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Rapper Shay faz shows brilhantes
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Neste antigo edifício técnico da SNCF, o rapper Shay parece muito pequeno no meio dos 450 metros quadrados do L’Aiguillage, um estúdio de ensaio, sob um teto de 7,50 metros de altura. A jovem de 32 anos, de legging preta e sem maquiagem, está acostumada a ficar empoleirada em salto agulha, mas na última semana tem trabalhado arduamente ensaiando as sequências de seus dois shows, nos dias 21 e 22 de novembro. no Zénith de Paris (esgotado): “Nunca vi um artista tão trabalhador, comenta Jacques Kaspi, o chefe da L’Aiguillage. Ela é a primeira a chegar de manhã, a última festa. » A rapper belga não tem escolha, ela se propôs um grande desafio: oferecer ao seu público um show diferente a cada show.
Normalmente, os artistas e suas equipes montam um único show, que repetem durante os meses que durarão suas turnês. O desafio é ainda mais importante para Shay, que começou aos 19 anos com o selo Booba, pois antes de seu primeiro encontro no Olympia de Paris, em 29 de março de 2024, ela nunca havia realmente feito cena. Ela cantava playback em boates que lhe pagavam generosamente por trinta minutos de seu repertório, um rap pesado onde ela mostra de bom grado seu temperamento. “bonita vadia” – nomeado após seu primeiro álbum, lançado em 2016.
Para apurar suas coreografias provocantes e memorizar suas colocações no palco, ela conta com Guillaume Doubet, 38 anos. “Sou um pouco guardião da visão dele, que traduzo em diferentes departamentos: música, imagem em clipes, mas também na comunicação com a mídia, iluminação e cenografia, ele explica. Sou mais diretor artístico do espetáculo dele do que cenógrafo. É um pouco novo na França. »
Este graduado da escola de cinema 3iS começou a trabalhar nos Estados Unidos, no selo Interscope Records, que abriga tanto o gangsta rap de Dr. Dre quanto o funky Black Eyed Peas ou a cantora pop Lady Gaga. Ficou a cargo da direção artística da cantora Natalia Kills. Ao deixar a escola, aos 20 anos, foi chamado pelo produtor de R’n’B Ryan Leslie para acompanhá-lo ao Harlem para suas sessões de gravação com as estrelas da época, incluindo a cantora Cassie And. filho pigmalião, P. Diddy (agora encarcerado, acusado de tráfico sexual).
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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