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Proprietária rural que extraiu ilegalmente madeira é condenada prestar serviços à comunidade

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Sentença destacou que denunciada cometeu crimes de extração ilegal de madeira e dificultou ação de fiscalização.

O Juízo da Vara Única da Comarca de Acrelândia condenou uma proprietária de área desmatada a prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas e limitação do fim de semana, por ela ter cometido os crimes de extração ilegal de madeira e dificultar ação de equipe de fiscalização.

Ao julgar o Processo n°0800004- 60.2015.8.01.0006, a juíza de Direito Kamylla Acioli, titular da unidade judiciária, registrou que a denunciada cometeu os crimes descritos nos artigos 46, Parágrafo único, e art. 69, ambos da Lei nº 9.605/98 (Crimes Ambientais), na forma do art. 69, caput, (concurso material de crimes) do Código Penal.

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) apontou a produtora por ter cometido duas infrações ambientais. A primeira foi explorar 43 árvores e por ter em depósito cinco toras de madeira, e a segunda foi tentar esconder dos agentes fiscalizadores o dano ambiental que tinha em sua propriedade.

Sentença

Na sentença, publicada na edição n°6.173 do Diário da Justiça Eletrônico, da sexta-feira (10), a magistrada registrou que, apesar da denunciada afirmar que não teve responsabilidade sobre o ocorrido, não apontou ninguém como responsável pela extração ilegal da madeira.

“No interrogatório a ré descreve que sabia da existência daquela madeira armazenada em sua propriedade, e caso pertencessem a terceiros poderia ter denunciado, à polícia ou aos órgãos de fiscalização, poderia ter feito defesa perante o órgão ambiental para que se realizasse perícia na área, entre outras medidas”, anotou a juíza de Direito. Gecom TJAc.

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Fumaça compromete partida do Campeonato Brasileiro no Acre; jogadores passam mal

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A partida entre Atlético Acreano x Luverdense, pela última rodada do brasileirão da série C, disputada na tarde deste domingo (25), no estádio Florestão, em Rio Branco, foi comprometida por causa da fumaça de uma queimada. Aos 25 minutos do primeiro tempo, uma densa cortina de fumaça invadiu o campo de jogo, reduzindo a visibilidade.

Jogadores passaram mal. Alguns usaram a camisa como máscara. A árbitra catarinense Charly Wendy Straub Deretti decidiu interromper a partida e os atletas foram atendidos por suas equipes médicas. A fumaça proveio de uma queimada no entorno do estádio que atingiu um bananal e produziu labaredas de cerca de dois metros, segundo o Corpo de Bombeiros.

Depois de quinze minutos de paralisação, a partida foi reiniciada, enquanto os brigadistas ainda tentavam debelar o fogo. “Está impossível trabalhar aqui mas cabines, imagine correr no campo”, observou o radialista Helton Lima, que trabalhava no jogo. As luminárias do estádio foram ligadas mesmo ainda estando de dia, numa tentativa de aumentar a visão dos atletas em campo.

Na última sexta-feira (23), o governador do Acre, Gladson Cameli, publicou um decreto de emergência por causas das queimadas e pediu apoio do governo argentino para combater os focos de incêndio no estado. Em maio passado, Cameli orientou produtores rurais a não pagaram multas aplicadas pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).

Nas redes sociais, o Major Falcão afirmou que o Corpo de Bombeiros, no local, tomou todas as providências cabíveis e afirmou que o incêndio não paralisou a partida. Esclarecendo que a partida de futebol no estádio Florestão não foi paralisada devido a fumaça. Aliás, não foi paralisada. Corpo de Bombeiros no local”, afirmou.

Atlético e Luverdense foram rebaixados para a série D.

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Incêndio atinge área de vegetação na Baixada da Sobral

Alerta Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um incêndio foi registrado neste domingo (25), em uma área de vegetação localizada na Rua Tucanos, no Bairro Plácido de Castro, região da Baixada da Sobral, em Rio Branco.
Segundo uma moradora, o fogo começou no início da tarde e rapidamente se espalhou pela área. Até o fechamento desta matéria (16h30), o incêndio ainda não havia sido apagado.

O Corpo de Bombeiros ainda foi acionado para atender a ocorrência, mas, de acordo com a mulher, eles só olharam as chamas e foram embora.
“Talvez seja porque o carro não entra até o local, deve ser isso. Eles [bombeiros] foram até perto do fogo e depois voltaram”, informou a moradora.

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