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Números da sorte, apostas, probabilidade e muito mais!
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1 ano atrásem
Nesse ano a Mega da Virada sorteia R$ 600 milhões, o maior prêmio da história da loteria. Os apostadores ainda têm alguns dias para fazerem suas apostas nesta que é a principal loteria da Caixa Econômica. Veja a probabilidade, números mais e menos sorteados.
No dia 31 de dezembro alguém vai ficar milionário com o prêmio de R$ 600 milhões da Mega da Virada. A aposta mínima tem o valor de R$ 5 e o apostador pode escolher até 6 dezenas. Conhecer um pouco melhor essa loteria pode te ajudar a levar um prêmio milionário.
Como a Mega da Virada não acumula, se ninguém acertas as seis dezenas, o prêmio segue para quem acertar cinco. Se ainda assim nenhum ganhador for identificado, ganha quem acertar quatro dezenas e assim por diante, até que seja identificado pelo menos um ganhador.
Probabilidade de acerto na Mega da Virada
| Valor da aposta: | Probabilidade de acerto na Sena (prêmio máximo) | Probabilidade de acerto na Quina (5 números) | Probabilidade de acerto na Quadra (4 números) |
6 números | R$ 5,00 | Uma em 50.063.860 | Uma em 154.518 | Uma em 2.332
|
7 números
| R$ 35,00 | Uma em 7.151.980 | Uma em 44.981 | Uma em 1.038 |
8 números
| R$ 140,00 | Uma em 1.787.995 | Uma em 17.192 | Uma em 539 |
9 números
| R$ 420,00 | Uma em 595.998 | Uma em 7.791 | Uma em 312 |
10 números
| R$ 1.050,00 | Uma em 238.399 | Uma em 3.973 | Uma em 195 |
11 números
| R$ 2.310,00 | Uma em 108.363 | Uma em 2.211 | Uma em 129 |
12 números
| R$ 4.620,00 | Uma em 54.182 | Uma em 1.317 | Uma em 90 |
13 números
| R$ 8.580,00 | Uma em 29.175 | Uma em 828 | Uma em 65 |
14 números
| R$ 15.015,00 | Uma em 16.671 | Uma em 544 | Uma em 48 |
15 números
| R$ 25.025,00 | Uma em 10.003 | Uma em 370 | Uma em 37 |
16 números
| R$ 40.040,00 | Uma em 6.252 | Uma em 260 | Uma em 29 |
17 números
| R$ 61.880,00 | Uma em 4.045 | Uma em 188 | Uma em 23 |
18 números
| R$ 92.820,00 | Uma em 2.697 | Uma em 139 | Uma em 19 |
19 números
| R$ 135.660,00 | Uma em 1.845 | Uma em 105 | Uma em 16 |
20 números
| R$ 193.800,00 | Uma em 1.292 | Uma em 81 | Uma em 13 |
Números mais sorteados na Mega da Virada
Alguns números se destacam como os que mais saem nos sorteios, são eles:
- Sorteado quatro vezes: 10;
- Sorteadas três vezes: 03, 05, 20 e 36;
- Sorteadas duas vezes: 02, 11, 17, 18, 22, 33,034, 35, 37, 38, 40, 41, 42, 51, 53, 56, 58;
- Sorteadas uma vez: 01, 04, 06, 12, 14, 16, 24, 25, 27, 29, 30, 31,32, 43, 45, 46, 047, 49, 50, 52, 55, 57.
Por outro lado, algumas dezenas nunca foram sorteadas: 07, 08, 09, 13, 15, 19, 21, 23, 26, 28, 39, 44, 48, 54, 59, 60.
A especialista Laura Alvarenga, colaboradora do FDR, comenta sobre as dezenas sorteadas e o número de ganhadores.

(Imagem: Jeane de Oliveira/ FDR)
Como jogar na Mega da Virada?
As apostas podem ser feitas presencialmente nas Lotéricas da Caixa espalhadas por todo o país. Nesse caso basta pegar o volante, selecionar os números e registrar a aposta no caixa efetuando o pagamento.
Ou ainda pela internet através do site Loterias Online:
- Nessa opção o valor mínimo da aposta é de R$ 30.
- Isso significa que você pode registrar vários volantes da Mega da Virada ou ainda selecionar outras loterias.
- O pagamento é feito com uso de cartão de crédito.
- Nesse caso, basta acessar o site da loteria.
- Selecionar os números no volante que aparece na tela.
- Ir para Pagamento e fazer o login com o seu CPF.
Presencialmente ou pela internet, as apostas podem ser feitas até as 17h do dia 31 de dezembro. Já o sorteio acontece às 20h também do dia 31 de dezembro.
Os ganhadores terão o prazo de 90 dias para resgatarem seus prêmios, após isso os valores não retirados serão destinados ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies)
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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