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Presidente do Irã nega conspiração para matar Trump e pede que ele busque a paz | Notícias de Donald Trump

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A entrevista ocorre menos de uma semana antes de Trump, que anteriormente seguiu uma linha dura com Teerã, retornar ao poder.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, negou sugestões de que seu país conspirou para matar o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, após dois atentados anteriores contra sua vida em 2024.

Numa entrevista ao meio de comunicação norte-americano NBC News, transmitida na terça-feira, Pezeshkian também insistiu que o programa nuclear do Irão é pacífico e alertou Trump contra o risco de “guerra”.

A entrevista com o presidente iraniano, amplamente visto como centrista, foi transmitida menos de uma semana antes da tomada de posse de Trump, que durante o seu primeiro mandato implementou políticas duras contra o Irão.

Pezeshkian disse à NBC: “Para começar, nunca tentamos isso (a tentativa de assassinato de Trump) e nunca o faremos”.

Em Novembro, o Departamento de Justiça dos EUA acusou um iraniano de ligação com uma alegada conspiração da elite do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irão para assassinar o líder republicano. A aplicação da lei frustrou o suposto plano antes que qualquer ataque fosse realizado.

Trump disse no ano passado, durante a campanha eleitoral dos EUA, que o Irã poderia estar por trás tenta matá-lo.

O homem de 78 anos, que venceu as eleições norte-americanas do ano passado e que tomará posse na segunda-feira, sobreviveu a duas tentativas de assassinato durante a campanha – uma em setembro, enquanto jogava golfe no seu campo em West Palm Beach, Florida, e outra durante um mês de julho. comício em Butler, Pensilvânia.

Os investigadores não encontraram nenhuma evidência de envolvimento iraniano em nenhum deles. O Irão também negou anteriormente as alegações dos EUA de interferir nos assuntos dos EUA, inclusive através de operações cibernéticas.

Apela à paz

Pezeshkian também reiterou que o programa nuclear do Irão é pacífico e que Teerão não procura “armamento nuclear”.

Durante o primeiro mandato de Trump, os EUA retiraram-se da Convenção de 2015 Plano de Ação Abrangente Conjunto (JCPOA) acordo que levantou sanções aos planos nucleares do Irão em troca de supervisão.

Trump também ameaçou durante a sua recente campanha presidencial que Israel, aliado dos EUA, poderia atacar as instalações nucleares do Irão.

“Espero que Trump conduza à paz na região e no mundo, e não, inversamente, contribua para o derramamento de sangue ou a guerra”, disse Pezeshkian à NBC. “Vamos reagir a qualquer ação. Não tememos a guerra, mas não a procuramos.”

Questionado sobre a possibilidade de conversações com Trump, o presidente iraniano disse: “O problema que temos não está no diálogo. É nos compromissos que surgem das conversações e do diálogo que teremos que nos comprometer… Foi a outra parte que não cumpriu as suas promessas e obrigações.”

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, informou na terça-feira que as conversações em curso com as potências europeias mostram que estão seriamente empenhadas em retomar as negociações do programa nuclear.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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