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Risco de tempestades severas se espalha pelo Brasil

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O mês de novembro termina com alertas de chuvas intensas e tempestades nas Regiões Sul e Sudeste do Brasil. Uma frente fria se aproximou do Sul nesta quarta-feira, 27, e trouxe instabilidades aos Estados da região nesta quinta-feira, 28, conforme informou o site Meteored.

A frente fria avança para o norte e provocará chuvas no Sudeste até o fim de semana. Na quinta-feira, no Sul, as instabilidades ganharão força pela manhã, o que aumenta o risco de chuvas e tempestades.

No Rio Grande do Sul, no grande oeste de Santa Catarina e no sul do Paraná, são esperadas chuvas intensas e tempestades isoladas. O fenômeno pode causar alagamentos e destelhamentos.

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À tarde, chuvas fortes persistirão nos três Estados, especialmente em Santa Catarina e no Paraná, com riscos de tempestades em Itajaí (SC) e na Região Metropolitana de Curitiba. Já à noite, as chuvas intensas se concentrarão no oeste e no centro do Rio Grande do Sul, enquanto na faixa leste de Santa Catarina haverá chuvas fracas.

Nesta sexta-feira, 29, chuvas fortes retornam ao Rio Grande do Sul, o que inclui Porto Alegre, e também ao oeste paranaense e sul catarinense. À tarde, há risco de tempestades no nordeste gaúcho, no sudeste e no leste catarinense e no leste do Paraná. À noite, as chuvas diminuem, o que ocorre moderadamente no centro-norte do Paraná.

Tempestades atingem o Sudeste

No Sudeste, as instabilidades começarão na quinta-feira à tarde pelo sul de São Paulo. As precipitações se deslocam pelo Estado e geram chuvas fortes e tempestades no meio-oeste, sul e leste, o que inclui a capital. Nos demais Estados do Sudeste, não são esperadas chuvas significativas.

Mapa chuvas sexta-feira
Previsão de precipitação, em mm, para esta sexta-feira, 29, à tarde | Foto: Divulgação/Meteored

Na sexta-feira, as chuvas intensas retornam à tarde, com tempestades em todo São Paulo e no sul de Minas Gerais, o que abrange o Triângulo Mineiro. À noite, as instabilidades se concentrarão no sul mineiro, próximo à divisa com o Rio de Janeiro.

Leia também: “Tempestades severas devem atingir o Brasil a partir desta quarta-feira”

No sábado 30, as chuvas diminuem e o tempo fica mais firme na maior parte do Sul, exceto no Paraná e no leste catarinense, onde chuvas fracas podem ocorrer. As instabilidades continuam em São Paulo, no Rio de Janeiro e no centro-sul de Minas Gerais à tarde.

No domingo 1º, chuvas leves são esperadas no norte do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. À noite, o sul gaúcho enfrentará novas instabilidades.

Confira a previsão do tempo para as capitais nesta quinta-feira:

Norte

  • Rio Branco: sol e aumento de nuvens à tarde, com pancadas de chuva;
  • Macapá: sol com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada;
  • Manaus: céu nublado com pancadas de chuva isoladas;
  • Palmas: sol entre nuvens, com probabilidade de chuva no final do dia;
  • Belém: céu parcialmente nublado com pancadas de chuva;
  • Porto Velho: sol pela manhã, seguido de pancadas de chuva à tarde; e
  • Boa Vista: tempo firme, com sol durante todo o dia.

Nordeste

  • Maceió: sol e períodos de céu parcialmente nublado;
  • Salvador: sol com pancadas de chuva rápidas;
  • Fortaleza: céu parcialmente nublado, sem previsão de chuva;
  • São Luís: sol com muitas nuvens e chance de chuva leve;
  • João Pessoa: céu limpo, com possibilidade de nuvens isoladas;
  • Recife: sol forte durante o dia;
  • Teresina: sol e calor com probabilidade de pancadas de chuva à tarde;
  • Natal: céu claro e sem chuva; e
  • Aracaju: sol com algumas nuvens.

Centro-Oeste

  • Brasília: céu nublado com pancadas de chuva;
  • Goiânia: sol e aumento de nuvens, com chuva isolada;
  • Cuiabá: céu parcialmente nublado, pancadas de chuva ao longo do dia; e
  • Campo Grande: períodos de sol intercalados com pancadas de chuva.

Sudeste

  • Vitória: sol com aumento de nuvens e chuva isolada no fim do dia;
  • Belo Horizonte: céu nublado com pancadas de chuva ao longo do dia;
  • Rio de Janeiro: céu encoberto e possibilidade de chuva fraca; e
  • São Paulo: tempo instável, com chuvas intensas previstas.

Região Sul

  • Curitiba: sol entre nuvens, com pancadas de chuva no final do dia;
  • Florianópolis: céu parcialmente nublado com chance de chuva leve;
  • Porto Alegre: sol e aumento de nuvens durante a tarde, sem previsão de chuva.

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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