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Patrícia Poeta abre o coração sobre o Natal: “Significado de família”

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A coluna Fábia Oliveira entrou no ritmo do Natal. E, neste ano, quem compartilhou os momentos especiais sobre a data especial foi Patrícia Poeta. Em uma conversa exclusiva, a apresentadora abriu o coração ao falar sobre as tradições familiares, memórias marcantes e o verdadeiro significado da celebração.

“Para mim, Natal é total significado de família. É uma época em que nos reunimos, botamos a conversa em dia, minha mãe cozinha, fazemos troca de presentes. Isso me remete muito à minha infância, com minhas irmãs e pais. Hoje, nossa família cresceu com filhos e netos, mas o espírito permanece o mesmo”, contou Patrícia.

Quando questionada sobre seu enfeite natalino favorito, a apresentadora revelou um hábito especial. “São as bolas de Natal. Sempre que viajo, trago uma de algum lugar do mundo. Minha árvore tem história, um pouco das minhas experiências de vida”, disse ela.

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Patrícia Poeta abre o coração sobre o Natal: “Significado de família”

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Em uma conversa exclusiva, a apresentadora abriu o coração ao falar sobre as tradições familiares, memórias marcantes e o verdadeiro significado da celebração.

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“Para mim, Natal é total significado de família”, disse Patrícia Poeta

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Patrícia Poeta e os pais

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Patrícia Poeta

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A importância dos pais também ganha destaque em sua ceia. “O que não pode faltar são meus pais. Valorizo muito a presença deles, porque, com o tempo, vai batendo aquele senso de finitude. Quero aproveitar ao máximo junto deles. São momentos e memórias que ficam para sempre”, disparou.

Confira a entrevista completa com Patrícia Poeta:

Como é o Natal na sua casa?
Em família. Todo mundo se reúne, bota a conversa em dia, minha mãe cozinha, a gente faz troca de presentes. Escrevendo isso agora, me faz lembrar que remete muito à minha infância, com minhas irmãs e pais. Natal para mim é total significado de família e, no nosso caso: uma família que cresceu, com filhos e netos.

Qual é o seu enfeite de Natal favorito?
As bolas de Natal. Sempre que viajo de férias trago uma de algum lugar do mundo. Adoro. Minha árvore tem história, um pouco das minhas experiências de vida.

O que não pode faltar na sua ceia?
Meus pais. A cada dia, valorizo mais a presença deles, porque vai batendo aquele senso de finitude e quero aproveitar ao máximo junto deles. São momentos e memórias que ficam para sempre.

Tem alguma receita de família?
Chester com farofa da minha mãe. Amo uma farofa… (risos). E uma tradição: biscoitos com motivos natalinos. Adoro! Tanto que esse ano em Gramado, durante o programa ao vivo, um colega me deu e pensei: “Já vou matar a saudade hoje”. Comi na hora… Até esqueci que estava no ar e precisava falar depois (risos). O que uma memória afetiva não faz com você?! (risos).

Tem lembrança de algum Natal inesquecível?
De cabeça, tem meu primeiro Natal como mãe. O sentimento de: agora estou criando minha história e imaginando como seria criar para o Pipo todo esse clima especial e também lúdico da data. E foi assim durante anos. Esses dias estávamos recordando sobre os Natais passados. Ele lembrava de tudo. É uma fase marcante, gostosa.

Qual foi o melhor presente de Natal que você já ganhou?
Com certeza foi o Felipe. É um presente de Deus. É presente de Natal, Dia das Mães… de vida. Acho que depois que você se torna mãe, fica bem difícil você falar que teve presente maior. Filho é para sempre. As experiências são ilimitadas, da infância até a fase adulta, quando viram pais e assim por diante… Também acho que ser uma mulher realizada é um grande presente. Hoje, aos 48 anos, posso te dizer com toda segurança que me sinto assim.

E o pior presente?
Quando tive um problema grave de saúde. Nessas horas, você tem certeza de que ela é tudo, que é prioridade… O resto a gente corre atrás.

Vocês têm tradição de fazerem amigo-oculto?
Sim. Sempre fazemos amigo secreto, como chamamos lá em casa. E também “ inimigo secreto”, porque é muito divertido. É o momento mais animado da noite. Damos boas risadas… outra tradição (risos).

Quem é o mais animado pro Natal na sua família?
Minha mãe! Animada e ligada no 220v. Ela é uma “casa cheia”, como costumamos dizer…

Pra você, qual o significado do Natal?
De amor! Que eu acho que deveria ser o ano todo, mas no Natal isso se acentua, bate mais forte nas pessoas. É a hora do coração, da valorização do próximo, da solidariedade, da fraternidade…enfim, de tudo aquilo que realmente vale a pena.

Se você tivesse a chance de encontrar Papai Noel, que pedido faria?
Pediria mais amor e empatia. Acho que se todo mundo se colocasse por 5 segundos no lugar do outro, pensaria duas vezes antes de fazer algo ruim e faria com mais intensidade as coisas boas. Um mantra que tenho é tocar a vida do outro de forma amorosa e positiva – nem que seja com um “bom dia”.

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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