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Nomeações de recesso: Trump pode ignorar o Senado para nomear Gaetz e outros assessores? | Notícias de política
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Ao longo da sua carreira empresarial, mediática e política, Donald Trump demonstrou vontade de quebrar a norma.
Mas a última proposta do presidente eleito dos Estados Unidos para acabar com os processos estabelecidos usado para nomear funcionários do gabinete para a sua próxima administração representa graves riscos para o Estado de direito no país, dizem os especialistas.
Poucos dias depois sua vitória eleitoral este mês, Trump invocou em 10 de novembro uma disposição da Constituição dos EUA que lhe permitiria nomear membros do gabinete sem a confirmação do Senado.
“Qualquer senador republicano que busque a cobiçada posição de LIDERANÇA no Senado dos Estados Unidos deve concordar com as nomeações de recesso (no Senado!), sem as quais não seremos capazes de confirmar as pessoas em tempo hábil”, escreveu Trump nas redes sociais, solicitando todos os três candidatos ao papel de liderança dissessem rapidamente que obedeceriam.
A sugestão de usar as chamadas “nomeações de recesso” despertou preocupação à medida que Trump continua a lançar uma lista de nomeados controversos para cargos-chave dentro de seu governo, incluindo incendiários de extrema direita. Matt Gaetz como chefe do Departamento de Justiça dos EUA.
Ignorar o Senado diluiria o sistema de freios e contrapesos que fornece ao Congresso a supervisão do poder executivo, disseram analistas à Al Jazeera, ao mesmo tempo que daria efetivamente a Trump ainda mais poder num momento em que Os republicanos detêm o controle da “trifeta” da Casa Branca, Senado e Câmara dos Representantes.
“A seleção do gabinete é a principal forma pela qual o presidente exerce o poder”, disse David Froomkin, professor assistente do Centro Jurídico da Universidade de Houston, especializado em direito administrativo.
“Eliminar o controle mais importante desse poder daria enorme poder ao presidente.”
Qualquer senador republicano que busque o cobiçado cargo de LIDERANÇA no Senado dos Estados Unidos deve concordar com as nomeações de recesso (no Senado!), sem as quais não seremos capazes de confirmar as pessoas em tempo hábil. Às vezes, as votações podem levar dois anos ou mais. Isso é…
-Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 10 de novembro de 2024
Um vestígio do passado
Mas o que exatamente é um compromisso de recesso?
O processo remonta aos primórdios do país, quando o Congresso dos EUA entrava em recesso durante meses seguidos, geralmente durante o verão.
Quando os legisladores se foram e surgiu uma vaga, a Constituição dos EUA permitiu ao presidente nomear alguém sem confirmação, embora apenas até ao final da próxima sessão do Congresso, explicou Gabe Neville, consultor sénior do escritório de advocacia Covington & Burling, que se concentra sobre práticas regulatórias.
“Na era moderna, quando o Congresso está em sessão a maior parte do tempo, houve algumas mudanças na forma como o processo funciona e é usado”, disse Neville.
Os legisladores já não viajam em diligências e comboios, por exemplo, pelo que já não há necessidade de o presidente preencher vagas numa base de emergência porque o Congresso não se reunirá durante meses.
Mas as nomeações para o período de férias persistiram, embora não ao nível do gabinete de alto nível.
Os ex-presidentes usaram a disposição principalmente para acelerar a aprovação dos juízes federais – mas a autoridade aplica-se tecnicamente a qualquer pessoa nomeada, incluindo membros do alto gabinete e juízes do Supremo Tribunal.
O ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, fez 139 nomeações de recesso para cargos de tempo integral, por exemplo, e seu sucessor, George W Bush, fez 171. Depois disso, o presidente Barack Obama fez 32 antes de uma decisão da Suprema Corte dos EUA em 2014 restringir a capacidade do presidente de invocar o poder aos períodos em que o Senado esteve em recesso por pelo menos 10 dias.
Receoso em dar demasiado poder ao presidente, no passado o Congresso contornou a disposição convocando o que é conhecido como sessões “pro forma”, quando nenhum trabalho real está a ser feito, apenas para impedir o presidente de usar a autoridade.
“Portanto, um membro de Maryland ou Virgínia que mora nas proximidades entraria e convocaria a Câmara e o Senado para uma sessão e então encerraria imediatamente o dia. Mas tecnicamente eles estão em sessão naquele dia”, disse Neville à Al Jazeera.
