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POLÍCIA

Polícia prende traficante e apreende carros de luxo em Tarauacá

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Policiais civis da Delegacia Geral de Polícia do município de Tarauacá e Feijó prenderam na madrugada desta quinta-feira, 11, Ernesto Nonato da Silva Souza, conhecido como Neto. Ele foi encontrado numa residência localizada no bairro Avelino Leal, e é apontado como o traficante de maior influência da regional Tarauacá/Envira. A operação agiu de maneira conjunta na prisão do acusado, com cerca de 20 policiais civis e militares.

Segundo o delegado que conduziu a operação, Valdinei Soares, o “Neto”, já vinha sendo investigado desde 2015. “A diligência estava em averiguação há três meses, mas desde 2015 ele já vinha sendo investigado”, disse Soares. O delegado explica que só agora a polícia conseguiu provas concretas que pudessem resultar na prisão do suspeito. “Agora a polícia conseguiu elementos mais robustos para pedir a prisão preventiva dele [Neto Souza]”, esclarece.

Foto pública Neto Souza [reprodução. Facebook]

A polícia também localizou em poder do homem acusado de tráfico de entorpecente, três veículos de luxo, sendo um carro modelo Honda City, um Hyundai Veloster e uma motocicleta modelo Honda/CB 1000R.

A delegacia suspeita que o traficante possa ter ligações com alguns crimes ocorridos na região, uma vez os furtos e assaltos podem ser praticados com ordem de traficantes. A polícia pediu a prisão preventiva de Neto e indisponibilidade dos bens encontrados com ele. O suspeito e os veículos apreendidos foram levados para a delegacia para procedimentos cabíveis. 

Por Thais Farias

CRIME

Corpo achado carbonizado dentro de carro em rodovia de Rio Branco é enterrado sem ser identificado

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Corpo foi enterrado dia 4 de maio. Peritos colheram material para fazer o exame de DNA.

Capa: Corpo achado carbonizado dentro de carro em rodovia de Rio Branco é enterrado sem ser identificado — Foto: Iryá Rodrigues/G1.

O corpo encontrado carbonizado dentro de um carro, por moradores do Ramal do Ouro, na Rodovia Transacreana, zona rural de Rio Branco, foi liberado para o enterro sem ser identificado.

Ele foi enterrado no dia 4 de maio sem ser identificado porque o corpo estava em estado de putrefação e não tinha condições de ser levado para o freezer, segundo informações do Instituto Médico Legal (IML).

Os peritos recolheram o material genético para realizar um exame de DNA no corpo e fizeram a liberação. A suspeita é de que o homem seja o que tentou matar a mulher a facadas no dia 21 de abril, no bairro Joafra.

A assessoria de comunicação da Polícia Civil informou ao G1 que, devido existir a suspeita de quem é o homem, os familiares assinaram um documento e o corpo foi liberado para o sepultamento. Porém, mesmo com esse documento, o homem foi enterrado como indigente e só depois do exame de DNA, se der positivo, é feita a identificação.

Um dia depois da tentativa de matar a mulher, a polícia foi acionada para a atender a ocorrência, no dia 22. Na época, a polícia disse que possivelmente o corpo seria do companheiro de Zuleide de Souza Pessoa, de 40 anos, que levou quatro facadas dele, mas que somente após os exames que vai ser possível confirmar.

Ainda conforme o IML, não tem uma data prevista para que saia o resultado do exame que comprova a identidade da homem.

Paciente em recuperação

Após 18 dias de ser esfaqueada Zuleide se recupera bem, e já deixou a Unidade de terapia Intensiva (UTI), informou a filha dela Karolaine Pessoa do Nascimento.

“Ela não tem previsão de alta ainda. Mas, ela já está no leito, e se recupera bem. Tirou um dreno do pulmão do lado direito, e continua com o do lado esquerdo. Ela tem reagido bem e não tem mais dificuldade respiratória”, informou a filha.

Zuleide foi ferida na frente do filho de 11 anos e da neta, de 5, no Conjunto Joafra. O marido, principal suspeito, fugiu após o crime. No dia seguinte o carro dele foi achado com um corpo carbonizado dentro e aguarda o exame de DNA para comprovar se era ele.

Por G1AC. 

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ACRE

MP avalia se houve excesso na reação de policiais penais ao princípio de rebelião em presídio no Acre

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Presos iniciaram motim no último dia 22 no FOC, em Rio Branco, por falta de água. MP-AC apura se houve excesso para conter os presos. 

Capa: MP avalia se houve excesso na reação de policiais penais ao princípio de rebelião em presídio no Acre — Foto: Reprodução.

O princípio de rebelião no Complexo Prisional Francisco d’Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, que deixou 50 presos feridos no último dia 22 é investigado pelo Ministério Público do Acre (MP-AC). O motim se deu por conta da falta de água na unidade.

Os feridos foram encaminhados para o pronto-socorro da capital. O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) informou, após a situação, que os detentos quebraram as celas e saíram para os corredores e queimaram colchões.

A movimentação teria ficado mais intensa e o Grupo Penitenciário de Operações Especiais (Gpoe) teve que intervir. Os presos eram do Chapão, dos pavilhões G, H, I, J, K e L. No dia 26 de abril, a direção do PS informou que cinco presos passaram por cirurgia.

A princípio, o Iapen informou que os policiais penais usaram apenas armas não letais, mas os boletins do PS apontaram que um dos preso teve que amputar o dedo por conta dos ferimentos; o segundo também teve uma lesão em membros inferiores, passou por cirurgia e passaria por procedimento ortopédico; o terceiro foi ferido com arma de fogo no tórax e teve que passar por uma drenagem; o outro teve ferimentos na face, como fratura em nariz e em outras regiões, foi acompanhado por um bucomaxilofacial e o quinto preso também teve uma lesão no tórax e teve um dreno instalado.

Em entrevista à Rede Amazônica Acre nesta quinta-feira (7), o promotor de Justiça Tales Tranin, da 4ª Promotoria Criminal, disse que recebeu diversas denúncias falando dos possíveis excessos cometidos pelo grupo especial de policiais penais.

“Requisitei laudos de corpo de delito de todos os reeducando, relatório do Gpoe e o Ministério Público fez vários encaminhamentos para o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura em Brasília, para Promotoria de Controle Externa da Atividade Polícia e para o procurador de Justiça do estado, que é dos Direitos Humanos”, descreveu.

O Iapen-AC afirmou que deve se posicionar sobre as investigações posteriormente. Tranin disse que a conduta dos policiais penais vai ser avaliada e, possivelmente, investigada ou não pela Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial, responsável por investigar a conduta dos policiais.

“Temos que ter cautela. Agora que está iniciando, fiz os encaminhamentos e com certeza esses órgãos devem iniciar alguma investigação tendo em vista esse vasto material, laudos, vídeos e fotos”, concluiu.

Investigações

Sobre as investigações, o Iapen afirmou que está à disposição os órgãos competentes para ajudar a esclarecer toda situação. O diretor-presidente do órgão, Arlenilson Cunha, disse que o Iapen também investiga administrativamente se houve algum tipo de excesso na contenção dos presos.

“Nosso posicionamento é de colaborar com o Ministério Público e os órgãos competentes, estamos à disposição com transferência e tudo o que for requisitado pelos órgãos. O Iapen está à disposição para fornecer informações sem nenhuma dificuldade. No demais, o Iapen segue apurando administrativamente para também sanar e esclarecer as ações que culminaram com as lesões”, destacou. Por G1AC. 

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