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EXCLUSIVO: Repórter investigativo Chiquinho R7 vai até Feijó investigar suspeitas de H1N1; veja o vídeo

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O famoso repórter web e seus óculos estribados, Chiquinho R7, visitou a terra do açaí, e foi conferir os boatos sobre uma possível suspeita de H1N1 no município.

Chiquinho R7 publicou em seu perfil no Facebook, o resultado de sua ação como repórter investigativo no município de Feijó (veja aqui).

Veja o vídeo:

 

O web-repórter Chiquinho R7, que se apresenta sempre como “ao vivaço e melhor do Acre”, visitou o município de Feijó, interior do Acre, para investigar as suspeitas de H1N1 no município.

Segundo as informações, obtidas através do repórter R7 do Acre, que esteve na tarde de hoje com o diretor geral do Hospital de Feijó, é que pelo menos três pessoas morreram nas últimas 48 horas vitimadas por uma forte gripe.

Segundo apurou Chiquinho R7, existe a suspeita de que as mortes podem ter sido ocasionadas pelo vírus H1N1, o que só será confirmado através de exames laboratoriais, realizados em Rio Branco.

Estamos atendendo mais de 115 pessoas por dia, todas apresentando fortes sintomas de gripe. Nossos médicos começam o atendimento pela manhã e entram pela noite“, afirmou Carlos do Basa, atual diretor do Hospital Geral de Feijó.

CURIOSIDADES

Em Tarauacá, arraia gigante é captura por pescador e vira atração turística

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Neste domingo, 23, durante pescaria no Rio Tarauacá, um pescador que não quis se identificar, capturou uma imensa arraia que pesava mais de 50 quilos. 

A criatura foi levada às margens do Rio Tarauacá, onde se encontravam vários banhistas, e no local houve muita admiração e ao mesmo tempo medo, tendo em vista que o peixe se encontrava poucos metros de distância das areias onde famílias, crianças e idosos se encontravam. 

O pescador ouviu várias propostas de compra, porém informou que iria degustar o peixe com sua família, por ser considerado um ´pescado chique´.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O QUE É A ARRAIA

As arraias ou raias são peixes carnívoros, cartilaginosos, assim como os tubarões, e passam grande parte do tempo enterradas na areia. Possuem um ferrão serrilhado e pontudo na cauda, coberto por um muco venenoso. Esses animais figuram entre os animais venenosos que mais causam acidentes. Segundo o Instituto Butantã, elas lideram o ranking de ocorrências junto com picadas de jararacas e escorpiões.

Apesar de não serem consideradas ameaçadas de extinção, essas raias sofrem algumas pressões como a coleta para aquarismo, pesca, e perda e degradação de hábitat causados por atividades agrícolas, de mineração, usinas hidrelétricas, e desenvolvimento urbano.

Ferroada de arraia

O principal sintoma é dor imediata e intensa. Apesar de ser frequentemente limitada às regiões lesadas, a dor pode se disseminar rapidamente, atingindo máxima intensidade em < 90 min; na maioria dos casos, a dor diminui de maneira gradual em 6 a 48h, mas pode ocasionalmente durar dias ou semanas. São comuns síncope, fraqueza, náusea e ansiedade, podendo em parte ser decorrentes da vasodilatação periférica. São relatados casos de linfangite, vômitos, diarreia, sudorese, cãibras generalizadas, dor inguinal ou axilar e dificuldade respiratória.

Em geral, a ferida é denteada, sangra livremente e com frequência está contaminada com fragmentos da camada tegumentar. Com frequência, as bordas da ferida são descoradas, ocorrendo certa destruição tissular localizada. Geralmente, há algum edema. Feridas abertas são suscetíveis a infecções.

Tratamento

Irrigação ou debridamento

Lesões em extremidade devem ser irrigadas com água salgada para tentar remover fragmentos da espinha, tecido glandular e tegumento. A espinha deve ser removida no local somente se estiver superficialmente inserida e se não estiver penetrando no pescoço, tórax ou abdome ou criando uma lesão total de um membro. Hemorragia significativa deve ser estancada com pressão local. Imersão em água morna, embora recomendada por alguns especialistas, ainda não foi provada como sendo um tratamento precoce eficaz para lesões por arraias.

No departamento de emergência, a ferida deve ser reexaminada para verificar restos da camada e debridada; anestesia local é administrada, se necessário. Espinhas inseridas são tratadas como em outros corpos estranhos. Picadas no tronco dos pacientes precisam ser bem avaliadas para possíveis punturas nas vísceras. Nas manifestações sistêmicas, o tratamento é de suporte. Deve-se administrar profilaxia antitetânica (Profilaxia para tétano no tratamento de rotina de ferimentos) e recomenda-se elevar a extremidade lesada por vários dias. O uso de antibióticos e o fechamento cirúrgico da ferida podem ser necessários. 

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COMUNIDADE NO AC QUE LEVA NOME DE SANTO ANTÔNIO FAZ FOGUEIRA DE 13 M PARA HOMENAGEAR PADROEIRO

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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A construção de uma grande fogueira, para festejar o encerramento do novenário de Santo Antônio, já é tradição há mais de 30 anos em uma comunidade de Mâncio Lima. Os moradores da localidade, que tem o mesmo nome do padroeiro, este ano, levaram três dias para levantar a estrutura de madeira que será queimada na noite desta quinta-feira (13).

A obra envolve praticamente todos da comunidade. No primeiro dia, um grupo de mais de 20 homens retira a lenha na floresta, enquanto outra turma cuida do transporte para o local do festejo. Depois, as equipes se unem e levam mais dois dias para fazer o trabalho de montagem da fogueira.

Os organizadores do evento contam que em anos anteriores, os serviços eram mais complicados e demoravam mais por serem feitos todos de forma manual. Atualmente, a comunidade recebe o apoio da prefeitura que envia caminhões para transportar a madeira e máquinas para erguer os quatro pilares que sustentam a fogueira.

Para empilhar as hastes de lenha até chegar a altura de 13 metros, os moradores formam uma espécie de torre humana e passam as peças de mão em mão até chegar ao topo. É um trabalho demorado que eles fazem com muita atenção para evitar qualquer incidente.

A comunidade mantém a tradição para homenagear o santo protetor e com a fé de dias melhores para os que acreditam na proteção de Santo Antônio.

“A gente faz isso todo ano no dia de Santo Antônio, porque a gente pede muito a ajuda dele. Dá pra ver que é um trabalho até perigoso, mas, como temos a proteção dele, nunca aconteceu nenhum imprevisto na nossa comunidade”, diz o líder comunitário Genival Matos.

Os moradores já chegaram a construir uma fogueira de até 17 metros, mas, este ano, decidiram fazer um pouco menor, com 13 metros. A fogueira será queimada a partir das 19h e deve levar mais de 24 horas pegando fogo.

No momento da procissão de Santo Antônio, o padre faz a benção da fogueira e os devotos aproveitam para fazer seus agradecimentos e pedidos ao santo casamenteiro. A comunidade aguarda mais de mil visitantes para o encerramento do novenário.

“A gente aguarda até ela cair, que é a hora mais emocionante que tem. E na hora que a procissão passa, as pessoas fazem seus pedidos”, afirmou matos que agradece a Santo Antônio pela família que construiu durante os anos que cuida da organização da festa do padroeiro.

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