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Netanyahu de Israel jura que a guerra em Gaza ‘não acabou’ após suposto assassinato de Sinwar | Notícias do conflito Israel-Palestina

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O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, declarou que a guerra em Gaza “não acabou” após o alegado assassinato do líder do Hamas, Yahya Sinwar, mesmo quando os líderes ocidentais expressaram esperança de que a sua morte representaria uma oportunidade para pôr fim ao conflito que já dura um ano.

“Hoje, o mal sofreu um duro golpe, mas a tarefa que temos pela frente ainda não está concluída”, disse Netanyahu num discurso gravado na quinta-feira.

Os sentimentos de Netanyahu foram ecoados por outros políticos israelenses proeminentes, incluindo Benny Gantz, líder do partido de centro-direita Unidade Nacional.

Gantz, que renunciou ao gabinete de guerra de emergência de Netanyahu em junho em meio a divergências sobre a forma como o primeiro-ministro lidou com a guerra, disse que a “missão não acabou” e que as forças israelenses operarão em Gaza nos “próximos anos”.

O chefe militar israelita, Herzi Halevi, disse que embora as suas forças tivessem acertado “as contas” com Sinwar, as suas forças continuariam a lutar “até capturarmos todos os terroristas envolvidos no massacre de 7 de Outubro e trazermos todos os reféns para casa”.

Os militares de Israel disseram ter matado Sinwar, acusado pelas autoridades israelenses de ser o mentor dos ataques do Hamas em 7 de outubro, em um tiroteio na quarta-feira em Rafah, no sul de Gaza.

O Hamas não confirmou nem comentou a alegada morte de Sinwar.

As observações dos principais líderes israelitas pareceram diminuir as expectativas entre os líderes ocidentais de que a alegada morte de Sinwar aceleraria o fim da guerra.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, cuja administração é o mais importante apoiador político e fornecedor de armas de Israel, disse que a suposta morte do líder palestino era uma oportunidade para um “dia seguinte em Gaza” e um acordo político que proporcionasse um “futuro melhor para israelenses e palestinos”. parecido”.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, manteve chamadas telefónicas separadas com os seus homólogos na Arábia Saudita e no Qatar sobre a alegada morte de Sinwar e “os esforços para acabar com o conflito e garantir a libertação dos reféns”, disse o Departamento de Estado dos EUA.

Falando durante a campanha, a vice-presidente dos EUA e candidata democrata, Kamala Harris, disse que chegou uma oportunidade para “finalmente acabar com a guerra em Gaza”.

“E deve terminar de tal forma que Israel esteja seguro, os reféns sejam libertados, o sofrimento em Gaza acabe e o povo palestino possa realizar o seu direito à dignidade, segurança, liberdade e autodeterminação”, disse Harris à margem de uma campanha. evento em Wisconsin.

“E é hora de o dia seguinte começar sem o Hamas no poder.”

Na Europa, o presidente francês Emmanuel Macron descreveu a alegada morte de Sinwar como um “ponto de viragem”.

“Devemos aproveitar esta oportunidade para garantir a libertação de todos os reféns e para que finalmente se ponha fim à guerra”, disse Macron aos jornalistas após as conversações da cimeira da União Europeia em Bruxelas.

O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, também expressou esperança de que a alegada morte do principal líder do Hamas conduza a um cessar-fogo.

Embora Netanyahu tenha alertado que a guerra não acabou no seu discurso, ele também sugeriu que o alegado assassinato de Sinwar tinha trazido o fim do conflito mais perto da vista.

“Embora este não seja o fim da guerra em Gaza, é o começo do fim”, disse ele.

“Para o povo de Gaza, tenho uma mensagem simples: esta guerra pode terminar amanhã”, acrescentou.

“Isso pode acabar se o Hamas depor as armas e devolver os nossos reféns.”

Daniel Levy, presidente do Projecto EUA/Médio Oriente e antigo conselheiro do governo israelita, disse, no entanto, que matar Sinwar não acabaria com a resistência palestiniana em Gaza.

“’Isto é como Osama bin Laden – foi o que o presidente americano disse. Você mata um terrorista e tudo fica feliz para sempre. Mas este é um movimento de resistência enraizado no seu povo porque o seu povo é oprimido e tem os seus direitos negados”, disse Levy à Al Jazeera.

“Isso vai continuar e as pessoas vão olhar para isso e ver alguém, imagino, que é um mártir que dá maior brilho a esta causa dos palestinos”, acrescentou.

Pelo menos 42.409 pessoas foram mortas em Gaza desde o início da guerra, segundo o ministério da saúde do enclave.

Mais de 1.130 pessoas foram mortas nos ataques do Hamas em 7 de outubro, segundo as autoridades israelenses.

Entre as mais de 250 pessoas feitas prisioneiras pelo Hamas em 7 de Outubro, 101 ainda estão desaparecidas, de acordo com os registos israelitas, sendo que pelo menos metade das quais as autoridades israelitas acreditam ainda estar viva.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto voltado à educação na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac lançou o projeto de extensão “Tecendo Teias de Aprendizagem: Cazumbá-Iracema”, em solenidade realizada nesta sexta-feira, 6, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. A ação é desenvolvida em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Associação dos Seringueiros da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema.

