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Qual a fase da Lua hoje, quarta-feira (13)? Veja o calendário lunar de novembro
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2 anos atrásem
Nesta quarta-feira (13), a fase da Lua hoje é Crescente, com 89% de visibilidade. Falta 1 dia para a próxima fase, que será a Lua Cheia. Confira o calendário completo das fases da Lua para o mês de novembro e saiba mais sobre como cada fase influencia nosso dia a dia.
A fase da Lua hoje: entenda a Lua Crescente
A fase da Lua hoje é Crescente, um período que traz consigo várias influências sutis, mas significativas, sobre diferentes aspectos da vida. Descubra como a Lua nova pode afetar seu humor, as marés e a agricultura.
Essa fase é conhecida por estimular novas iniciativas e promover o desenvolvimento em diversas áreas da vida. É a oportunidade para começar novos projetos, por simbolizar o avanço e o fortalecimento.
As sementes plantadas nesse período tendem a crescer com mais vigor, tanto literal quanto metaforicamente.
Descubra qual a fase da Lua hoje – Foto: Canva/Divulgação/NDAlém disso, a Lua tem efeitos sutis, mas significativos, sobre o humor das pessoas. Durante a Lua Crescente, muitos sentem uma maior motivação e um desejo renovado de alcançar metas. Isso ocorre porque essa fase está associada a uma energia ascendente, que encoraja o progresso.
As marés também são influenciadas pela Lua, e durante a fase crescente, há um aumento gradual na intensidade das marés altas. Esse fenômeno é resultado da atração gravitacional da Lua, que afeta diretamente os corpos d’água na Terra.
Na agricultura, a Lua Crescente é vista como um período favorável para o plantio de culturas que crescem acima do solo, como hortaliças e cereais. Os agricultores tradicionalmente aproveitam essa fase para semear, confiando que as plantas se desenvolverão de maneira saudável e forte.
Calendário Lunar de outubro de 2024
Apesar da falta de consenso científico, muitos acreditam que a fase da Lua pode impactar positivamente algumas áreas da vida; saiba qual a fase da lua hoje – Foto: Canva/Divulgação/NDDatas e Horários das Fases
- Lua Nova: 1º de novembro, às 9h48;
- Lua Crescente: 9 de outubro, às 2h56;
- Lua Cheia: 15 de outubro, às 18h29;
- Lua Minguante: 22 de outubro, às 22h29.
Conheça cada fase da Lua
Lua Nova
Esta é a fase da Lua hoje e ela marca o início de um novo ciclo lunar. Nesse momento, a Lua está posicionada entre a Terra e o Sol, tornando-se invisível a olho nu. Essa fase é ideal para novos começos, introspecção e planejamento.
Lua Crescente
Esta ocorre quando a Lua começa a iluminar-se novamente, crescendo em visibilidade. Este é um período propício para o desenvolvimento de projetos iniciados na Lua nova, simbolizando crescimento e progresso.
Lua Cheia
Durante a Lua cheia, a Lua está totalmente iluminada pela luz do Sol, proporcionando uma visão completa e brilhante no céu. É uma fase associada a culminações, celebrações e energias elevadas, favorecendo a realização e a manifestação de intenções.
Lua Minguante
Ela representa a fase final do ciclo lunar, quando a Lua começa a diminuir sua luminosidade. Este período é ideal para reflexão, fechamento de ciclos e liberação de energias ou hábitos que não são mais necessários.
Todas as fases da Lua
- Lua Nova
- Lua Crescente
- Quarto crescente
- Crescente gibosa
- Lua Cheia
- Minguante gibosa
- Quarto minguante
- Lua Minguante








Como funciona o Ciclo Lunar?
Lua tem sido uma fonte de mitos e lendas em diversas culturas; saiba qual a fase da Lua hoje – Foto: Canva/Divulgação/NDO ciclo lunar é o período de aproximadamente 29,5 dias durante o qual a Lua passa por todas as suas fases, desde a Lua nova até a Lua cheia e de volta à Lua nova.
Esse ciclo é causado pela órbita da Lua ao redor da Terra e pela mudança relativa das posições da Lua, da Terra e do Sol.
Curiosidades sobre a Lua
A Lua tem sido uma fonte de mitos e lendas em diversas culturas. Em muitas tradições, a Lua cheia está associada a eventos sobrenaturais, como a transformação em lobisomens.
A estrela também é frequentemente personificada em mitologias como a deusa lunar, representando a fertilidade e os ciclos da vida.
A fase da Lua hoje: em muitos contos a fase da Lua está associada a muitos eventos sobrenaturais, como a transformação em lobisomens – Foto: Canva/Divulgação/NDConforme a Nasa, a aparência da Lua varia dependendo do hemisfério de onde é observada. No hemisfério Norte, a Lua crescente aparece com a parte iluminada à direita, enquanto no hemisfério Sul, a parte iluminada está à esquerda. Essa diferença é devido à perspectiva distinta de observação.
Além disso, a distância média entre a Lua e a Terra é de aproximadamente 384.400 quilômetros. Essa distância pode variar devido à órbita elíptica da Lua, ficando mais próxima (perigeu) ou mais distante (apogeu) da Terra em diferentes momentos.
Nesta quarta-feira (13), a fase da Lua hoje é Crescente, e entender suas fases pode nos ajudar a aproveitar melhor seu impacto em nossa vida cotidiana. Continue acompanhando nossas atualizações diárias para saber mais sobre a fase da Lua e suas influências.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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