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Pequenos negócios que encantaram o público com criatividade e propósito
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Abrir seu pequeno negócio não é uma tarefa fácil, mas se você sabe que tem carisma o suficiente para encantar o público atrelado a criatividade e a um propósito, seu sonho pode chegar muito longe. – Foto: Freepik
Seja pelo propósito social ou pelo apelo empreendedor, todas as pessoas que têm coragem de encarar o mundo dos pequenos negócios e encantar o público com criatividade e propósito merecem todo o sucesso do mundo.
Muitas vezes, o medo é o maior desafio para dar início ao sonho de ter um pequeno negócio. Ser empreendedor não é fácil; essa é uma verdade absoluta. Mas, quando você tem na veia o dom de encantar pessoas, é criativo e tem propósito de vida, vai com medo mesmo!
Existem tantas histórias inspiradoras espalhadas pelo mundo que comprovam que o importante é nunca desistir. Mesmo que você tenha apenas sua pequena cozinha, um carro ou só sua força de vontade, vamos provar para você que sim, é possível empreender.
Veja agora histórias incríveis e transformadoras que inspiram muitas pessoas e provam que, mesmo sendo um grande desafio, ter seu pequeno negócio é a melhor escolha da vida!
Pague quanto puder. Essa é a frase que define o Sildo, que tem uma banca de frutas e verduras. É dessa maneira que ele mantém seu pequeno negócio há alguns anos. Os clientes simplesmente chegam, deixam uma contribuição e levam o que precisam. Tudo baseado na honestidade e empatia.
Com um coração incrível e generoso, Payton, uma garotinha de 10 anos, criou uma instituição de caridade que ajuda crianças em situação de rua. Ela tem uma missão clara e leva isso muito a sério. Quer dar às crianças que enfrentam graves incertezas um motivo para sorrir. E tem feito isso bravamente.
Agora, conheça essa linda história de uma mãe que se reinventou e virou referência culinária para ajudar o filho. Ela encontrou na cozinha forças para seguir adiante quando seu filho foi diagnosticado com uma doença autoimune. Essa mãezinha virou embaixadora de uma marca culinária.
Sabe aquele ditado: ‘Se a vida te der limões, faça uma limonada’? Foi exatamente isso que aconteceu com os irmãos Amaury e Sandra. Eles ficaram órfãos ainda muito jovens, tiveram que se virar sozinhos e aprenderam na marra a conquistar o próprio dinheiro. Abriram o próprio negócio, cresceram e venceram!
Só depende de você!
A maioria das grandes empresas começou exatamente como milhares de pequenos negócios. Não há receita de bolo para o sucesso, mas as que não ficaram para trás se diferenciam por dois fatores: criatividade e propósito.

Com apenas 8 anos, Peyton já ajuda crianças sem-teto e diz que toda deseja vê-las felizes e sorrindo. – Foto: reprodução Fox News

Sildo é caseiro e aproveita alimentos que seriam descartados – Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Quando o filho foi diagnosticado com uma doença autoimune, a mãe Malu Galvão se reinventou, virou chef e embaixadora de uma marca culinária – Foto: Reprodução/@chef.malugalvao/Instagram.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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