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o resumo da vitória dos Blues, dando-lhes o primeiro lugar no grupo

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Ao enfrentar a Itália, em Milão, no domingo, 17 de novembro, os Blues tinham uma dupla missão: esquecer o desempenho indigesto oferecido contra Israel na quinta-feira (0-0)e se vingar da Squadra Azzurra, que chegou a vencer em Paris em setembro (3-1). No final de uma actuação de sucesso e de um pequeno festival de Adrien Rabiot – autor de um duplo – e Lucas Digne, os Blues preencheram todos os requisitos e muito mais.

Ao vencer por 3 a 1, eles roubam o primeiro lugar do grupo 2 dos adversários da noite e facilitam sua tarefa diante das quartas-de-final, que jogarão contra um segundo grupo em março. Os Blues encerram especialmente em grande estilo um ano de altos e baixos, marcado pela aposentadoria internacional de Antoine Griezmann e pela imprecisão em torno de seu capitão, Kylian Mbappé.

O que lembrar da França-Itália:

O meio-campista dos Blues encontrou cor desde sua transferência surpresa para o Marselha neste verão. Rabiot marcou dois gols de cabeça, o primeiro para esfriar o San Siro logo no início da partida, o segundo para levar o placar para 3 a 1 e colocar seu time em segurança. No jogo víamos ele, com muito volume, ora ditando o ritmo da partida com a bola, ora fazendo valiosos esforços defensivos.

1-0, 2e : Adrien Rabiot sobe mais alto que todos para mandar de cabeça para o gol após escanteio de Lucas Digne.

2-0, 33e : os Blues conseguem uma boa cobrança de falta que parece destinada a um destro, mas Lucas Digne corre e manda um magnífico chute com o pé esquerdo, que entra na gaiola com a ajuda do goleiro Guglielmo Vicario e de suas costas.

2-1, 35e : Jules Koundé perde a concentração, tem a bola roubada do seu lado e Federico Dimarco consegue achar Andrea Cambiaso que reduz o placar com um voleio.

3-1, 65e : Lucas Digne, novamente, comanda em cobrança de falta excêntrica. Ele manda a bola para a cabeça de Adrien Rabiot, que consegue enquadrar o chute com o pé atrás. Digne-Rabiot, uma dupla vencedora.

Mike Maignan, ao microfone do TF1: “Queríamos nossa vingança, perdemos em setembro em casa (contra os italianos). Quando jogamos como uma equipa assim, quando nos esforçamos uns pelos outros, podemos fazer grandes coisas, e isso é digno da selecção francesa. »

Uma partida mais satisfatória para os Blues, mas acima de tudo muito bem sucedida em termos de lances de bola parada. Pela primeira vez desde 1991 e num jogo contra a Albânia (5-0), a selecção francesa marcou três golos em tempos definidos num jogo oficial. 23 anos depois, os Blues encontraram a solução neste sector!

  • O ponto de viragem da partida. Os Blues não vacilaram

Aos 35e minuto, Federico Dimarco reduz o placar após bela jogada pela esquerda, e dá início a um grande destaque italiano, durante o qual os locais vão pressionar para tentar recuperar o atraso antes do intervalo. Não necessariamente com grande confiança nos últimos meses, os Blues poderiam ter desistido, mas prepararam-se para proteger a sua vantagem, antes de aumentá-la no segundo acto.

Depois do péssimo jogo de quinta-feira contra Israel, não demorou muito para que esta Itália-França parecesse saborosa. No final das contas, os Blues se saíram muito melhor com um desempenho sólido, três gols marcados, incluindo um espetacular, e uma vitória sobre um adversário de prestígio no clássico europeu de encerramento do ano. Uma refeição festiva antes da hora.

A Liga das Nações pode não ter o prestígio de um Euro ou de um Mundial, mas os Blues não esconderam a alegria pela vitória, sinónimo do primeiro lugar do grupo.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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