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Promotor distrital de Los Angeles recomenda nova sentença para irmãos Menéndez | Los Angeles
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2 anos atrásem
Dani Anguiano
George Gascón, promotor distrital do condado de Los Angeles, recomendou que o Irmãos Menéndez ser condenados novamente pelos assassinatos dos seus pais em 1989, um passo que deverá levar à sua libertação.
Gascón disse durante entrevista coletiva na quinta-feira que a dupla deveria ser novamente condenada e que a prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional deveria ser retirada, depois que o escritório analisou novas evidências no caso. Eles terão direito à liberdade condicional imediatamente devido à idade no momento do assassinato, disse ele.
“Depois de uma análise muito cuidadosa de todos os argumentos apresentados… cheguei a um ponto em que acredito que, segundo a lei, uma nova sentença é apropriada e vou recomendar isso a um tribunal amanhã”, disse Gascón.
Um juiz terá a palavra final em um caso durante uma audiência no próximo mês.
O desenvolvimento é uma grande vitória para os irmãos e seus apoiadores que disseram ter matado seus pais em legítima defesa, após anos de abuso sexual, físico e psicológico por parte de seu pai. Os promotores argumentaram que eram movidos pela ganância e pelo desejo de herdar uma fortuna multimilionária.
Gascón disse acreditar no relato de abuso dos irmãos. “Acredito que os irmãos foram submetidos a uma tremenda disfunção doméstica e a abusos sexuais”, disse ele.
“Eles estão na prisão há quase 35 anos. Acredito que eles pagaram sua dívida com a sociedade.”
Erik e Lyle Menéndez foram condenados em 1996 pelos assassinatos de seus pais, José e Kitty. O assassinato violento do proeminente executivo do entretenimento e de sua esposa em Beverly Hills atraiu a atenção internacional e atraiu interesse renovado nos últimos anos graças a um novo programa e série de documentários da Netflix.
Durante a pandemia, o caso alcançou um novo público graças aos vídeos virais do TikTok que ofereceram uma visão mais solidária dos irmãos e criaram uma nova rede de apoiadores. Kim Kardashian tornou-se uma defensora dos irmãos e argumentou em um recente ensaio que o caso é mais complexo do que parece e que Erik e Lyle “escolheram o que pensaram na altura ser a sua única saída – uma forma inimaginável de escapar ao seu pesadelo vivo”.
O promotor destacou o comportamento dos irmãos na prisão. Desde que foram encarcerados, eles obtiveram diplomas universitários e serviram como mentores e cuidadores na prisão.
“Mesmo pensando que nunca seriam libertados, eles embarcaram em uma jornada de redenção e de reabilitação”, disse Gascón.
Os primos de Erik e Lyle falaram na conferência de imprensa de quinta-feira e elogiaram o promotor público por sua ação, descrevendo-o como um “dia cheio de esperança” para a família.
após a promoção do boletim informativo
“Esta decisão não é apenas uma questão jurídica – é um reconhecimento do abuso que os meus primos sofreram”, disse Karen VanderMolen, sobrinha de Kitty.
Gascão tinha anunciado no início deste mês que o seu gabinete analisaria novas provas e decidiria se o caso deveria ser considerado para nova sentença ou um novo julgamento. As novas provas incluíam uma carta escrita por Erik antes dos assassinatos que, segundo os seus advogados, corrobora o seu relato de abuso sexual, bem como alegações de um antigo membro da boy band Menudo, que disse que José Menéndez o tinha abusado sexualmente.
“Não há dúvida de que eles cometeram o assassinato. A questão é até que ponto de culpa eles deveriam ser responsabilizados, dada a totalidade da circunstância”, disse Gascón. CNN no início deste mês. Ele sugeriu que o estado exibiu preconceito implícito de uma forma que pode ter afetado a forma como o caso foi apresentado, citando um comentário de um promotor “como os homens não podem ser estuprados”.
O promotor público havia anunciado no início desta semana que planejava agilizar sua decisão devido ao interesse público no caso. Seu próprio escritório continua dividido sobre se os irmãos deveriam ou não ser libertados, disse Gascón. Ele tomou sua decisão apenas uma hora antes da coletiva de imprensa, disse aos repórteres.
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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