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Os filmes e as atrizes que disputam vaga no Oscar com Fernanda Torres e ‘Ainda Estou Aqui’

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Os brasileiros estão ansiosos para ver Fernanda Montenegro no Oscar. Mas ela tem alguns concorrentes fortes. Você sabe quais?

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AMPAS), responsável pelo Oscar, conheceu o poder dos brasileiros na última semana –ou, no mínimo, os gestores das páginas da Academia nas redes sociais conheceram. Após uma fotografia de Fernanda Torres no Governor’s Ball ser publicada e ultrapassar 2 milhões de curtidas, parece que o Brasil está mais do que pronto para torcer pela presença de “Ainda Estou Aqui” na premiação considerada a mais importante da sétima arte. 

O longa-metragem dirigido por Walter Salles é o representante brasileiro na corrida por uma vaga no Oscar, e pleiteia uma indicação em categorias como melhor filme internacional, melhor atriz e melhor roteiro. Para muitos brasileiros, o clima é de “já ganhou” –e a própria Fernanda Torres reforça que, caso a indicação venha, isso já pode ser considerado uma vitória. Mas, é claro, há outros filmes que são fortes concorrentes para o brasileiro e podem chegar à fase final de votações ainda mais fortes.

Mas você sabe quais são eles?

‘Ainda Estou Aqui’ está entre os favoritos em melhor filme internacional –mas não é o único

Oscar 2025: Emília Pérez, Ainda Estou Aqui e A Semente do Figo Sagrado são apostas em melhor filme internacional

Foto: IMDb/Reprodução

A categoria em que o Brasil tem mais chances de indicação é em melhor filme internacional (categoria anteriormente chamada de “melhor filme em língua estrangeira”), e as revistas especializadas americanas apontam o longa com Fernanda Torres e Selton Mello entre os possíveis indicados. 

A Variety, por exemplo, aposta nos seguintes indicados, nesta ordem: “Emília Pérez”, da França; “Ainda Estou Aqui”, do Brasil; “A Semente do Figo Sagrado”, do Irã; “Kneecap – Música e Liberdade”, da Irlanda; e “A Garota da Agulha”, da Dinamarca. 

Destes, destacam-se, ao lado do brasileiro, “Emília Pérez” e “A Semente do Figo Sagrado”, ambos premiados este ano no Festival de Cannes e com mensagens simbólicas e importantes. 

O longa francês com Zoe Saldaña, Selena Gomez e Karla Sofía Gascón (destacada na imagem acima) acompanha quatro mulheres em busca de felicidade no México, quando a líder de um cartel contrata uma advogada para ajudá-la a fingir a própria morte, para que possa viver como realmente deseja. A história mistura comédia, drama e musical e fala sobre transição de gênero.  

Já o iraniano conta a história de Iman, um juiz de instrução que vive em Teerã durante um período de convulsão política. Quando a sua pistola desaparece, a paranoia toma conta e ele começa a suspeitar da sua família. O longa, vencedor do prêmio especial do júri e do prêmio FIPRESCI em Cannes, tem sido considerado essencial para compreender a complexa realidade política contemporânea do país. 

Além destes, o Hollywood Reporter chama atenção também para o norueguês “Armand” e o senegalês “Dahomey“, de Mati Diop, que faturou o Urso de Ouro no Festival de Berlim e deve chegar forte na categoria de melhor documentário. O veículo também coloca “Ainda Estou Aqui” na segunda posição entre os possíveis indicados.

Mas o que isso quer dizer?

Até o momento, o que as apostas nos dão a entender é que há altas possibilidade de “Ainda Estou Aqui” receber uma indicação na categoria de melhor filme internacional; no entanto, “Emília Pérez” surge nas análises e previsões como um candidato mais provável à vitória. O longa estreia nos cinemas brasileiros em 6 de fevereiro de 2025. 

Corrida na categoria de melhor atriz é (bastante) disputada

Oscar 2025: Mikey Madison, Angelina Jolie e Nicole Kidman são apostas em categoria de melhor atriz

Oscar 2025: Mikey Madison, Angelina Jolie e Nicole Kidman são apostas em categoria de melhor atriz

Foto: IMDb/Reprodução

A categoria de melhor atriz é uma das mais disputadas e que mais recebe atenção durante a temporada do Oscar, justamente por ser um grande holofote para as estrelas de Hollywood. Este não é o único motivo por que uma indicação para Fernanda Torres não é algo tão certo. Estamos diante, também, de uma temporada em que muitos dos filmes cotados destacam-se pela atuação feminina, e a maioria delas de muito peso.

Segundo as previsões do site especializado Goldderby, que reúne apostas de especialistas, editores e audiência, os nomes que aparecem na frente em melhor atriz são: Mikey Madison (“Anora”), Karla Sofía Gascón (“Emília Pérez”), Angelina Jolie (“Maria Callas”), Nicole Kidman (“Babygirl”) e Marianne Jean-Baptiste (“Hard Truths”). Até o momento, Fernanda Torres aparece em 9º lugar, atrás de Demi Moore (“A Substância”), Cynthia Erivo (“Wicked”) e Saoirse Ronan (“The Outrun”). 

Embora as previsões sejam apenas, bem, previsões, elas são baseadas em análises e feitas por pessoas que acompanham a premiação profissionalmente. No entanto, alguns veículos divergem. A revista Variety, por exemplo, no momento, aposta em uma indicação para Cynthia Erivo no lugar de Nicole Kidman, enquanto o THR coloca Fernanda Torres na 6ª posição entre as possíveis indicadas, atrás de Mikey Madison, Karla Sofía Gascón, Angelina Jolie, Nicole Kidman e Demi Moore.   

Nesta categoria, algumas indicações parecem mais encaminhadas que outras; a maioria dos analistas dá como certas as presenças de Mikey Madison, Karla Sofía Gascón e Angelina Jolie. No entanto, as outras duas vagas parecem mais incertas. Será que há uma chance para o Brasil aparecer por aí?

A resposta, felizmente, virá com o tempo, e a verdade é que a repercussão de “Ainda Estou Aqui” e as campanhas na internet podem ajudar a chamar atenção dos votantes. A lista completa de indicados ao Oscar será divulgada no dia 17 de janeiro de 2025. Já a 97ª edição do Oscar acontece no dia 2 de março de 2025. 

Como a internet pode ajudar o Brasil a vencer o Oscar:

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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