Viabilizado por meio de emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), o projeto tem como foco promover uma educação contextualizada e inclusiva, com ações voltadas para docentes e estudantes da reserva, como formação em metodologias inovadoras, implantação de hortas escolares, práticas agroecológicas sustentáveis e produção de um documentário com registros da memória cultural da comunidade.

A reitora Guida Aquino destacou a importância da iniciativa. “É um momento ímpar da universidade, que cumpre de fato seu papel social. O projeto nasce a partir da escuta da comunidade, com apoio fundamental do senador Petecão, que tem investido fortemente na educação.” Ela também agradeceu o apoio financeiro para funcionamento da instituição. “Se não fossem as emendas, não teríamos fechado o ano passado com energia, segurança e limpeza garantidas.”

Petecão frisou que o investimento em educação é o melhor caminho para transformar a realidade da juventude e manter as comunidades nas reservas. “Não tem sentido incentivar as pessoas a deixarem a floresta. O mundo todo quer conhecer a Amazônia e o nosso povo quer sair de lá. Está errado. A reserva Cazumbá-Iracema é um exemplo de paz e organização, e esse projeto pode virar referência nacional.”

Ele reafirmou seu apoio à universidade. “A Ufac é um patrimônio do Acre. Já destinamos mais de R$ 40 milhões em emendas para a instituição. Vamos continuar apoiando. Educação não tem partido.”

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, explicou que a proposta foi construída a partir de escutas com lideranças da reserva. “O projeto mostra que a universidade pública é espaço de formulação de políticas. Educação é direito, não mercadoria.” Ele também defendeu a atualização da legislação que rege as fundações de apoio, para permitir a inclusão de moradores de comunidades extrativistas como bolsistas em projetos de extensão.

Durante o evento, foram entregues placas de agradecimento à reitora Guida Aquino, ao senador Sérgio Petecão e ao pró-reitor Carlos Paula de Moraes, além de cestas com produtos da comunidade.

A reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema possui cerca de 750 mil hectares nos municípios acreanos de Sena Madureira e Manoel Urbano, com 18 escolas, 400 estudantes e aproximadamente 350 famílias.

Também participaram da mesa de honra o coordenador do projeto, Rodrigo Perea; o diretor do Parque Zoobotânico, Harley Araújo; o chefe do ICMBio em Sena Madureira, Aécio dos Santos; a subcoordenadora do projeto, Maria Socorro Moura; e o estudante Keven Maia, representante dos alunos da Resex.



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Grupo de pesquisa da Ufac realiza minicurso sobre escrita científica — Universidade Federal do Acre

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Grupo de pesquisa da Ufac realiza minicurso sobre escrita científica — Universidade Federal do Acre

O grupo de pesquisa Elos: Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional, da Ufac, realiza o minicurso Escrita Científica em 12 de fevereiro, em local ainda a ser definido. A ação visa proporcionar uma introdução aos fundamentos da produção acadêmica. A carga horária do minicurso é de duas horas e os participantes receberão certificado. As inscrições estão disponíveis online.

Serão ofertadas duas turmas no mesmo dia: turma A, às 13h30, e turma B, às 17h20. A atividade é coordenada pela professora Graziela Gomes, do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Aplicadas.

A metodologia inclui exposição teórica e atividades práticas orientadas. A atividade abordará técnicas de citação, paráfrase, organização textual e ética na escrita científica, contribuindo para a redução de dificuldades recorrentes na elaboração de trabalhos acadêmicos e para a prevenção do plágio não intencional.

 

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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza formatura de alunos do CAp pela 1ª vez no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Ufac realizou a cerimônia de certificação dos estudantes concluintes do ensino médio do Colégio de Aplicação (CAp), referente ao ano letivo de 2025. Pela primeira vez, a solenidade ocorreu no campus-sede, na noite dessa quinta-feira, 29, no Teatro Universitário, e marcou o encerramento de uma etapa da formação educacional de jovens que agora seguem rumo a novos desafios acadêmicos e profissionais.

A entrada da turma Nexus, formada pelos concluintes do 3º ano, foi acompanhada pela reitora Guida Aquino; pelo diretor do CAp, Cleilton França dos Santos; pela vice-diretora e patronesse da turma, Alessandra Lima Peres de Oliveira; pelo paraninfo, Gilberto Francisco Alves de Melo; pelos homenageados: professores Floripes Silva Rebouças e Dionatas Ulises de Oliveira Meneguetti; além da inspetora homenageada Suzana dos Santos Cabral.

Guida destacou a importância do momento para os estudantes, suas famílias e toda a comunidade escolar. Ela parabenizou os formandos pela conquista e reconheceu o papel essencial dos professores, da equipe pedagógica e dos familiares ao longo da caminhada. “Tenho certeza de que esses jovens seguem preparados para os próximos desafios, levando consigo os valores da educação pública, do conhecimento e da cidadania. Que este seja apenas o início de uma trajetória repleta de conquistas. A Ufac continua de portas abertas e aguarda vocês.”

Durante o ato simbólico da colocação do capelo, os concluintes reafirmaram os valores que orientaram sua trajetória escolar. Em nome da turma, a estudante Isabelly Bevilaqua Rodrigues fez o discurso de oradora.

A cerimônia seguiu com a entrega dos diplomas e as homenagens aos professores e profissionais da escola indicados pelos concluintes, encerrando a noite com o registro da foto oficial da turma.

 



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