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POLÍTICA

O perfil do eleitor que Lula mais perdeu desde o i…

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O perfil do eleitor que Lula mais perdeu desde o i...

Marcela Rahal

Num momento de baixa popularidade, o presidente Lula tem perdido apoio até daqueles que antes o aprovavam: os jovens. Segundo uma pesquisa do Instituto Paraná, divulgada nesta semana, entre os que votariam com certeza, Lula tem 17,6%, enquanto Bolsonaro registrou até mais, 20,8%, na faixa etária entre 16 e 24 anos.

Em entrevista ao programa Ponto de Vista, de VEJA, o diretor do Instituto diz que “o presidente Lula perdeu muita força não só nessa pesquisa nacional, mas na regional que a gente tem feito toda a semana, ele perde muita força entre os jovens. Ele tinha uma vantagem muito grande sobre o Bolsonaro, hoje praticamente ele empata com Bolsonaro ou com algum candidato do Bolsonaro”.

Esse é um sinal claro de como o governo não tem conseguido inovar, apresentar novas propostas, e também atingir esse público. Falta também adequar o discurso de uma forma que conquiste os jovens, espaço que tem sido ocupado pelo bolsonarismo.

O governo sabe e tem tentado agir para conter essa situação, mas está difícil de virar o jogo. A grande aposta para melhorar a popularidade é o projeto que foi enviado ao Congresso que isenta o Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Proposta que, se aprovada, só passa a valer em 2026, ano de eleição presidencial.

A dúvida é sobre a capacidade dessa medida, ao que tudo indica de forma isolada, de garantir uma vitória do presidente Lula, caso seja candidato a reeleição mesmo.

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OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

Frase do dia: Ciro Gomes | VEJA

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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POLÍTICA

Charge do JCaesar: 05 de maio

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Charge do JCaesar: 05 de maio

Felipe Barbosa

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