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O Departamento de Justiça de Trump dispara funcionários que trabalharam para o promotor Jack Smith | Administração Trump

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Hugo Lowell in Washington and Lauren Gambino

O procurador -geral interino James McHenry demitiu na segunda -feira mais de uma dúzia de promotores federais que trabalharam nos dois casos criminais contra Donald Trumpdizendo que eles não se podiam confiar em implementar a agenda do presidente para o Departamento de Justiça, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto.

A extensão precisa dos disparos não estava clara porque o departamento não divulgou nomes. Na época em que os casos foram demitidos no ano passado, depois que Trump venceu a eleição, o advogado especial Jack Smith teve 17 promotores ligados à sua equipe.

O expurgo não foi inesperado, já que Trump prometeu, na trilha da campanha, a demitir Smith, mas os disparos abruptos estavam chocando quando o procurador -geral interino mirou os promotores de carreira que haviam servido no departamento por anos através de mudanças nas administrações e desapareceram de volta aos seus antigos empregos.

Smith acusou Trump em dois casos criminais: na Flórida, por manipular documentos classificados em seu Mar-a-Lago clube e desafiando uma intimação comandando seu retorno; e em Washington, por tentar anular os resultados das eleições de 2020.

Nos avisos de rescisão transmitidos aos promotores que trabalharam na equipe de Smith, McHenry escreveu que eles estavam sendo dispensados ​​como resultado de seu “papel significativo na acusação do presidente Trump”, o que significava que eles não se podiam confiar em “ajudar na implementação fiel do presidente do presidente agenda”.

O término da equipe de Smith vem quando as principais mudanças de pessoal abalam o escritório do procurador -geral adjunto, onde o principal funcionário da carreira Brad Weinsheimer foi informado de que ele poderia ser reatribuído a um post ou renunciar menos poderoso, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto.

Weinsheimer, um veterano altamente respeitado do Departamento de Justiça, foi nomeado para seu cargo atual em uma base intermediária pelo primeiro procurador -geral de Trump, Jeff Sessions, que se tornou permanente pelo procurador -geral final de Trump, Bill Barr.

Mas Trump, desde então, azedou em sessões e Barr, e seus endossos parecem não ter ajudado a Weinsheimer como o novo Administração Trump Movimentos para limpar a liderança sênior do Departamento de Justiça enquanto eles se preparam para usá -lo para fazer cumprir a agenda pessoal e política de Trump.

A Casa Branca e um porta -voz do Departamento de Justiça não puderam ser encontrados imediatamente para comentar os movimentos do pessoal, que foram relatados anteriormente pela Fox News.

Logo depois que Trump anunciou sua oferta presidencial em novembro de 2022, o procurador -geral Merrick Garland nomeou Smith para servir como um advogado especial que supervisiona a investigação de Trump. Smith renunciou antes de Trump assumir o cargo.

Em um relatório divulgado este mês, Smith concluiu que o presidente se envolveu em um “esforço criminal sem precedentes” para se apegar ao poder depois de perder as eleições de 2020, mas foi frustrado em levar o caso a julgamento pela vitória das eleições de Trump em novembro. Smith também investigou a retenção de documentos classificados por Trump depois de deixar a Casa Branca, entrando com um segundo processo federal na Flórida.

Os advogados de Trump chamaram o relatório de Smith politicamente motivado. O presidente nega qualquer irregularidade nos casos, os quais Smith caiu logo após a vitória das eleições de Trump, citando

As duas investigações de advogados especiais resultaram em acusações, mas Smith abandonou os casos contra Trump após a eleição, citando uma política do Departamento de Justiça de longa data que proíbe a acusação de um presidente em exercício.

Em um desenvolvimento separado, o Wall Street Journal informou na segunda-feira que um promotor nomeado em Trump abriu uma revisão interna da decisão do Departamento de Justiça de cobrar centenas de 6 de janeiro de réus com crimes criminais em conexão com o ataque de 2021 ao Capitólio dos EUA.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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