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Senado dos EUA rejeita esforço de Bernie Sanders para bloquear vendas de cartuchos de tanques para Israel | Senado dos EUA
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2 anos atrásem
Erum Salam and agencies
O Senado dos EUA bloqueou a legislação que teria impedido a venda de algumas armas dos EUA a Israel, que foi introduzida devido à preocupação com a catástrofe dos direitos humanos enfrentada pelos palestinianos em Gaza.
Setenta e nove dos 100 senadores se opuseram a uma resolução que teria bloqueado a venda de cartuchos de tanques para Israelenquanto 18 aprovaram e um votou presente. Todos os votos a favor da medida na quarta-feira vieram da bancada democrata, enquanto os votos “não” vieram tanto de democratas quanto de republicanos.
O Senado deveria votar ainda nesta quarta-feira duas outras resoluções que impediriam o envio de morteiros e um sistema de orientação GPS para bombas.
As resoluções conjuntas de desaprovação (JRD), apresentadas pelo senador Bernie Sanders em Setembro, impediriam o Pentágono de enviar mais 20 mil milhões de dólares a Israel, enquanto continua o seu ataque a Gaza – que matou pelo menos 43.000 pessoas.
“O governo extremista do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não travou simplesmente uma guerra contra o Hamas – travou uma guerra contra os palestinianos”, disse Sanders numa conferência de imprensa realizada na terça-feira antes da votação.
“Muito do que tem acontecido lá foi feito com armas dos EUA e com o apoio dos contribuintes americanos”, continuou Sanders, acrescentando que os EUA forneceram mais de 18 mil milhões de dólares em ajuda militar a Israel e entregaram mais de 50 mil toneladas de armamentos e equipamento militar.
“Os Estados Unidos da América são cúmplices destas atrocidades. Esta cumplicidade deve acabar.”
O restante as resoluções a serem votadas no plenário, que bloqueariam a venda de morteiros de 120 mm e munições conjuntas de ataque direto (JDAMS), devem ser aprovadas no Senado e na Câmara dos Representantes por maioria simples. Se passarem, vão para o presidente.
O esforço liderado por Sanders para impedir o fluxo de armas para Israel surge depois de o país não ter cumprido o prazo imposto pelos EUA, de 12 de Novembro, para aumentar a ajuda humanitária e permitir a entrada de pelo menos 350 camiões. Gaza um dia. Apesar do fracasso de Israel, os EUA não tomaram nenhuma acção.
Segundo a lei dos EUA, a assistência militar não deve ser prestada a forças de segurança estrangeiras que tenham cometido violações dos direitos humanos. No entanto, a administração Biden recusou-se em grande parte a impedir a transferência de armas para Israel, apesar das persistentes acusações de crimes de guerra por parte de especialistas em direitos humanos.
A senadora Elizabeth Warren vocalizou apoio às resoluções e condenou a administração Biden por não tomar medidas contra Israel por não cumprir o prazo para ajuda a Gaza.
“O fracasso da administração Biden em seguir a lei dos EUA e em suspender os envios de armas é um erro grave que mina a credibilidade americana em todo o mundo”, disse Warren num comunicado. declaração. “Se esta administração não agir, o Congresso deverá intensificar a aplicação da lei dos EUA e responsabilizar o governo de Netanyahu através de uma resolução conjunta de desaprovação.”
Isso é não é a primeira vez Sanders liderou esse esforço e não se espera que este seja aprovado. Mas os apoiantes esperavam que um apoio significativo no Senado encorajasse o governo de Israel e a administração de Joe Biden a fazer mais para proteger os civis em Gaza.
Pelo menos algumas das resoluções tiveram elevados níveis de apoio, de acordo com um director legislativo para a política externa do Médio Oriente do Comité de Amigos sobre Legislação Nacional, o grupo de lobby político Quaker.
O senador democrata Jeff Merkley, que co-patrocina as resoluções, disse que se opõe à transferência de armas ofensivas utilizadas para bombardeamentos, que “produziu mortes massivas, ferimentos massivos, destruição massiva”.
“Estou diante de vocês hoje como alguém que passou a vida inteira defendendo o sucesso econômico de Israel e sua segurança em uma parte muito difícil do mundo”, disse Merkley, acrescentando: “Mas o governo Netanyahu adotou políticas que estão fora de sincronia. com os valores americanos.”
Mais de 65% dos habitação, escolas e instalações de saúde foram destruídos pelas forças israelenses, segundo dados da ONU. Todos 12 universidades no território foram danificados ou destruídos, segundo a Wafa, a agência de notícias palestina. A ONU também estimativas que cerca de 90% dos 2,3 milhões de palestinianos de Gaza foram deslocados. Grupos humanitários no terreno relataram desnutrição e fome e especialistas globais em segurança alimentar dizem a fome no norte de Gaza é iminente.
Um porta-voz de Oxfamuma organização não governamental britânica que tem prestado ajuda aos deslocados na região, disse: “O Senado deve votar para finalmente acabar com as transferências de armas para Israel, à medida que vemos a crise continuar a aumentar com avisos de fome iminente e comunidades inteiras sendo permanentemente apagadas na província de Gaza do Norte.
“Israel está a bloquear a ajuda humanitária e, entretanto, está a utilizar armas dos EUA em ataques que mataram milhares de crianças, trabalhadores humanitários e jornalistas, destruíram escolas, hospitais, infraestruturas vitais para água potável e muito mais, e deslocaram centenas de milhares de palestinianos em Gaza. , onde não há lugar seguro.”
Já passou mais de um ano desde os ataques surpresa e mortais do Hamas no passado dia 7 de Outubro. As negociações para um cessar-fogo e um acordo de reféns entre Israel e o Hamas falharam repetidamente.
Relatórios contribuídos pela Reuters
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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