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Retrato oficial de Trump: Fotógrafos analisam imagem – 18/01/2025 – Mundo
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1 ano atrásem
Jake Lapham
Sério. Sinistro. Uma “foto que carrega uma mensagem”.
Essas são algumas das descrições do novo retrato oficial de Donald Trump, capturado por seu fotógrafo-chefe, Daniel Torok.
“O retrato oficial do presidente é a imagem mais impressa e mais vista do presidente de todos os tempos”, disse o ex-fotógrafo da Casa Branca Eric Draper à BBC.
Ele trabalhou para George W. Bush durante seus oito anos na Presidência dos Estados Unidos, e foi quem fez os retratos oficiais dos dois mandatos.
A primeira impressão que Draper teve da imagem de Trump foi de que ela teria sido “fortemente manipulada”, tanto com iluminação de estúdio quanto com retoques após a captura da imagem.
A foto parece usar uma “iluminação monstruosa”, disse ele, para iluminar de forma dramática o presidente eleito por baixo e fazer seus olhos se destacarem.
A configuração da iluminação dá à imagem uma aparência sinistra frequentemente vista em filmes de terror, disse Eliska Sky, fotógrafa de retratos do Instituto de Fotografia de Londres. Ela comparou a representação de Trump a de um boxeador antes de uma luta.
A iluminação “sugere seriedade e intenção”, segundo Paul Duerinckx, professor sênior de fotografia documental no Swansea College of Art, no Reino Unido.
Esta imagem é impressionante, acrescentou, porque a fonte de luz na maioria das fotos vem de cima, como do sol ou das luzes do teto, e inverter a fonte nesta foto “tende realmente a ter um efeito sobre nós”.
Nas redes sociais, muitas pessoas compararam a imagem oficial do novo mandato à “mugshot” de Trump, tirada no condado de Fulton, na Geórgia, depois de ele ter sido acusado de tentar anular a derrota nas eleições de 2020 —uma acusação que Trump nega.

Foto ‘mug shot’ de Trump em 2023, e foto oficial divulgada para novo governo, em 2025
– Reuters/Trump War Room no X
O YouTuber de fotografia Jared Polin disse que discutiu o retrato com Torok e foi informado de que a mugshot forneceu inspiração.
“A foto policial foi uma das imagens mais pesquisadas, talvez de todos os tempos”, Polin afirmou que Torok disse.
Torok não respondeu ao pedido de comentários da BBC.
A mugshot, tirada em 2023, passou a fazer parte da cultura americana, enfeitando de canecas de café a camisetas.
Sorriso
O estilo do novo retrato de Trump difere da aparência de sua imagem de 2017, e também de presidentes anteriores, incluindo George W. Bush.
“Você definitivamente tira fotos para agradar o cliente e, neste caso, acho que esse é o tipo de imagem que eles queriam”, disse Draper à BBC.
Ele se lembra de ter conversado com o então presidente Bush e a primeira-dama Laura Bush para examinar uma seleção de imagens antes de escolherem a favorita deles.
“A ideia era fazer com que parecesse uma iluminação bonita e agradável, um retrato profissional, com uma expressão bonita, porque essas fotos vão dar as boas-vindas às pessoas quando elas entrarem nos correios”, disse ele em referência aos usos das fotografias oficiais.
Andrew Parsons, um fotógrafo político que trabalhou para quatro primeiros-ministros britânicos ao longo de 13 anos, disse sobre a foto de Trump: “É uma imagem que passa uma mensagem”.
“Não é como um sorriso sincero, é um olhar severo e duro, direto para a lente.”
Em comparação, Parsons disse que a imagem do mandato que se iniciou em 2017 foi uma “imagem do empresário Donald Trump”.
É difícil dimensionar a importância de imagens políticas como a de Trump, disse ele. “Uma imagem pode fazer ou quebrar uma campanha política.”
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3 de julho de 2026A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.
A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.
No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.
“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.
A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.
Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre
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2 de julho de 2026Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).
O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.
A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.
Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre
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1 de julho de 2026A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.
“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.
Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.
O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.
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