ACRE
O sobrecarregado calendário do futebol está reduzindo a qualidade, mas aumentando o drama | Futebol
PUBLICADO
2 anos atrásem
Jonathan Wilson
EUFoi um fim de semana muito bom para o Liverpool e um fim de semana muito bom para a Premier League. É uma rodada de jogos, e falhas e peculiaridades acontecem. Mas o fato de três dos quatro primeiros colocados na manhã de sábado terem perdido foi não apenas revigorante – talvez esta não seja uma liga inteiramente predeterminada por quanto dinheiro você tem – mas também, talvez, parte de um padrão.
E esse padrão é de um futebol um pouco irregular, um pouco áspero, um pouco sem a fluidez e a qualidade a que estamos acostumados, o que talvez não seja tão bom. Deixando de lado o empate de Moisés Caicedo, o empate do Chelsea com o Manchester United em O espetáculo de domingo foi um jogo extremamente limitado. A sensação neste outono tem sido de que muitas equipes repletas de bons jogadores não jogaram muito bem.
A derrota do Aston Villa para o Tottenham trouxe o placar mais espetacular, 4-1mas foi, de certa forma, a menos notável das três derrotas para equipas próximas do topo. Por mais brilhantes que tenham sido sob o comando de Unai Emery, já há algum tempo que existe uma expectativa de um reinício, até porque as exigências da Liga dos Campeões, especialmente numa equipa que não está habituada a equilibrar as exigências da Europa e da Premier League – mesmo que os seus gerente é – são tão intensos.
Depois de sofrer um gol no final do jogo para empatar em casa com o Bournemouth na semana passada e depois perder para o Crystal Palace na Carabao Cup na quarta-feira, não foi a maior surpresa que eles também perdessem pontos no Tottenham. O que foi inesperado foi a maneira como o Spurs os destruiu no segundo tempo. Talvez tenha sido apenas o caso do Villa se abrindo enquanto perseguia o jogo e sendo derrotado por adversários totalmente inconsistentes que estavam tendo um bom dia, mas era impossível não se perguntar se o cansaço poderia ser um fator.
Os problemas do Arsenal são bem conhecidos e derrota em Newcastle não foi uma grande surpresa. A perda de Martin Ødegaard afectou o seu equilíbrio no meio-campo, mas parece também tê-los atingido psicologicamente – como se não conseguissem conceber a possibilidade de jogar bem sem ele. Eles já perderam 12 pontos nesta temporada. Dada uma boa regra geral, uma equipa que espera ganhar o título deve somar 90 pontos, o que coloca a sua disputa pelo título em sérias dúvidas; eles efetivamente têm apenas mais 12 pontos que podem perder nos 28 jogos restantes.
Mas talvez nesta temporada não sejam necessários 90 pontos para vencer o campeonato, e não apenas por causa do dedução de pontos potenciais pairando sobre o Manchester City. Recorde invencível do City em 32 jogos na Premier League chegou ao fim em Bournemouth, no sábado – uma estatística que por si só deveria dar uma pausa; as equipes realmente não deveriam ser capazes de passar o equivalente a 85% de uma temporada do campeonato invictas, ou certamente não da maneira que o City fez, com um suspiro cansado e ninguém prestando muita atenção.
Bournemouth merece seu próprio reconhecimento nisso; os últimos três jogos foram contra o Arsenal (em casa), o Villa (fora) e o City (em casa) e conquistaram sete pontos. Como disse Pep Guardiola no sábado: “Não conseguimos igualar a intensidade”. Isso é crédito para Andoni Iraola e seu excelente Bournemouth que, após um início instável, estão em boa forma, inspirados por Antoine Semenyo.
Mas o City, na verdade, está inquieto há algum tempo. Já cinco vezes no campeonato nesta temporada, sofreu o primeiro gol em um jogo e lutou para vencer Fulham, Brentford, Wolves e Southampton. Este não é o controle que Guardiola aspira. Ele reclamou de uma temporada que, com a Copa do Mundo de Clubes no próximo verão, pode se estender para 70 jogos – “como a NBA, mas a NBA tem férias de quatro meses e nós temos três semanas… Quando isso acontece, você fica lesionado por um longo período”. tempo.”
E, claro, nisso ele está certo: espera-se que os melhores jogadores joguem demais. O City não tem Rodri e Kevin De Bruyne. O Arsenal também pode apontar legitimamente para a sua lista de lesões. Para o que há uma resposta óbvia: pare de jogar tantos jogos. São os clubes que impulsionaram a expansão da Liga dos Campeões, os clubes que realizam longas viagens de pré-época, os clubes que têm o poder de recusar jogar no Mundial de Clubes. Aceitar avidamente o dinheiro e depois queixar-se das consequências – enquanto, por exemplo, abolimos as repetições nas primeiras rondas da Taça de Inglaterra, negando aos clubes mais pequenos receitas tão necessárias – é ilógico e desagradável.
As consequências para a liga, porém, podem ser fascinantes. O City teve uma oscilação em novembro do ano passado, com uma sequência de uma vitória em seis jogos da Premier League antes de vencer 17 dos últimos 20, então ninguém deveria tirar conclusões firmes, mas existe a possibilidade de que este seja um velho temporada em que a elite não apenas mastiga impiedosamente os adversários, mas na verdade tem que lutar.
É terrível que o custo sejam lesões para os jogadores, que deverão levar seus corpos além do limite. Mas, se isso puder ser deixado de lado – e talvez não possa – num nível mais abstrato, uma queda na qualidade pode valer a pena se o drama narrativo melhorar, um terrível paradoxo ao qual o modelo económico do futebol moderno forçou o jogo. .
Este é um trecho de Futebol com Jonathan Wilson, uma visão semanal do Guardian dos EUA sobre o jogo na Europa e além. Assine gratuitamente aqui. Tem alguma pergunta para Jônatas? E-mail futebolcomjw@theguardian.come ele responderá o melhor em uma edição futura
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 horas atrásem
20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
Relacionado
ACRE
Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 dia atrásem
19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
3 dias atrásem
17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE6 dias agoUfac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
ACRE5 dias agoUfac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined array key 0 in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/single.php on line 591
Warning: Attempt to read property "cat_name" on null in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/single.php on line 591
3 dias agoEstudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
ACRE3 dias agoUfac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login