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Os pescadores espanhóis na Galiza relatam o colapso catastrófico ‘em estoques de mariscos | Espanha

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Stephen Burgen

Um colapso “catastrófico” em números de mariscos está sendo relatado por pescadores espanhóis na Galiza, com alguns estoques caindo em até 90% no espaço de alguns anos.

A Galiza é a principal fonte de moluscos da Europa e, depois da China, o maior produtor mundial de mexilhões, que são cultivados nos estuários.

Mas os números publicados por um site de pesca este mês revelam um declínio alarmante em berbigão e amêijoas, que são coletadas à mão na maré baixa, bem como em mexilhões, que são cultivados em cordas de jangadas de madeira conhecidas como morcegos.

Em 2023, a colheita de berbigões caiu 80% em comparação com o ano anterior, enquanto algumas variedades de amêijoas caíram 78%.

A produção de mexilhão no ano passado foi a mais baixa em um quarto de século, caindo de 250.000 toneladas em 2021 para 178.000 no ano passado.

María del Carmen Besada Meis, que lidera a Associação de Pescadores de San Martiño na Ría de Aousa, uma das principais fontes de mariscos da região, acredita que a mudança climática é o culpado, graças em parte às recentes chuvas torrenciais que reduziram o salinidade do estuário. Nos últimos dois anos, as chuvas estavam bem acima da média.

“Mas não temos evidências concretas suficientes e o que gostaríamos é que alguém venha fazer uma pesquisa adequada para que saibamos o que está por trás disso e o que podemos fazer sobre isso”, diz ela.

“Eram marisqueros (Pescadores de concha) e não sabemos qual é a solução, e é por isso que precisa de cientistas para nos ajudar com isso ”, diz Besada Meis. “O governo precisa colocar algum dinheiro na mesa para esta pesquisa”.

Mas o outro fator por trás do colapso dos estoques é a poluição, de acordo com Marta Martín-Borregón, responsável por oceanos no Greenpeace, Espanhaque descreve os números mais recentes como “catastróficos”.

“A maior causa é a poluição por resíduos descarregados no estuário, da agricultura e das fábricas, como as focas de peixes”, diz ela.

Também há planos de reabrir a mina de cobre Turo-pino nas proximidades, que potencialmente criará mais resíduos, enquanto há uma oposição generalizada a uma proposta de construir uma enorme planta de celulose na região que, de acordo com o Greenpeace, consumiria 46.000 metros cúbicos de Água por dia, o equivalente a toda a província circundante de Lugo.

A Galician Water Company diz que o desperdício é despejado no mar mais de 2.000 vezes por ano, dos quais 10% excede os limites de toxicidade legal.

Enquanto Martín-Borregón diz que há uma necessidade urgente de limpar o estuáriosela concorda que o fator -chave é a mudança climática.

“As águas do estuários são normalmente frios e as correntes trazem muitos nutrientes. Com os mares quentes, existem espécies de mariscos que não podem prosperar em água morna ”, diz ela. “Este é especialmente o caso dos mexilhões e, à medida que as temperaturas aumentam, a indústria de moluscos está se aproximando do colapso”.

Outro fator que reduz a salinidade, além de fortes chuvas, é quando as barragens são abertas na maré baixa, inundando o estuários com água fresca, causando mortalidade maciça entre bivalves, berbigões em particular.

As águas mais quentes também atraem espécies invasoras, principalmente o caranguejo azul, nativo do Atlântico Ocidental e do Golfo do México, que é um consumidor voraz de espécies locais, como caranguejos e caranguejos de veludo, ambos com alto valor de mercado.

A única fenda de luz é que a produção de ostras aumentou um pouco, mas, caso contrário, a perspectiva é sombria.

“Não podemos ganhar a vida assim”, diz Besada Meis. “Continuamos trabalhando, mas estamos vivendo no Seguro Social”.



Leia Mais: The Guardian

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Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre

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QRCODE - Autoavaliação

 

Olá, estudante!

Este instrumento foi elaborado com o objetivo de ouvir você e conhecer a sua percepção sobre o Curso de Ciências Contábeis. Sua participação é muito importante para que possamos identificar os pontos positivos, as dificuldades e as principais demandas dos estudantes, contribuindo para o processo de avaliação e melhoria contínua do curso.

O questionário aborda diferentes aspectos da sua experiência acadêmica, como disciplinas e organização curricular, metodologias de ensino, atuação dos professores, infraestrutura, biblioteca, laboratórios, acessibilidade, apoio aos estudantes, estágio, pesquisa, extensão, monitoria, iniciação científica, eventos e comunicação com a Coordenação.

As respostas serão utilizadas de forma responsável e, preferencialmente, de maneira agregada, com a finalidade de subsidiar ações e decisões voltadas ao aprimoramento da qualidade do curso e da formação acadêmica e profissional dos estudantes.

🗣️ Este é um espaço para você ser ouvido! Por isso, responda com sinceridade, apresentando sua percepção, críticas, sugestões e demandas. Não existem respostas certas ou erradas: o mais importante é que sua opinião represente verdadeiramente a sua experiência como estudante.

Agradecemos sua participação e contribuição para a construção de um Curso de Ciências Contábeis cada vez melhor, mais inclusivo, acolhedor e alinhado às necessidades dos estudantes e às demandas da sociedade e do mercado profissional.

Sua opinião é fundamental para construirmos juntos o futuro do nosso curso!

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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre

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A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.

As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”

Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.

Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.

Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre

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O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.

Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”

Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.

O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.

Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.

Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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