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Republicanos apoiam proibição de banheiros após eleição de legislador transgênero dos EUA | Notícias de política

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Os republicanos fizeram um esforço para barrar o primeiro legislador federal transgênero dos banheiros femininos no Capitólio dos EUA.

O líder da maioria republicana na Câmara dos Representantes dos EUA disse que as casas de banho no Capitólio dos EUA serão restringidas com base em “indivíduos desse sexo biológico”, na sequência da eleição da primeira pessoa transgénero para o Congresso.

O anúncio do líder da maioria Mike Johnson na quarta-feira ocorre um dia depois que a deputada republicana Nancy Mace apresentou um projeto de lei impondo restrições semelhantes, parecendo ter como alvo a legisladora transgênero Sarah McBride.

“Não permitiremos homens nos banheiros femininos”, disse Johnson à agência de notícias Associated Press. “Tenho sido consistente sobre isso com qualquer pessoa com quem conversei sobre isso.”

Os representantes democratas condenaram a medida como cruel e mesquinha. Legisladores e ativistas republicanos intensificaram os ataques contra direitos transgêneros nos últimos anos.

Nos últimos dias, Mace fez uma série de comentários depreciativos sobre McBride e as pessoas trans, afirmando em uma postagem nas redes sociais na quarta-feira que “sua doença mental não se tornará meu novo normal”.

McBride caracterizou o caso como um esforço dos legisladores de direita para desviar a atenção da sua falta de interesse em abordar questões de maior importância para os eleitores.

“Todos os dias os americanos vão trabalhar com pessoas que têm jornadas de vida diferentes das suas e se envolvem com elas de maneira respeitosa. Espero que os membros do Congresso possam reunir a mesma gentileza”, disse ela em uma postagem nas redes sociais.

“Esta é uma tentativa flagrante dos extremistas de extrema direita de desviar a atenção do facto de que não têm soluções reais para o que os americanos estão enfrentando”, acrescentou McBride. “Devíamos concentrar-nos em reduzir o custo da habitação, dos cuidados de saúde e dos cuidados infantis, e não em fabricar guerras culturais.”

Outros legisladores democratas expressaram críticas semelhantes.

“O que eles estão falando lá, no primeiro dia, é para onde um membro entre 435 está indo, onde ela vai usar o banheiro?” A deputada Katherine Clark, a segunda democrata com melhor classificação na Câmara, durante uma coletiva de imprensa na terça-feira. “Esse é o foco deles?”

A questão de saber se as pessoas transexuais deveriam ser capazes de usar banheiros que se alinham com a sua identidade de género ou que são forçadas a usar casas de banho com base no sexo biológico que lhes foi atribuído à nascença tornou-se um ponto de conflito cultural na política dos EUA.

Onze estados aprovaram leis que proíbem mulheres e raparigas transgénero de utilizar casas de banho para mulheres e raparigas, parte de um esforço conservador mais amplo para reverter os direitos dos transgéneros ou pôr em causa a legitimidade da identidade transgénero em geral.

Grupos de direitos humanos condenaram esses esforços como odiosos e perigosos, argumentando que criam uma atmosfera de hostilidade que pode ter um impacto negativo na saúde e no bem-estar das pessoas transexuais.

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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