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Policiamento no Horto Florestal completa 3 anos e mais de 100 pontos de câmeras foram instalados em outros pontos turísticos da capital

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Mariana Moreira

Com o objetivo de garantir a segurança das pessoas que frequentam o Horto Florestal, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em parceria com a Polícia Militar, realiza o patrulhamento no local. O policiamento já completa 3 anos, começando às 6h e indo até às 18h, com rondas dentro das trilhas e no entorno do parque, garantindo a segurança das pessoas que frequentam o horto florestal.

Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, por meio da Polícia Militar, realiza o patrulhamento no local. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

O secretário adjunto de Estado de Justiça e Segurança Pública, Evandro Bezerra, reforça que a segurança é a prioridade para a nossa comunidade. “Com a patrulha no local, garantimos um ambiente mais tranquilo para todos os que frequentam o espaço, ajudando a reduzir significativamente os números de criminalidade não só nos pontos turísticos da capital, mas em todo estado”, declarou.

Evandro Bezerra reforça que a segurança é prioridade para nossa comunidade. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

A Polícia Militar possui um convênio com a prefeitura, onde são empregados profissionais de segurança para assegurar o resguardo de todos, empregando um efetivo que vai além da patrulha. Além disso, o policiamento também conta com monitoramento eletrônico 24h, com cerca de 20 câmeras, realizado pelo Centro Integrado de Comando e Controle da Sejusp.

Foram instalados mais de 100 pontos de câmeras em parceria com a prefeitura em diversas localidades. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

A subcomandante da Polícia Militar do Acre, Marta Renata, relata como o efetivo está realizando o patrulhamento. “A Polícia Militar empregou um efetivo específico para aquele ambiente, garantindo que o local sirva como uma oportunidade de lazer para a comunidade e que as pessoas possam ir e se sentir tranquilas para aproveitar as dependências do parque”, disse.

Marta Renata, relata como o efetivo está realizando o patrulhamento. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

Edinete Oliveira, frequentadora do parque há cerca de 15 anos, relatou que, após o policiamento dentro do horto, se sente mais tranquila para fazer suas atividades. “Com os policiais aqui no horto eu me sinto mais feliz e segura para fazer minhas trilhas, porque todos os dias aqui, seja de manhã ou à noite, eu me sinto segura para fazer minhas trilhas”, afirmou.

Frequentadora do Horto Florestal há 15 anos, Edinete Oliveira. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp

Monitoramento nos pontos turísticos

Além do monitoramento no Horto Florestal, foram instalados mais de 100 pontos de câmeras em parceria com a prefeitura em diversas localidades, incluindo o circuito da Gameleira, Mercado Velho, Fundação Elias Mansour, Parque Chico Mendes, Palácio Rio Branco, Praça da Revolução, Museu dos Povos da Floresta, Praça dos Tocos, Parque da Maternidade, Praça Povos da Floresta e Lago do Amor.

A instalação dessas câmeras em locais públicos representa uma economia para o Estado, pois o videomonitoramento contribui para a redução de crimes e proporciona uma maior sensação de segurança à população. O circuito de câmeras monitora em tempo real, permitindo uma resposta imediata a emergências, além de registrar gravações em vídeo, que são fundamentais para investigações e processos judiciais.

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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