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Rei para sempre? – DW – 01/08/2025
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Recebe mais de 500.000 visitantes todos os anos e é considerada a residência mais famosa dos EUA depois do Casa Branca. Esta é Graceland – antiga casa do Rei do Rock and Roll, Elvis Presley. O complexo de entretenimento em Memphis, Tennessee, onde Presley está enterrado, é um grande empreendimento. Ele organiza regularmente leilões certificados, eventos de fã-clubes – e, claro, comemorações de aniversário da estrela morta.
Este ano não é exceção. Presley, falecido em 1977, completaria 90 anos no dia 8 de janeiro, e isso será marcado por quatro dias de eventos e shows em Graceland. Também será aberta ao público a nova exposição “90 por 90”, que terá duração de um ano e conta com 90 itens exclusivos que contam histórias especiais de sua vida, como um certificado de voo para seu cachorro.
Além de sua reputação como um cantor amplamente representado em todo o mundo, Presley foi introduzido nos Halls da Fama do Rockabilly, Gospel, Country Music e Rock & Roll, e sua música não parece ter diminuído em popularidade ao longo dos anos. Ele teve mais do que 1 bilhão de álbuns vendidos em todo o mundo. Então, como surgiu toda essa fama?
De garoto de cidade pequena a nome familiar
Nascido em Tupelo, Mississippi, em 1935, Elvis Presley iniciou sua carreira em Memphis, Tennessee. Ele gravou no famoso Sun Studio em Memphis, que também ajudou a lançar os cantores Johnny Cash e Jerry Lee Lewis. Alcançando rapidamente a fama, o primeiro sucesso de Presley, “Heartbreak Hotel”, levou-o ao estrelato em 1956. Ele se tornaria conhecido como o “Rei do Rock and Roll”.
Um GI na Alemanha
Presley suspendeu sua carreira enquanto servia nas forças armadas dos EUA na Alemanha de 1958 a 1960. Estacionado na pequena cidade de Friedberg, Presley, a estrela que ele era, ficou em um hotel nas proximidades de Bad Nauheim, em vez de morar no quartel. Lá, ele morou com uma comitiva: a avó, o pai e dois guarda-costas. Hoje, os hóspedes do hotel podem dormir no Quarto Elvis, que foi preservado para comemorar a estadia do Rei.
Fabricado na Alemanha
Embora tenha sido proibido de se apresentar durante o serviço militar, ele ainda encontrou tempo para fazer música. A Alemanha foi o berço de dois líderes das paradas: “One Night” e “A Fool Such as I”. Ele também deu fama global à popular canção folclórica alemã, “Muss i denn zum Städtele hinaus”, ou em inglês, “Wooden Heart”.
Felizes para sempre?
Enquanto Elvis estava estacionado em Alemanhaele também conheceu Priscilla Beaulieu, filha de um oficial militar dos EUA. Ela tinha apenas 14 anos na época. O casal casou-se anos mais tarde, no Hotel Aladdin, em Las Vegas, em 1967, embora Elvis continuasse a desfrutar da companhia de outras mulheres. Sua única filha, Lisa Marie Presley, morreu em 2023.
A lenda continua viva
Elvis faleceu na sua residência, Graceland, em 16 de agosto de 1977. No entanto, o seu legado é homenageado em todo o mundo, inclusive no “Festival Europeu de Elvis” em Bad Nauheim, Alemanha. Ele tem mais de 613 fã-clubes ativos em todo o mundo e também agraciou selos: a Alemanha emitiu um selo de Elvis em 1988.
Licença para se adequar
Reza a lenda que Elvis adotou seu famoso look, o macacão, depois de rasgar as calças enquanto se apresentava no palco. Seja qual for o motivo, a peça foi um sucesso instantâneo. A B&K, uma empresa de Charlestown, Indiana, cria macacões de Elvis baseados nos originais, como para o imitador Dave Stovall (foto). A empresa também criou trajes para o filme “Elvis” de 2022.
Elvis inspirador
Elvis inspirou toda uma indústria de imitadores, bem como filmes como “Bye Bye, Birdie” (1967), baseados em sua carreira. Mas quem inspirou o rei? Elvis era conhecido por gostar da música da cantora gospel Irmã Rosetta Tharpe, e certa vez ligou para Ator de Hollywood James Dean um “gênio”.
Elvis na tela
Junho de 2022 viu a história de vida de Elvis Presley, interpretado por Austin Butler (foto abaixo), chegar aos cinemas. O filme, intitulado “Elvis”, foca no complicado relacionamento do artista com seu gerente controlador, o coronel Tom Parker (interpretado por Tom Hanks). O diretor Baz Luhrmann montou músicas e cenas de palco eletrizantes. Conseqüentemente, a biografia da jornalista musical Alanna Nash de 2010 sobre o Coronel Tom Parker e Elvis Presley se tornou o best-seller número 1 na Amazon após a estreia da cinebiografia de Luhrmann sobre O Rei.
Este artigo foi atualizado a partir de uma galeria de fotos publicada anteriormente.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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