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Número de mortos na guerra de Israel em Gaza ultrapassa 45 mil | Notícias do conflito Israel-Palestina

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À medida que a guerra se aproxima do 15º mês, os palestinos enfrentam perdas “insuportáveis”, com 52 mortos levados para hospitais só no último dia.

A guerra de Israel contra Gaza já matou mais de 45.000 pessoas, confirmou o Ministério da Saúde no enclave palestino sitiado e maltratado.

O número revisto de mortos, que inclui 17 mil crianças, foi anunciado pelas autoridades na segunda-feira, marcando outro marco sombrio na guerra de 14 meses.

Não inclui os 11 mil palestinos desaparecidos que se acredita estarem presos sob os escombros.

“A quantidade de perdas de vidas em Gaza é insuportável entre os palestinos que vivem esta guerra há mais de 14 meses”, disse Hind Khoudary da Al Jazeera.

“Todos os aspectos da vida, incluindo escolas, abrigos e hospitais, foram alvo das forças israelitas”, disse Khoudary, reportando a partir de Deir el-Balah, no centro da Faixa.

No norte de Gaza, que está sob um cerco ainda mais apertado, a situação era especialmente angustiante, disse Khoudary.

“Continuam os constantes bombardeamentos e ataques aéreos – quadricópteros perseguem e matam palestinos nas ruas”, disse ela, acrescentando que as equipes de resgate não conseguiram chegar às pessoas.

“Temos visto muitos palestinos no terreno e ninguém conseguiu chegar até eles”, disse ela, aludindo ao massacre em Escola Khalil Oweida em Beit Hanoon no domingo.

A manhã de segunda-feira também foi “sangrenta”, disse Tareq Abu Azzoum da Al Jazeera, reportando do centro da Faixa em meio ao som de explosões enquanto os militares israelenses atacavam civis no campo de refugiados vizinho de Nuseirat.

Autoridades de saúde palestinas relataram que 52 pessoas mortas chegaram a hospitais na Faixa bombardeada nas últimas 24 horas.

Os médicos dizem que 10 dos recém-chegados – incluindo dois pais e seus dois filhos – foram mortos num ataque israelense noturno a uma casa no bairro de Shujayea, no leste da Cidade de Gaza, na Cidade de Gaza.

Um ataque separado em Escola Ahmad Bin Abdul Aziz na cidade de Khan Younis, no sul, matou no domingo pelo menos 20 palestinos deslocados.

Os militares israelitas alegaram ter “conduzido um ataque preciso” contra membros do Hamas que operavam dentro do complexo escolar, mas não forneceram provas.

Na segunda-feira, pessoas em luto se reuniram para o funeral do jornalista da TV Al Jazeera Ahmed al-Louhmorto junto com cinco trabalhadores palestinos da defesa civil em um ataque ao campo de refugiados de Nuseirat no dia anterior.

O número total de mortos equivale agora a cerca de 2% da população de Gaza antes da guerra, de cerca de 2,3 milhões.

Pessoas em luto comparecem ao funeral do palestino Ahmed al-Louh, videojornalista da Al Jazeera, e de membros da Defesa Civil Palestina que foram mortos em um ataque israelense ao centro de emergência civil, em 16 de dezembro de 2024 (Ramadan Abed/Reuters)



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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