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O Google pagou o equivalente a 67 milhões de euros à mídia canadense pela utilização de seu conteúdo

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O logotipo do Google na sede da empresa em Mountain View, Califórnia, em 13 de agosto de 2024.

No âmbito de um acordo alcançado com o governo canadiano em outubro de 2023, a Google anunciou na sexta-feira, 3 de janeiro, que pagou 100 milhões de dólares canadianos (mais de 67 milhões de euros) aos meios de comunicação nacionais para utilizarem o seu conteúdo.

Os fundos foram pagos ao Canadian Journalism Collective, uma organização sem fins lucrativos criada especificamente para gerir a distribuição deste dinheiro, confirmou um porta-voz do Google à Agence France-Presse.

A gigante digital pretende continuar a cumprir os compromissos assumidos neste acordo, que prevê um novo pagamento no final de 2025, acrescentou este porta-voz.

Paul Deegan, presidente da News Media Canada, uma organização que representa centenas de editores, saudou um acordo que oferece compensação “muito superior” ao que foi feito noutros lugares, cada meio de comunicação pode esperar obter 20.000 dólares canadianos por jornalista.

Práticas anticoncorrenciais na publicidade online

Embora o Google e o governo canadense tenham conseguido chegar a um acordo sobre este assunto, as relações continuam tensas desde que Ottawa acusa o gigante americano de práticas anticoncorrenciais no mercado de publicidade online. Em Novembro de 2024, o Canadian Competition Bureau iniciou um processo contra a empresa Mountain View (Califórnia), decidindo que o maior fornecedor de tecnologia de publicidade na Internet do Canadá tinha abusado da sua posição dominante ao adoptar “comportamento que visa garantir a manutenção e consolidação do seu poder comercial”.

As práticas publicitárias do Google também são objeto de investigações ou processos no Reino Unido e na União Europeia.

O grupo californiano está atualmente nos tribunais dos Estados Unidos. Em novembro de 2024, o Departamento de Justiça pediu a um juiz que ordenasse a venda do seu motor de busca, o Chrome, que foi acusado de práticas anticoncorrenciais. Num outro julgamento, um júri de um tribunal federal em Washington já considerou o Google culpado de práticas anticompetitivas em pesquisas na Internet.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Por que o Google está ameaçado de se separar de seu navegador Chrome

O mundo com AFP

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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