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Programa nuclear do Irã em foco na China, Rússia e EUA | Notícias de energia nuclear
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A China anuncia a reunião com a Rússia e o Irã no programa nuclear do último, com o CSNU definido para discutir, e Trump Carting dirigido a Teerã.
A China disse que convocará conversas com a Rússia e o Irã, pois os Estados Unidos aumentam a pressão sobre Teerã a concordar com um novo acordo em seu programa nuclear.
Pequim anunciou na quarta -feira que sediaria autoridades da Rússia e do Irã para discutir a questão ainda nesta semana. A reunião seguirá uma sessão de portas fechadas do Conselho de Segurança das Nações Unidas chamado pelas Nações Ocidentais.
O foco aumentado no programa nuclear do Irã ocorre em meio pressão renovada dos EUA pressionar Teerã a concordar com um acordo que impediria que ele tomasse medidas para a aquisição de armas nucleares.
O Ministério das Relações Exteriores anunciou que a reunião trilateral sobre a “questão nuclear” seria realizada em Pequim na sexta -feira. O Irã e a Rússia enviarão seus vice -ministros estrangeiros.
Um porta -voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã disse em comunicado que as negociações se concentrariam em “desenvolvimentos relacionados à questão nuclear e no levantamento de sanções”.
Os laços entre o Irã e a Rússia se aprofundaram desde o início da guerra da Ucrânia em 2022, com um tratado de cooperação estratégica assinada em janeiro, e ambos mantiveram boas relações com a China.
Na semana passada, a Rússia disse que o vice -ministro das Relações Exteriores Sergey Ryabkov discutiu os esforços internacionais para enfrentar o programa nuclear do Irã com seu embaixador, Kazem Jalali, depois de relatos de que a Rússia concordou em ajudar o governo Trump a se comunicar com o Irã.
Mail de caracol
Teerã há muito tempo nega querer desenvolver armas nucleares, mas a preocupação permanece alta entre os países ocidentais.
Durante seu primeiro mandato, o presidente Donald Trump retirou os EUA de um acordo histórico de 2015 entre o Irã e as principais potências ocidentais que haviam colocado limites estritos às atividades nucleares de Teerã em troca de alívio das sanções e impuseram uma campanha de “pressão máxima”.
Desde que assumiu o cargo para seu segundo mandato em janeiro, Trump expressou uma abertura a um novo acordo com Teerã, o que exigiria o apoio de Pequim e Moscou.
No entanto, ele também restabeleceu uma campanha de sanções agressivas e ameaçou abertamente a ação militar como uma alternativa, provocando raiva no Irã.
O Irã descartou oficialmente as conversas diretas enquanto as sanções permanecerem, com o presidente Masoud Pezeshkian declarando na terça -feira que seu país “não se curvará em humilhação a ninguém”.
Na sexta -feira passada, Trump disse que enviou uma carta ao líder supremo Ayatollah Ali Khamenei, instando negociações e alerta de uma possível ação militar.
Na quarta -feira, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse a repórteres após uma reunião de gabinete que Teerã está esperando um representante de um país árabe entregar a carta.
A agência semi-oficial da ISNA informou no mesmo dia que Anwar Mohammed Gargash, um consultor diplomático dos Emirados Árabes Unidos, estava viajando para o Irã para conhecer Araghchi. O relatório não tentou vincular a visita à carta.
A reunião na China seguirá uma reunião de portas fechadas em Nova York na quarta-feira sobre a expansão do Irã de seus estoques de urânio.
O Agência Internacional de Energia Atômicao cão de guarda atômico da ONU, alertou que o Irã tem sido “dramaticamente” acelerando o enriquecimento do urânio para até 60 % de pureza, aumentando mais perto do nível de grau de armas de 90 %.
A reunião foi solicitada pela França, Grécia, Panamá, Coréia do Sul, Reino Unido e EUA, pedindo ao conselho que obrigue o Irã a cumprir sua obrigação de fornecer informações sobre seu programa nuclear.
O Irã chegou a um acordo nuclear abrangente com o Reino Unido, China, França, Alemanha, Rússia e EUA em 2015, que levantou sanções a Teerã em troca de meio -fio em seu programa nuclear.
Mas desde que Washington deixou o plano em 2018, o Irã se afastou de seus compromissos internacionais.
O governo Biden subsequente e os estados europeus passaram os últimos anos tentando reconstruir o acordo, mas não o empurraram sobre a linha antes do retorno de Trump.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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