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onde assistir, escalação e os principais destaques
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O confronto entre AZ Alkmaar e Galatasaray, válido pela fase de grupos da UEFA Europa League, está marcado para o dia 28 de novembro de 2024, às 13h45 (horário de Brasília), no AFAS Stadion, em Alkmaar, Países Baixos. Este duelo promete ser decisivo para as pretensões de ambas as equipes na competição.
Onde assistir ao vivo
Os torcedores poderão acompanhar a partida ao vivo por meio de transmissões oficiais. No Brasil, a CazéTV, disponível no YouTube, é uma das opções para assistir ao jogo. É recomendável verificar a programação local para confirmar os canais disponíveis.
Escalações prováveis
AZ Alkmaar: A equipe holandesa deve entrar em campo com: Vindahl; Sugawara, Beukema, Hatzidiakos, Kerkez; Clasie, Reijnders, Mijnans; Odgaard, Pavlidis e Karlsson. O técnico Pascal Jansen conta com um elenco jovem e promissor, buscando impor seu estilo de jogo ofensivo.
Galatasaray: O time turco provavelmente alinhará com: Muslera; Boey, Nelsson, Bardakcı, Aanholt; Torreira, Oliveira; Zaniolo, Mertens, Aktürkoğlu; Icardi. Sob o comando de Okan Buruk, o Galatasaray aposta na experiência de seus jogadores para conquistar um bom resultado fora de casa.
Técnicos
Pascal Jansen, à frente do AZ Alkmaar, é conhecido por promover um futebol ofensivo e pela valorização de jovens talentos. Okan Buruk, técnico do Galatasaray, traz uma abordagem equilibrada, mesclando experiência e juventude em sua equipe.
Cidade e estádio
Alkmaar, situada na província da Holanda do Norte, é uma cidade histórica conhecida por seus mercados de queijo e arquitetura tradicional. O AFAS Stadion, com capacidade para aproximadamente 19.500 espectadores, é a casa do AZ Alkmaar e oferece uma atmosfera acolhedora para os torcedores.
Ingressos
Os ingressos para a partida estão disponíveis nas bilheterias oficiais dos clubes e em seus respectivos sites. Devido à alta demanda esperada, é aconselhável que os interessados adquiram suas entradas com antecedência para garantir presença no estádio.
Artilheiros e estrelas do jogo
Pelo AZ Alkmaar, Vangelis Pavlidis se destaca como o principal artilheiro, sendo uma peça-chave no ataque da equipe. No Galatasaray, Mauro Icardi é o goleador, trazendo sua experiência internacional para liderar o setor ofensivo. Ambos os jogadores são fundamentais para suas equipes e prometem ser protagonistas no confronto.
Curiosidades
Este será o primeiro encontro oficial entre AZ Alkmaar e Galatasaray em competições europeias, adicionando um elemento de novidade ao confronto. Além disso, o duelo marca o encontro de duas escolas de futebol distintas: a holandesa, conhecida por seu jogo ofensivo e técnico, e a turca, reconhecida pela paixão e intensidade em campo.
Histórico de confrontos
Como mencionado, não há registros de confrontos anteriores entre AZ Alkmaar e Galatasaray em competições oficiais, tornando este embate uma estreia histórica entre as equipes.
Últimos 5 jogos de cada time
AZ Alkmaar:
- AZ Alkmaar 2×1 Sparta Rotterdam
- Feyenoord 3×2 AZ Alkmaar
- AZ Alkmaar 1×0 FC Utrecht
- PSV Eindhoven 2×2 AZ Alkmaar
- AZ Alkmaar 3×1 Vitesse
Galatasaray:
- Galatasaray 3×2 Beşiktaş
- Trabzonspor 1×1 Galatasaray
- Galatasaray 2×0 Fenerbahçe
- Konyaspor 0x1 Galatasaray
- Galatasaray 4×1 Antalyaspor
Três principais jogadores de cada time
AZ Alkmaar:
- Vangelis Pavlidis: Atacante grego, artilheiro da equipe, conhecido por sua capacidade de finalização e posicionamento dentro da área.
- Jesper Karlsson: Meia-atacante sueco, destaca-se pela velocidade e habilidade no um contra um, sendo uma ameaça constante pelas laterais.
- Jordy Clasie: Volante experiente, responsável por organizar o meio-campo e dar equilíbrio defensivo à equipe.
Galatasaray:
- Mauro Icardi: Atacante argentino, principal referência ofensiva, reconhecido por seu faro de gol e experiência internacional.
- Dries Mertens: Meia belga, traz criatividade e visão de jogo ao setor ofensivo, além de sua capacidade de marcar gols decisivos.
- Lucas Torreira: Volante uruguaio, oferece solidez defensiva e qualidade na saída de bola, sendo peça fundamental no meio-campo.
Destaques de cada time com arbitragem
A arbitragem para este confronto será composta por uma equipe de oficiais da UEFA, ainda a ser confirmada. É esperado que a condução do jogo seja imparcial e que as regras sejam aplicadas de forma consistente, garantindo a integridade da partida.
Previsão do tempo para o jogo
A previsão do tempo para Alkmaar no dia do jogo indica temperaturas amenas, com possibilidade de chuvas leves. Os jogadores devem estar preparados para um gramado possivelmente úmido, o que pode influenciar o ritmo da partida.
Horário de Brasília
O jogo está agendado para as 13h45 no horário de Brasília, permitindo que os torcedores brasileiros acompanhem a partida no início da tarde.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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