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O governo Trump inicia as demissões em massa no Media Outlet Voice of America | Notícias da mídia

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O governo Trump inicia as demissões em massa no Media Outlet Voice of America | Notícias da mídia

Os contratados enviaram o email notificando -os sobre sua rescisão a partir de 31 de março.

A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começou a demitir funcionários em Voz of America (VOA) Depois de assinar uma ordem executiva para colocar quase todos os funcionários na rede de mídia financiada pelo estado em licença.

Os funcionários da VOA que trabalham contratual no domingo receberam um e -mail informando que estavam sendo demitidos a partir de 31 de março.

No e -mail, que foi visto pela Al Jazeera, a Agência dos EUA para a Mídia Global (USAGM) disse que os contratados devem “interromper todo o trabalho imediatamente” e “não têm permissão para acessar nenhum prédio ou sistema de agência”.

“Os contratados, inclusive eu, na Voice of America, acabaram de receber um e-mail notificando que nossos contratos serão encerrados a partir de 31 de março de 2025”, disse Misha Komadovsky, correspondente da Casa Branca do serviço de língua russa da VOA, em um post no X.

A medida ocorre depois que Trump assinou na sexta -feira uma ordem executiva para eliminar efetivamente o USAGM, que também recebe a Radio Free Europe e Radio Free Asia, juntamente com outras seis agências federais.

Em um comunicado, a Casa Branca disse que a medida “garantiria que os contribuintes não estejam mais no gancho de propaganda radical” e listou uma série de críticas à saída por mídia conservadora e legisladores.

A diretiva de Trump é a mais recente de uma série de movimentos a atrair condenação dos grupos de defesa da liberdade da mídia, incluindo repórteres sem fronteiras e o comitê para proteger os jornalistas, que classificaram a última ordem “distópica”.

No mês passado, o governo Trump começou Exceto a Associated Press A Agência de Notícias dos Eventos sobre sua recusa em usar o “Golfo da América” após sua ordem executiva, mudando o nome do Golfo do México, e anunciou que decidiria quais jornalistas e organizações de mídia podem participar de pools de mídia.

A VOA e outras tomadas financiadas pelos EUA há muito tempo enfrentaram acusações de preconceito liberal de Trump e seus aliados, incluindo o czar Musk de corte de custos, que no mês passado alegou que as emissoras eram compostas por “pessoas radicais deixadas loucas conversando consigo mesmas”.

Durante o primeiro mandato de Trump, a Casa Branca acusou Voa de “falar pelos adversários da América – não por seus cidadãos”.

Em 2020, um juiz federal decidiu que o CEO da USAGM, nomeado por Trump, Michael Pack agiu inconstitucionalmente investigando jornalistas no serviço de notícias sobre seu suposto preconceito.

Brian Padden, ex-chefe de Departamento de VOA na Coréia do Sul e Indonésia que se aposentou em 2020, disse que era “irritante” ouvir o governo Trump acusar Voa de disseminar a propaganda anti-EUA.

“No decorrer dos meus relatórios, fui baleado, agredido e até decapitado por um helicóptero explosivo no leste da Ucrânia”, disse Padden no Facebook no domingo.

“Em 2014, fui assediado por ativistas ou militantes pró-russos na Ucrânia que me acusaram e minha equipe de TV VOA de agentes de propaganda pró-americana. Tanto Musk quanto os militantes russos estão errados. VOA não faz propaganda. A VOA relata a notícia, que inclui a perspectiva de proponentes e críticos do presidente. ”

Desde a ordem executiva de sexta -feira, as transmissões da VOA ficaram quietas ou foram substituídas por música em várias regiões, incluindo partes da Ásia e do Oriente Médio.

Estabelecido durante a Segunda Guerra Mundial para combater a propaganda da Alemanha nazista, a VOA operava em mais de 40 idiomas e conquistou um público semanal de mais de 354 milhões de pessoas em todo o mundo.



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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