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Presos em operação da PF-AC vão ser levados para presídios de segurança máxima

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Organização possuía uma rede de movimentação bancária, com vários laranjas, que sabiam que atuavam para o tráfico de drogas.

Dez pessoas foram presas no Acre durante a “Operação Alvorecer”, da Polícia Federal (PF), que desarticulou uma organização criminosa que atuava no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro em vários estados do país. A maioria das prisões foram em Rio Branco, mas também ocorreram em municípios do interior.

O delegado Fares Feghali, responsável pela operação, disse durante coletiva à imprensa, na manhã desta quarta-feira (13), que os líderes da organização vão ser transferidos para presídios de segurança máxima fora do estado. Um dos líderes foi preso no Acre e outros dois no Rio Grande do Norte.

“Em razão de a organização continuar atuando de dentro dos presídios, a Polícia Federal solicitou e o juiz deferiu a transferência dos principais líderes para o presídios federais”, disse o delegado.

O núcleo de atuação da organização estava instalado no Acre, de onde atuavam através do tráfico internacional de drogas, com entorpecente que vinha da Bolívia e Peru. Quando chegava ao estado, a droga era transportada para os outros estados do brasileiros.

Ainda segundo Feghali, a organização possuía uma rede de movimentação bancária, com vários laranjas, que sabiam que atuavam para o tráfico de drogas. Além disso, levavam uma vida luxuosa, de requinte, com viagens e ostentação.

Investigação

Conforme a polícia, foram dois anos de investigação. Nesse período, a organização movimentou mais de R$ 200 milhões, entre depósitos e retiradas. Além disso, a polícia apreendeu cerca de 700 quilos de cocaína. Mais de 53 veículos de luxo foram apreendidos e ainda tiveram bloqueio de R$ 20 milhões em contas bancárias.

“A Polícia Federal vem seguindo a nova diretriz de perseguir o dinheiro, porque é realmente importante asfixiar economicamente as estruturas criminosas. Hoje, todos os bens da organização foram apreendidos, automóveis de alto valor e as contas foram bloqueadas”, pontua o delegado.

Sobre a operação

Ao todo, foram cumpridos 81 mandados judiciais, entre eles 13 de prisão preventiva, 19 de busca e apreensão e 49 sequestros e bloqueios de bens. Segundo a polícia, os mandados foram cumpridos dentro de presídios no Rio Grande do Norte, em todo o estado do Acre, Alagoas e em Natal.

Durante as investigações, a Polícia Federal contou com o apoio operacional da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O nome “Alvorecer” foi dado à operação porque, segundo a PF-AC, era o horário que a organização atuava no transporte de entorpecentes.

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Com R$ 13 milhões bloqueados, Ufac pode fechar restaurante que atende 3 mil pessoas diariamente

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Os efeitos do bloqueio de verbas nas universidades federais, anunciado pelo Ministério da Educação (MEC), vêm sendo sentidos por aqueles que estão na ponta: os alunos. Em meio aos cortes, as instituições têm anunciado medidas de economia, enquanto que os estudantes, para contornar os problemas, apelam para marmitas, caronas, vaquinhas e até empréstimos.

Um exemplo disso, é a Universidade Federal do Acre que teve R$ 13,1 milhões bloqueados até o momento. De acordo com levantamento, 75 das 278 bolsas de iniciação científica foram cortadas e os editais para bolsas de extensão e estágio, suspensos.

Se o bloqueio se perdurar por mais tempo a Universidade Federal do Acre prevê fechar o Restaurante Universitário que atende diariamente mais de 3 mil pessoas. Além dos estudantes e professores ficarem desassistidos na alimentação, a possível suspensão dos trabalhos na cozinha pode causar a demissão de 48 pais e mãe de famílias que trabalham numa empresa terceirizada, responsável pelo serviço.

“Na verdade a Ufac não quer fechar nada. O que acontece é que se não forem liberar os recursos que atualmente estão contingenciados não tem como manter os gastos básicos como pagar conta de energia elétrica e manter limpeza dos campi, por isso tudo para, inclusive o RU”, destacou a assessoria da Universidade quando consultada pelo ac24horas.

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Sindicato acusa secretaria do governo de estar mais ‘ditadora’ que na gestão do PT

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) continua reivindicando ações e melhorias à categoria junto ao governo não é novidade. Nos últimos meses o sindicato vem cobrando a Secretaria Estadual de Educação e Esportes (SEE) de uma maneira bem mais contundente e, por último, afirmou que a atual gestão da SEE no governo de Gladson Cameli “tem sido mais ditadora que na gestão anterior (PT)”, nas palavras da presidente do sindicato, Rosana Nascimento.

Isso porque, segundo a categoria, o Estado não tem aberto diálogo e nem espaço para que o sindicato integre decisões importantes para os educadores do Acre. “Não chamaram o sindicato para construção do edital da certificação para eleição dos gestores escolares. Esta secretaria exclui a participação do SINTEAC. Já verificamos que o edital contém vários erros, inclusive o descumprindo assim a Lei de Gestão Democrática. Iremos entrar com recurso e, se necessário, com ação judicial”, declarou Nascimento.

Ainda de acordo com o Sinteac, a SEE tem tido uma postura pior do que a gestão anterior. “Não respeita o sindicato como representante da categoria. Tem sido mais ditadora do que a gestão anterior”, revela a professora Rosana, a qual protagonizou inúmeros embates com o ex-governador.

Ela destaca que tapinha nas costas, aperto de mão e abraço não vai fazer com que deixem de existir os problemas ou cobrança e críticas com a SEE. “A SEE se recusa a ouvir as reclamações, críticas e muito menos tratar com os professores e funcionários sobre o que estão achando e sentindo sobre as políticas educacionais que estão sendo implantadas”.

Para Rosana, a educação é coletiva, não é carreira solo. “Toda política educacional tem que ser construída juntas, encontrando solução para as dificuldades. O sindicato vem cobrando que se faça este diálogo, mas tem sido interpretado como inimigo e perseguidor”.

O outro lado

Procurada pelo ac24horas, a secretaria de educação respondeu às acusações por meio de uma nota de esclarecimento. Segundo o órgão governamental, em nenhum momento a SEE tem se eximido do diálogo. “Por várias vezes recebeu, conversou e reuniu, tanto com a diretoria do sindicato quanto com outras entidades de representação de professores ou gestores, como é o caso do Conselho de Diretores das Escolas Públicas do Acre – CODEP”.

Quanto à certificação dos candidatos a gestores escolares, o departamento de formação e assistência educacional da secretaria foi quem assumiu a organização do referido processo. “O edital foi elaborado por uma comissão, em consonância com a lei n° 3.141 de 22.07.2016, que dispõe sobre a gestão democrática das unidades escolares da rede pública estadual de educação básica do Acre. A constituição da comissão paritária, na qual é estabelecida a participação dos sindicatos, conselho estadual de educação e outros órgãos relacionados, e sobre a qual se refere a Lei em seu artigo 7°, destina-se a elaboração do regimento da eleição propriamente dito. Nesta etapa, sim, todas as entidades relacionadas serão convidadas”.

A SEE finalizou dizendo que tem compromisso e respeito para com os trabalhadores em educação, aos órgãos representativos, bem como a todos que não tem medido esforços para que elevar a qualidade da educação no Acre.

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