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Países mais pobres em pior situação financeira desde 2006, afirma Banco Mundial | Pobreza e Desenvolvimento

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Os países de baixo rendimento ainda são mais pobres do que eram antes da pandemia da COVID-19, conclui o relatório.

Os 26 países mais pobres do mundo estão mais endividados do que nunca desde 2006 e cada vez mais vulneráveis ​​a desastres naturais e outros choques, afirmou o Banco Mundial.

As economias mais pobres estão hoje em situação pior do que antes da pandemia da COVID-19, embora o resto do mundo tenha recuperado em grande parte, afirmou o credor com sede em Washington, DC, num relatório divulgado no domingo.

O rendimento per capita caiu em média 14 por cento entre 2020 e 2024 devido à COVID-19 e às subsequentes crises sobrepostas, de acordo com o relatório.

Para cumprir objectivos críticos de desenvolvimento, as economias necessitarão de investimento anual adicional equivalente a 8% do produto interno bruto (PIB) até 2030 – o dobro do investimento médio anual da última década, afirmou o Banco Mundial.

Mas, apesar da necessidade de maior assistência, a ajuda oficial líquida ao desenvolvimento, em percentagem do PIB, despencou, caindo para o mínimo de 21 anos, de 7%, em 2022, afirma o relatório.

“Numa altura em que grande parte do mundo simplesmente se afastou dos países mais pobres, a IDA (Associação Internacional de Desenvolvimento) tem sido a sua principal tábua de salvação”, disse Indermit Gill, economista-chefe do Grupo Banco Mundial e vice-presidente sénior para a economia do desenvolvimento.

“Nos últimos cinco anos, despejou a maior parte dos seus recursos financeiros nas 26 economias de baixo rendimento, mantendo-as à tona durante os reveses históricos que sofreram. A IDA apoiou a criação de emprego e a educação das crianças, trabalhou para melhorar os cuidados de saúde e levou electricidade e água potável a um grande número de pessoas. Mas se quiserem sair de um estado de emergência crónica e cumprir os principais objectivos de desenvolvimento, as economias de baixos rendimentos terão de acelerar o investimento a um ritmo sem precedentes.”

O relatório também concluiu que as economias de baixos rendimentos correm muito mais risco de catástrofes naturais do que outras economias em desenvolvimento.

Entre 2011 e 2023, as catástrofes naturais infligiram perdas médias anuais de 2% do PIB – cinco vezes as perdas médias nos países de rendimento médio-baixo, afirmou o Banco Mundial.

A adaptação às alterações climáticas é também cinco vezes mais cara para as economias de baixo rendimento, custando o equivalente a 3,5% do PIB por ano, segundo o relatório.

Ayhan Kose, economista-chefe adjunto do Banco Mundial e diretor do Grupo Prospects, disse que os países de rendimento mais baixo poderiam tomar medidas para se ajudarem a si próprios, mas também precisariam da ajuda das economias mais ricas.

“Eles podem alargar a sua base tributária simplificando o registo dos contribuintes e a cobrança e administração de impostos. Eles também têm muito espaço para melhorar a eficiência dos gastos públicos”, disse Kose.

“Mas estas economias também precisam de uma ajuda mais forte do exterior – tanto na forma de uma maior cooperação internacional em matéria de comércio e investimento como na forma de um apoio muito maior à IDA, que pode trabalhar com o sector privado para mobilizar recursos adicionais e ajudar a facilitar reformas estruturais. .”



Leia Mais: Aljazeera

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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