Mas, em teoria, os membros do Congresso também poderiam decidir entrar em recesso precisamente para permitir que o presidente fizesse nomeações para o recesso – e Neville disse que há uma oportunidade agora, com os republicanos no controle do Congresso e Trump na Casa Branca, para o Partido Republicano. legisladores façam isso.
“E nós realmente não vimos isso antes”, disse ele.
Enviando uma mensagem
Ainda assim, não está claro quando – ou mesmo se – Trump poderá invocar a autoridade de nomeação para o recesso, ou se o Congresso entraria em recesso para lhe permitir fazê-lo.
O novo Congresso terá início em 3 de janeiro, três semanas antes da tomada de posse presidencial, e os senadores republicanos planeiam iniciar imediatamente as audiências sobre os nomeados para o gabinete de Trump.
Se Trump nomeasse um dos seus nomeados durante um recesso no Congresso, essa pessoa só permaneceria no cargo durante o restante dos dois anos do Congresso.
Mas ao mencionar a disposição, Trump – a quem críticos acusam de autoritarismo – está a enviar uma mensagem aos legisladores, mesmo aos do seu próprio partido, de que poderá ter pouca paciência com a sua resistência.
“Se o Senado concordar com a exigência de Trump, será o primeiro som alto de rasgamento da Constituição”, escreveu Michael Waldman, presidente do Centro Brennan para Justiça da Faculdade de Direito da Universidade de Nova Iorque, num artigo de opinião.
Nicholas Xenakis, ex-conselheiro-chefe da falecida senadora democrata Dianne Feinstein, que também trabalha no escritório de advocacia Covington & Burling, disse à Al Jazeera que o presidente eleito também pode estar invocando o poder como “alavancagem”.
“Tipo, ‘Ei, Senado, não me faça usar esse poder que tenho. Apresse-se e confirme meus indicados”, disse ele.
“Os partidos (da oposição) muitas vezes demoram muito a confirmar os nomeados porque não apoiam a agenda do presidente”, disse Xenakis, acrescentando que tais situações ocorreram durante o primeiro mandato de Trump, bem como durante a administração do presidente democrata Joe Biden.
“Portanto, isso pode ser usado apenas como uma forma de recuar”, disse ele.
Evite o escrutínio público
Ainda assim, com os republicanos a controlar o Senado, esse tipo de resistência é menos provável, embora se espere que alguns dos nomeados mais controversos de Trump, como Gaetz, enfrentem oposição até mesmo do Partido Republicano.
Gaetz, um ex-congressista da Flórida que renunciou ao Congresso dos EUA na semana passada depois que Trump o escolheu para liderar o Departamento de Justiça, enfrentou um série de investigações por suposto comportamento impróprio e ilegal.
Sua renúncia ocorreu dias antes da divulgação planejada de uma investigação do Comitê de Ética da Câmara sobre alegações contra ele que incluíam má conduta sexual.
Froomkin, do Centro Jurídico da Universidade de Houston, disse que Trump pode estar pensando em suspender as nomeações em meio a temores de que seus indicados sejam radicais demais para serem confirmados, mesmo por um Senado de maioria republicana.
O presidente eleito também pode querer evitar o escrutínio público que acompanha o processo de confirmação, especialmente para os nomeados “com esqueletos no armário”, disse Froomkin.
Ou, acrescentou Froomkin, Trump pode estar invocando nomeações para o recesso apenas para querer estar no comando. “Trump disse que quer ser um ditador”, disse ele à Al Jazeera. “Ele pode simplesmente se ressentir da existência de restrições ao seu poder.”
Enquanto isso, os principais republicanos até agora não pareciam dispostos a rejeitar publicamente a perspectiva de nomeações para o recesso.
John Thune, um senador republicano que foi escolhido como o próximo líder da maioria da câmara na semana passada, prometeu manter “um cronograma agressivo” até que os indicados de Trump sejam confirmados e não retirou da mesa as nomeações para o recesso.
O presidente republicano da Câmara, Mike Johnson, também não descartou a possibilidade de adiar o Congresso para permitir que o presidente eleito nomeie membros do gabinete sem a aprovação do Senado.
“Avaliaremos tudo isso no momento apropriado e tomaremos a decisão apropriada”, disse Johnson em entrevista à NBC News no domingo. “Pode haver uma função para isso. Teremos que ver como isso se desenrola.”
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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