de tela com Pat Morita novamente era algo que ele [Ralph] adoraria encontrar uma maneira de fazer acontecer. Descobrir que o Sr. Miyagi aparentemente matou alguém no Sekai Taikai pode ser algo que estaria rolando na cabeça de Daniel de uma forma emocional que poderia potencialmente levar a uma sequência de sonho interessante.”

Josh Heald, que também trabalha na série, revelou que a cena foi realizada utilizando tecnologia de inteligência artificial e um ator substituto. “Há uma combinação de tecnologias práticas, digitais e artificiais que se juntam para fazer isso acontecer. Há um verdadeiro artista substituto para esse momento”, explicou.

O roteirista também detalhou o processo da criação da voz do ator. “Há algum design digital, como mapeamento de rostos que acontece e uso de inteligência artificial para tudo isso, especialmente quando se trata de voz. Com a voz, ela não começa apenas gerada por computador. Ela tem que começar com uma performance e um tom que precisa ser correspondido para que não pareça monótono. Usamos algumas tecnologias que não estavam disponíveis nem um ano atrás.”

Miyagi aparecera novamente em Cobra Kai?

Como Pat Morita voltou ao papel de Miyagi com IA em uma visão de Daniel-san, é difícil dizer se o personagem retornará para a série em outros momentos. A última temporada de Cobra Kai ainda tem mais episódios para receber em fevereiro de 2024, quando finamente terá a sua história concluída.

No entanto, como o grande mistério de Miyagi ainda conta com pontas soltas, não seria uma surpresa ver o retorno do personagem em Cobra Kai novamente. Os episódios finais da série chegam na Netflix em 13 de fevereiro de 2025.

E aí, o que você achou da recriação de Pat Morita com IA em Cobra Kai? Comente nas redes sociais do Minha Série



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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