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Mulher que estava desaparecida após temporal é encontrada morta em Campinas

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O corpo da mulher que desapareceu após as fortes chuvas que atingiram o interior de São Paulo na última semana foi encontrado neste domingo (27) no Rio Capivari, em Campinas, segundo a Defesa Civil.

Em nota, a Defesa Civil informou que a família da vítima reconheceu o corpo. Ao todo, seis pessoas morrem devido a desabamentos e enchentes provocadas pelas fortes chuvas. Segundo a Defesa Civil, os casos ocorreram nas cidades de Itapira, Itapeva, Itu, Campinas e Jundiaí.

Outras mortes

Carro submerso

No final da tarde da última sexta (25), o corpo de uma mulher, de 25 anos, foi localizado em um carro submerso em Jundiaí, descoberto após as águas da forte chuva que atingiu a região começar a baixar. O veículo ficou inundado devido à intensidade das chuvas nos últimos dias.

Árvore cai sobre carro

Na manhã desta sexta-feira (25), um homem de 37 anos morreu após ter o carro atingido por uma árvore que desabou em uma estrada rural, no bairro Cercado Grande, em Itapira.

O acidente aconteceu na vicinal que liga a cidade à SP-352. Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem chegou a ser atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. O nome dele não foi divulgado.

Queda de muro mata mulher

Em Itapeva, no sudoeste paulista, uma mulher de 47 anos foi atingida pela queda de um muro durante a forte chuva. Conforme a Defesa Civil municipal, o desabamento aconteceu no Jardim Nova Itapeva e os escombros atingiram Adriana Vian Flores Almeida, que passava pelo local.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado e a mulher, com várias fraturas no corpo e um ferimento na cabeça, chegou a ser levada para o pronto-socorro da Santa Casa, mas não resistiu.

O corpo foi levado para perícia no Instituto Médico Legal de Sorocaba.

O sepultamento ocorreu no último sábado (26) no Cemitério Municipal de Itapeva.

Poste de energia

Em Itu, na região de Sorocaba, uma jovem de 27 anos morreu após ser atingida por um poste de energia de um estabelecimento comercial. O poste desabou e atingiu o carro em ela estava durante forte ventania, na tarde de quinta, 24.

O acidente aconteceu no bairro Cidade Nova. Segundo a Polícia Civil, Jaqueline Rodrigues Machado estava no banco do passageiro do carro, acompanhada do pai, quando o poste caiu.

A jovem foi atingida na cabeça e nos braços. O próprio pai a levou ao Pronto Atendimento da Vila Martins, mas Jaqueline não resistiu.

O sepultamento aconteceu na sexta (25), no Cemitério Municipal de Itu. Segundo a prefeitura, choveu 55 mm na cidade e as rajadas de vento chegaram a 65 km/h.

Enchentes

Equipes de resgate da Defesa Civil atuam nas buscas por duas pessoas que desapareceram durante as fortes chuvas no estado.

Em Campinas, interior paulista, onde as chuvas provocaram alagamentos pelos córregos Piçarrão e Serafim na quinta-feira (24), duas pessoas foram arrastadas pela enxurrada nas ruas Sílvio Noro e Ademar de Barros.

corpo de um jovem de 22 anos foi encontrado no início da tarde da última sexta-feira, pelo Corpo de Bombeiros.

Em Itapevi, na região metropolitana, um motoboy foi levado pelas águas na quarta-feira (23), e também ainda não foi localizado.

Telhado arrancado

Outras cidades do interior registraram grandes danos devido à tempestade. No distrito Campos de Holambra, em Paranapanema, uma escola que atende 500 crianças de 4 a 11 anos teve o telhado arrancado durante o temporal. O evento aconteceu após as aulas e não houve feridos. As aulas foram suspensas.

Em Avaré, as rajadas de vento durante um temporal destruíram barracões da Exposição Municipal Agropecuária, que estava em andamento. Havia cerca de 250 pessoas no local, mas ninguém se feriu, segundo a prefeitura.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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