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O “enigma” Lecornu, o único ministro sobrevivente da presidência de Macron
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2 anos atrásem
“Onde está Lecornu? » Gérald Darmanin procura seu amigo Sébastien Lecornu. No dia 29 de setembro, em Tourcoing (Norte), onde regressa à escola, o antigo Ministro do Interior desliza uma bola para o campo de petanca, antes de dar lugar aos seus ex-colegas de governo, Gabriel Attal e Agnès Pannier-Runacher . “E Lecornu? Ele não joga, Lecornu? »ele repete. Vestido como um padre – gola alta preta, calça de veludo preto, jaqueta de tweed – a pessoa, que voluntariamente se afasta das câmeras, fica invisível. Enquanto 700 soldados da paz franceses, inserido na força UNIFIL na fronteira entre Israel e o Líbanoestão sob o fogo dos ataques do exército israelita, o Ministro da Defesa não quer aparecer num campo de bowling num domingo.
Prudência e discrição são as duas chaves para a sua excepcional longevidade no governo. Assistente parlamentar mais jovem (em 2005, aos 19 anos), conselheiro ministerial mais jovem (no gabinete de Bruno Le Maire, em 2008), eleito em 2015 o mais jovem presidente do conselho departamental de Eure, então um dos mais jovens do governo de Édouard Philippe, é, aos 38 anos, o único ministro sobrevivente, embora seja quase desconhecido dos franceses. “Uma façanha e um enigma”observa um dos seus antigos colegas, que se interroga sobre a ascensão meteórica deste macronista adoptivo que só conheceu o presidente quando este foi nomeado secretário de Estado da Ecologia, no dia do primeiro conselho de ministros, em 2017. Sete anos depois, foi o próprio Emmanuel Macron quem insistiu em mantê-lo na defesa, contra o conselho de Michel Barnier, que queria renovar as caras.
Sébastien Lecornu, que publicou Rumo à guerra? (Plon, 288 p., 20 euros), há muito que se juntou ao círculo interno do poder. Associado à maioria dos conclaves políticos, é um pilar do “clube dos rapazes do Eliseu” – outro nome da Corte, em Macroniano –, onde golpes políticos são tramados diante de um ensopado de carne de veado, enquanto competem em imitações ou réplicas de Michel Auditório. O Ministro da Defesa é regularmente convidado para jantar pelo casal Macron no final de agosto em Brégançon (Var). Ou para um whisky nocturno no Elysée, onde conhece os seus cúmplices Thierry Solère e Gérald Darmanin, outros dois desertores da direita, ex-mestres na arte de distrair os seus “Raïs”. “Ele escolheu um nicho: sussurrar no ouvido do monarca”observa um macronista, que elogia a sua absoluta ” lealdade “.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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17 horas atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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