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O Homem Elefante, clássico dos anos 80, terá remake no cinema com Adam Pearson

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A competição de pão de queijo feita por essa família mineira viralizou nas redes. - Foto: @mateus_melis/Instagram

Um clássico dos palcos e do cinema está prestes a ganhar uma nova vida. Um remake de O Homem Elefante, filme que marcou os anos 80, deve estrear nos próximos anos.

A produção, prevista para começar a ser filmada na primavera de 2026, tem o roteiro assinado por Moby Pomerance, filho do dramaturgo original Bernard Pomerance. A peça conta a história de Joseph Merrick, um inglês que ficou famoso por causa da aparência física causada por uma doença congênita.

Adam Pearson é o ator escalado para viver Joseph nas telonas. Adam convive com neurofibromatose e é ativista pelos direitos das pessoas com deficiência. Ao ser escalado, ele fez história como o primeiro ator com deficiência a assumir o papel de Merrick nas telas.

Marcou gerações

A trajetória de Joseph Merrick, conhecido como O Homem Elefante, emocionou plateias ao redor do mundo.

A peça de Bernard estreou em 1977 no West End de Londres. Depois, brilhou na Broadway e é baseada nos relatos do médico Frederick Treves, que cuidou de Merrick no Hospital de Londres.

O texto original ganhou vida em diversas interpretações. Atores como David Bowie, Bradley Cooper e Mark Hamill já fizeram o papel do homem.

Mas foi no cinema que a história ficou conhecida mundialmente. O filme de David Lynch, lançado em 1980 e estrelado por John Hurt, embora não seja uma versão oficialmente ligada à peça, deu fama a Joseph.

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Nova adaptação

Apesar de ser uma nova adaptação, o filme promete ter o mesmo impacto dos antecessores dele.

A nova versão vai ser produzida por Stephen Nemeth e por Eve Pomerance.

Ainda sem diretor definido, o projeto promete dar um novo olhar à jornada de Joseph.

Representatividade importa

Adam Pearson, conhecido pelo público pela atuação em um Um Homem Diferente, traz uma camada inédita de verdade à figura de Joseph.

Segundo a produtora Eve Pomerance, filha do autor da peça, o pai dela sempre foi contra o uso de próteses em cena.

“Meu pai nunca quis que próteses fossem usadas no palco, pois sentia que isso tirava o público da história. Ele queria que todos se identificassem plenamente com Merrick, que se vissem nele. Frases como ‘Eu não sou um animal, eu sou um homem’, que se tornaram sinônimos da peça, ganharão um significado ainda maior com Adam contando esta história e permitindo que o público finalmente se coloque no lugar de Merrick. Meu pai ficaria extremamente animado em ver seu sonho se tornar realidade.”

Veja o trailer do filme dos anos 80!

The Elephant Man foi um grande sucesso dos anos 80. Foto: The Elephant Man The Elephant Man foi um grande sucesso dos anos 80. Foto: The Elephant Man



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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