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Previdência privada: confira dicas de planejamento até o fim do ano
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A verdadeira vantagem do Plano de Previdência está na liberdade de escolha (Foto: Banco de imagens)
O fim de ano é o momento ideal para revisitar, ajustar ou até mesmo implementar um plano de previdência privada. Esse tipo de investimento é ideal para quem deseja complementar a aposentadoria ou garantir uma fonte de renda extra para o futuro. Em um modelo de poupança a longo prazo, os participantes fazem contribuições regulares ao longo do tempo, garantindo um futuro mais tranquilo e estável.
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Para garantir que o plano de previdência esteja alinhado com os investimentos e os objetivos financeiros durante o próximo ano, é essencial fazer um planejamento regular. Assim, é possível considerar as mudanças e necessidades financeiras no decorrer do ano, garantindo um alinhamento que não comprometa o orçamento
A verdadeira vantagem do Plano de Previdência está na liberdade de escolha. Ao invés de depender apenas da aposentadoria tradicional, você molda seu futuro financeiro, garantindo uma vida mais confortável e com menos limitações.
Quer saber como organizar esse planejamento, ou como começar a investir em previdência privada? O Sicoob preparou algumas dicas para te ajudar:
5 dicas para planejar a previdência privada para o próximo ano
1- Avalie suas contribuições
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Comece revisando suas contribuições atuais. Você atingiu o limite de dedução fiscal permitido? Para a previdência privada, é importante lembrar que as contribuições feitas até dezembro podem ser deduzidas do imposto de renda do ano em questão. Se você ainda não atingiu o limite, considere aumentar suas contribuições para maximizar os benefícios fiscais.
Os planos de previdência permitem aportes eventuais, trazendo mais flexibilidade na forma como contribuir, ou seja, caso queira fazer uma contribuição de um valor, seja para atingir o máximo do seu benefício fiscal ou simplesmente para aumentar seu saldo acumulado, você consegue em qualquer momento.
2- Reveja seu perfil de investimento
Aproveite este período para avaliar o seu perfil de risco. Se você está se aproximando da aposentadoria, pode ser prudente mudar seus investimentos para opções mais conservadoras. Por outro lado, se você é mais jovem e ainda tem tempo até a aposentadoria, pode considerar alocar mais recursos em opções de maior risco e potencial de retorno.
O perfil de investimentos serve para direcionar quais tipos de investimentos que seus recursos serão investidos, para descobrir qual é o seu perfil, é importante fazer a Análise do perfil investidor, assim, com uma metodologia definida, você conseguirá saber qual é o seu perfil.
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3- Considere outros planos
Caso você tenha um plano de previdência que não esteja atendendo suas expectativas, considere ampliar suas opções. A mudança para um plano que ofereça melhores taxas, serviços ou rentabilidade pode fazer uma grande diferença a longo prazo. Além disso, a portabilidade não gera impostos, o que pode ser uma vantagem significativa.
A possibilidade de realizar portabilidade entre planos permite com que o participante encontre qual é o melhor plano para si, não ficando preso durante todos os seus anos de contribuição no plano e instituição inicial.
4- Ajuste objetivos financeiros
Conforme a vida muda, as metas financeiras podem mudar. Por isso, é muito importante reservar um tempo para pensar se seus objetivos de aposentadoria ainda são os mesmos e, se necessário, ajuste o valor que você pretende acumular. Lembre-se de incluir fatores como inflação e mudanças no estilo de vida.
5- Estude sobre o impacto dos impostos
É crucial entender as implicações fiscais das suas decisões de previdência privada. Considere como suas contribuições e retiradas afetarão sua situação tributária no próximo ano. Planejar pode ajudá-lo a economizar dinheiro em impostos e garantir que você esteja seguindo as normas fiscais.
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Sicoob tem a previdência privada para você
Para oferecer as melhores soluções que garantirão o seu padrão de vida no futuro, o Sicoob oferece alternativas diversas que se encaixam em diferentes objetivos.
- Multi-instituído: de livre adesão para todos os cooperados, colaboradores e dirigentes das cooperativas do Sicoob e seus dependentes econômicos.
- VGBL: é um seguro de vida individual cujo objetivo é pagar indenização ao segurado, seja como renda ou pagamento único.
Os planos possuem bastante flexibilidade para manutenção, possibilitando alterar valor de contribuição, alterar o perfil investidor, fazer contribuições eventuais quando você quiser, além de poder contratar coberturas adicionais.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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