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Redes sociais estão ligadas à ansiedade em adolescentes – 13/10/2024 – Tec

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Laura Hughes, Amy Borrett

O uso de redes sociais por adolescentes está fortemente correlacionado a níveis mais altos de ansiedade e depressão, de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Oxford.

Maior estudo sobre a saúde mental de adolescentes no mundo, o relatório descobriu que cerca de 60% dos jovens de 16 a 18 anos passam entre duas e quatro horas por dia em sites de redes sociais.

“Encontramos uma relação linear entre taxas mais altas de ansiedade e depressão e o tempo gasto em redes sociais”, disse John Gallacher, professor de saúde cognitiva, que está liderando o trabalho.

“Nos casos mais extremos, tivemos jovens relatando que passavam até oito horas por dia usando esses sites.”

O estudo, que descobriu que meninas relatam mais problemas de saúde mental do que meninos, disse que as cinco plataformas de redes sociais mais frequentemente usadas eram Instagram, Snapchat, TikTok, WhatsApp e YouTube.

Também conclui que aumentar o sono e o exercício por si só melhoraria muito a saúde mental desse grupo etário.

Mais de 7.000 adolescentes participaram da pesquisa inicial e cerca de 50.000 jovens de 11 a 18 anos em todo o Reino Unido participarão do estudo completo, que examinará suas trajetórias de saúde mental ao longo de um período de 10 anos.

Os dados criarão um “mapa único de saúde mental” da população adolescente em todo o Reino Unido, disseram os pesquisadores.

No ano que terminou em março, havia 1,1 milhão de crianças na Inglaterra em contato com serviços financiados pelo NHS (Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido) para saúde mental, dificuldades de aprendizagem e autismo, de acordo com números oficiais publicados na quinta-feira (10).

Isso é mais do que o dobro do número entre 2016 e 2017, quando os dados foram publicados pela primeira vez.

As adolescentes são as mais propensas a estarem em tratamento, com cerca de um quinto das meninas de 16 e 17 anos em contato com os serviços do NHS. Mas as taxas também aumentaram rapidamente para crianças do ensino fundamental nos últimos anos.

Quase 7% das meninas e 11% dos meninos de seis a 10 anos foram atendidos por serviços financiados pelo NHS em 2023-24, em comparação com 3% e 6% cinco anos antes.

“A doença mental é o principal desafio de saúde pública do mundo”, disse Gallacher. “Ela tem um efeito devastador nas economias porque afeta muitos, tende a começar cedo e a se repetir ao longo da vida.”

“A peça que falta é a ciência”, acrescentou. “Para os jovens, a lacuna entre evidência e política é gritante. Precisamos de estudos de coorte em larga escala focando na saúde mental dos jovens se quisermos alcançar mudanças.”

Para preencher essa lacuna, Gallacher disse que sua equipe lançou o estudo BrainWaves, liderado pela Universidade de Oxford, juntamente com a Universidade de Swansea e The Day, um serviço de notícias diárias online para jovens.

Os dados do estudo estarão acessíveis a cientistas globalmente e o programa desenvolverá planos de aula sobre tópicos como lidar com mudanças, sono, pensamento crítico e estresse.

O estudo inicial descobriu que “agência” —definida como uma sensação de controle sobre ações e suas consequências— estava fortemente correlacionada à saúde mental. “Tanto a ansiedade quanto a depressão são altas quando a agência é baixa, e diminuem quando a agência é alta. Bem-estar e florescimento também estão fortemente correlacionados a alta agência”, concluiu.



Leia Mais: Folha

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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