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NASA abre a porta para partes interessadas privadas ajudarem a trazer amostras de Marte

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Esta imagem fornecida pela NASA mostra o rover Perseverance coletando amostras de rochas em Marte, em 31 de janeiro de 2023.

A NASA anunciou nesta terça-feira, 7 de janeiro, que estava reavaliando seus planos para cumprir a missão de trazer amostras de rochas de Marte de volta à Terra, considerando em particular que poderia recorrer à SpaceX e à Blue Origin, respectivas empresas dos bilionários Elon Musk e Elon Musk. Jeff Bezos. Esta reviravolta ocorre num momento em que a potência rival China planeia lançar uma missão semelhante por volta de 2028, de acordo com a mídia estatal, e poderá assim tornar-se o primeiro país a alcançar tal feito.

Leia a história: Artigo reservado para nossos assinantes O rover Perseverance explora o passado do planeta Marte

Desde 2021, o rover Perseverance tem pesquisado o Planeta Vermelho em busca de sinais de vida microbiana antiga que possa ter existido há bilhões de anos, quando Marte era mais quente e úmido do que hoje. Trinta amostras coletadas deverão ser transportadas para a Terra durante esta missão.

Mas uma viagem de ida e volta a Marte pode levar vários anos, devido à sua duração e complexidade. A NASA esperava inicialmente a repatriação das amostras por volta de 2030, mas esse prazo foi decidido no ano passado “irrealista” por uma auditoria interna que estimou que talvez só regressassem em 2040. “Era simplesmente inaceitável”lançou Bill Nelson, chefe da NASA, em entrevista coletiva na terça-feira.

A escolha será feita em 2026

Confrontada com custos e atrasos explosivos, a agência espacial americana deve, portanto, repensar a missão. Isto envolve determinar como transportar a espaçonave para Marte que irá coletar as amostras e lançá-las em órbita. Serão então recolhidos por um veículo da Agência Espacial Europeia (ESA) que os transportará para a Terra.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes NASA planeja trazer menos amostras de Marte

A NASA está agora considerando duas opções que permitiriam um retorno estimado entre 2035 e 2039, disse Nelson. Um deles é baseado na utilização de um ator privado durante a primeira etapa da missão, e o outro em um sistema já utilizado pela NASA durante os pousos dos rovers Perseverance e Curiosity na superfície de Marte. A agência espacial americana deverá decidir entre estas duas opções em 2026.

“Queremos devolver os trinta tubos de titânio o mais rápido possível, pelo menor preço”disse o Sr. Nelson. As opções estudadas deverão permitir à NASA poupar dinheiro. Os custos da missão inicial tinham sido estimados em 11 mil milhões de dólares (cerca de 10,6 mil milhões de euros) pelos especialistas em 2024, quase o dobro dos inicialmente anunciados. Com estas novas vias, deverão cair para entre 5,8 mil milhões e 7,7 mil milhões de dólares, disseram as autoridades.

Nelson disse que caberia à administração Trump decidir a melhor forma de recuperar as amostras de Marte e que os fundos deveriam ser disponibilizados agora para que isso acontecesse. Para substituir o chefe da NASA, Donald Trump nomeou o bilionário tecnológico Jared Isaacman, o primeiro astronauta privado a realizar uma caminhada espacial.

Le Monde com AP e AFP

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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