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Pelo menos três mortos enquanto Israel bombardeia o sul e o leste do Líbano | Israel ataca o Líbano Notícias

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Pelo menos três pessoas foram mortas num ataque aéreo israelita no sul do Líbano, e outros ataques foram relatados no leste do país enquanto o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, visitava a região fronteiriça.

“O ataque do inimigo israelense a Haret Saida resultou num número inicial de mortos de três pessoas mortas e nove feridas”, disse o ministério da saúde do Líbano no domingo, referindo-se a uma área densamente povoada perto da cidade de Sidon, no sul do Líbano.

As imagens, verificadas pela Al Jazeera, mostraram as consequências do ataque a um edifício de vários andares em Haret Saida, mostrando um incêndio no último andar e extensa destruição em todos os andares.

As agências de notícias também relataram um ataque adicional israelense na cidade de Ghaziyeh, ao sul de Sidon. Segundo a agência de notícias AFP, o ataque atingiu um edifício residencial e uma criança foi resgatada dos escombros.

“Sidon foi atingido múltiplas vezes – duas vezes nos últimos dias, uma indicação de uma escalada mais a norte do que o principal teatro de operações dos israelitas mais a sul”, disse Charles Stratford da Al Jazeera, reportando de Beirute.

A Agência Nacional de Notícias estatal do Líbano relatou outros ataques israelenses perto de um hospital em Tebnin, uma cidade no distrito de Bint Jbeil, no sul do Líbano. O prefeito de Tebnin disse que o hospital sofreu danos significativos. Nenhum desses ataques foi precedido de avisos de evacuação.

Mais cedo no domingo, os militares de Israel disseram que teriam como alvo instalações ligadas ao Hezbollah na área libanesa de Baalbek, que inclui a maior cidade do leste do Líbano e ruínas romanas designadas pela UNESCO. Pelo menos três ataques foram relatados na área.

De acordo com o Ministério da Saúde Pública do Líbano, pelo menos 2.986 pessoas foram mortas em Ataques israelenses no Líbano desde Outubro de 2023, incluindo 18 mortos e 83 feridos nas últimas 24 horas.

‘Com ou sem acordo’

Durante uma visita à fronteira com o Líbano no domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu empurrar o grupo armado libanês Hezbollah de volta para além do rio Litani, a aproximadamente 30 km (18 milhas) dentro do Líbano, a partir da fronteira de Israel.

Com ou sem acordo, a chave para devolver os nossos residentes (evacuados) no norte em segurança às suas casas é manter o Hezbollah afastado para além da Litani, atacar todas as suas tentativas de rearmar e responder com força contra todas as ações contra nós”, disse Netanyahu.

Em Israel, os militares disseram ter interceptado vários projécteis disparados do Líbano para o território israelita, enquanto alguns caíram em áreas despovoadas. Na quinta-feira, o lançamento de foguetes do Líbano matou sete pessoas na cidade de Metula, no norte de Israel, no dia mais mortal no lado israelense da fronteira desde que a guerra entre Israel e o Hezbollah apoiado pelo Irã se intensificou em 23 de setembro – quando Israel intensificou sua ataques após um ano de trocas de tiros na mesma moeda. Uma semana depois, enviou tropas terrestres para o sul do Líbano.

Os militares de Israel afirmam que 38 soldados foram mortos na campanha do Líbano desde o início das operações terrestres.

Grupos alinhados com o Irão no Iémen, no Iraque e na Síria também se juntaram aos combates, enquanto o Irão e Israel atacaram-se directamente, aumentando os receios de um conflito ainda mais amplo.

Separadamente, no domingo, os militares israelitas relataram a realização de um ataque terrestre à Síria, capturando um cidadão sírio alegadamente envolvido em redes iranianas. Isso marca a primeira vez no atual conflito que Israel anunciou o envio de tropas para a Síria, cujo governo ainda não comentou o relatório.

Os militares não divulgaram o local específico ou o momento do ataque, mas identificaram o suspeito como Ali Suleiman Al-Eatzi, um cidadão sírio que vive na área de Tsida, no sul da Síria.

O ataque de Israel ao norte de Gaza continuou no domingo, com pelo menos 35 pessoas mortas em toda a Faixa desde o amanhecer.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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