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PIX é melhor que TED e DOC para 83% dos brasileiros, diz pesquisa
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5 anos atrásem
Uma pesquisa realizada pelo C6 Bank/Ipec aponta que 83% acreditam que o PIX é melhor do que transferências feitas por meio de DOC ou TED. O levantamento, divulgado nesta terça-feira (11), mostra que 67% dos entrevistados gostariam de poder utilizar o método de pagamento também no varejo.
O desejo de adoção da modalidade de pagamento em estabelecimentos comerciais é maior entre os jovens entrevistados, com idade entre 16 e 24 anos. Nesse grupo, o número de pessoas que quer usar o PIX é quase seis vezes maior que o que não quer adotar.
A resistência à novidade aumenta à medida que aumenta também a idade analisada: entre os consumidores com mais de 55 anos, por exemplo, essa relação é de dois para um.
Isso significa que para cada duas pessoas questionadas, apenas uma delas deseja pagar contas com PIX no varejo. O índice de aceitação é maior nas regiões Norte e Centro-Oeste, bem como nas cidades com até 500 mil habitantes.
Até o momento, estima-se que mais de 70% dos consumidores no Brasil já tenham realizado alguma transação utilizando o recurso do Banco Central (BC). A tendência é de que transações bancárias tradicionais sejam substituídas cada vez mais.
A ascensão do PIX foi rápida mesmo nos primeiros dias de funcionamento. Lançado em outubro de 2020, já em novembro o sistema ultrapassou 21 milhões de chaves cadastradas.
Em abril deste ano, o PIX colocou o Brasil no ranking de oitavo país com maior número de transações instantâneas, segundo um relatório global da ACI Worldwide e GlobalData.
No mundo, a somatória de processamentos de pagamentos em tempo real ultrapassa a marca de 70,3 bilhões – ou 41% a mais na comparação com o ano anterior.
No Brasil, segundo dados do BC, o número de transações de Pessoa Física (PF) para Pessoa Jurídica (PJ) cresceu 148% no primeiro trimestre deste ano, passando de 14,1 milhões em janeiro, para 35 milhões em março. Apesar disso, a grande maioria das transações (77%) ainda ocorre entre pessoas.
Enquanto 77% das operações de PIX ocorrem entre pessoas, só 11% envolvem transferências de pessoas para empresas.
A pesquisa C6 Bank/Ipec foi realizada entre os dias 22 e 28 de abril deste ano, com 2 mil brasileiros das classes A, B e C, todos com acesso à internet. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
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As melhores seguradoras do Brasil se destacam pela capacidade de cumprir obrigações, atender aos clientes e oferecer soluções adequadas aos riscos das empresas. No entanto, não existe uma única resposta universal. A escolha depende de critérios técnicos, regulatórios e operacionais que variam conforme a necessidade do contratante.
Como identificar as melhores seguradoras do Brasil
As melhores seguradoras devem atender a requisitos objetivos. Primeiro, precisam estar autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Em seguida, devem demonstrar capacidade financeira para cumprir as indenizações.
Além disso, indicadores como o volume de prêmios, o índice de sinistralidade e o nível de reclamações ajudam a avaliar o desempenho.
Critérios técnicos de avaliação
Para selecionar uma seguradora, a empresa deve considerar critérios específicos:
- Solidez financeira: capacidade de pagamento de sinistros;
- Especialização: atuação em ramos como garantia ou engenharia;
- Estrutura operacional: atendimento e gestão de sinistros;
- Conformidade regulatória: adequação às normas da SUSEP.
Além disso, a aderência ao tipo de risco é determinante. Por exemplo, empresas que contratam seguro empresarial precisam avaliar se a seguradora compreende o setor em que atuam.
Segmentos relevantes no mercado brasileiro
O mercado de seguros no Brasil se divide em diferentes segmentos. Cada um atende necessidades específicas:
- Seguros patrimoniais e operacionais;
- Seguros de responsabilidade civil;
- Seguros de garantia;
- Seguros de engenharia.
Nesse contexto, o seguro-garantia se destaca em contratos públicos e privados. Ele assegura o cumprimento de obrigações contratuais.
Por outro lado, o seguro de risco de engenharia cobre danos ocorridos durante a execução das obras. Assim, ele atende empresas que atuam em construção e infraestrutura.
Ranking e indicadores do setor
Os rankings variam conforme o critério utilizado. Alguns consideram o volume de prêmios, enquanto outros analisam a satisfação do cliente ou a solvência.
Por isso, a empresa deve evitar decisões baseadas apenas no posicionamento no ranking. Em vez disso, deve analisar dados consistentes e compatíveis com sua necessidade.
Além disso, relatórios da SUSEP e de entidades do setor oferecem informações confiáveis sobre desempenho e participação de mercado.
Como escolher a seguradora adequada
Para escolher entre as melhores seguradoras do Brasil, a empresa deve seguir um processo estruturado.
Primeiro, identificar os riscos que se deseja cobrir. Em seguida, comparar coberturas disponíveis. Depois, avaliar as condições contratuais, os limites e as exclusões.
Além disso, a análise deve incluir suporte técnico e capacidade de atendimento. Isso garante que a seguradora responda adequadamente em caso de sinistro.
Portanto, a escolha não depende apenas do custo, mas da capacidade de resposta e da aderência ao risco.
Papel das seguradoras na gestão de riscos empresariais
As melhores seguradoras do Brasil atuam como parte da estratégia de gestão de riscos das empresas. Elas oferecem cobertura e transferem os impactos financeiros decorrentes de eventos inesperados.
Além disso, ao contratar seguros adequados, a empresa reduz a exposição a perdas que podem afetar sua operação. Por isso, a escolha da seguradora influencia diretamente a continuidade do negócio.
Consequentemente, avaliar a capacidade técnica e financeira da seguradora torna-se um passo necessário para garantir proteção efetiva e previsibilidade operacional.
Como escolher entre as melhores seguradoras com foco em risco e cobertura
As melhores seguradoras do Brasil se definem pela capacidade de atender às necessidades específicas de cada empresa. Ao considerar critérios técnicos e regulatórios, é possível estruturar uma proteção alinhada aos riscos e garantir maior estabilidade operacional.
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